O Globo

Manchete : Por que eles ainda não têm candidato?
NÚMERO DE SEM-VOTO TÃO PERTO DA ELEIÇÃO É O MAIOR EM 20 ANOS
Eleitores que pretendem votar em branco, nulo ou estão indecisos somam 38% no cenário sem Lula concorrendo à Presidência, maior índice desde 1998. Ouvidos pelo GLOBO, dez brasileiros revelam por que ainda não têm candidato, embora a maioria pretenda definir um até outubro. Para analistas, a campanha na TV elevará interesse pelo pleito e ajudará na escolha. (PÁGINAS 4 e 5)

Por que eles fazem essas caras?
Raiva, incômodo, surpresa e constrangimento: emoções e sentimentos que os presidenciáveis não conseguem esconder. Especialistas em linguagem corporal analisam reações nos primeiros debates na TV (PÁGINA 10)

Cartão de rede de varejo chega a ter juro 3 vezes maior
No vácuo da retração dos bancos, redes de lojas ampliam a oferta de serviços financeiros como cartões de crédito próprios, que podem se converter em uma armadilha para os clientes: os juros são até o triplo da média do mercado. Varejistas têm ampliado os ganhos com cartões, empréstimos e até seguros. (PÁGINA 33)

Guru de Chávez crê em desfecho trágico para a Venezuela
O sociólogo alemão Heinz Dieterich, que inspirou o regime de Hugo Chávez, não crê em saídas pacíficas para a crise da Venezuela. Ele prevê que os desfechos mais prováveis para a situação do país são um golpe militar ou uma rebelião popular, que descambaria em guerra civil. (PÁGINA 39)

Sete arquitetos apresentam soluções para um Rio ideal
Resgatar a nobreza do Caminho Imperial, que se estende da Quinta da Boa Vista a Santa Cruz, é uma das propostas feitas por sete arquitetos convidados pelo GLOBO a escolher uma intervenção que aproximasse a cidade do seu Rio ideal. As ideias contemplam todas as regiões do município. (PÁGINAS 14 e 15)

Colunistas
BERNARDO MELLO FRANCO
Temer caiu no ostracismo e virou um ex-presidente em atividade (PÁGINA 3)

LAURO JARDIM
Campanha de Alckmin vai mirar pobre que é eleitor de Lula (PÁGINA 6)

ASCÂNIO SELEME
Como seriam as eleições num Brasil sem a Operação Lava-Jato? (PÁGINA 13)

ANCELMO GOIS
Emprego na construção civil cai 61% no Rio (PÁGINA 26)

MÍRIAM LEITÃO
Rede tem metas ousadas, mas o caminho ainda não está claro (PÁGINA 34)

————————————————————————————

O Estado de S. Paulo

Manchete : Em SP, Bolsonaro herda votos do malufismo e tira de Alckmin
Fenômeno ajuda a explicar bom desempenho do deputado no Estado e fragilidade do tucano em seu reduto
A união de valores conservadores à defesa da linha dura contra o crime vem garantindo a Jair Bolsonaro (PSL) o apoio de eleitores que se identificam com o discurso associado ao ex-governador Paulo Maluf (PP). O fenômeno, segundo analistas, ajuda a explicar o desempenho do deputado, que lidera as pesquisas de intenção de voto no Estado nos cenários sem o ex-presidente Lula, condenado e preso em Curitiba.
O apoio dos “órfãos” do malufismo, que haviam passado a votar no PSDB a partir dos anos 2000, vem produzindo ainda um efeito colateral: o ex-governador tucano Geraldo Alckmin é o único dos candidatos ao Planalto mais bem colocados nas pesquisas a ter fraco desempenho em seu próprio Estado. “São eleitores capturados por uma liderança que pode ser caracterizada como neopopulista, sem muita preocupação com valores democráticos”, diz o cientista político José Álvaro Moisés. (Política / Pág. A4)

Crime organizado é entrave na segurança
Série mostra as prioridades do País para os próximos anos. Conter a criminalidade e a escalada de assassinatos é uma delas. (Págs. A10 e A11)

Pesquisa mostra as fragilidades de candidatos
Pesquisa Ibope/Estado/TV Globo mostrou que Bolsonaro tem forte resistência entre as mulheres e Marina, entre os homens. Ciro patina entre evangélicos e Alckmin não consegue conquistar os jovens. Por ora, campanhas devem concentrar esforços nos grupos em que têm melhor desempenho. (Política / Pág. A8)

“Estamos à beira do abismo (…)
Entrevista
Quando se vota por ódio ou raiva, os riscos são muito altos” Boris Fausto, cientista político. (Pág. A9)

Uma a cada três cidades não gera receita nem para pagar prefeito
Um terço das cidades do País – ou 1.872 municípios – não tem receita nem para pagar o salário do prefeito e depende de repasses do Estado e da União. O problema é mais grave em localidades que, sem capacidade de atrair empresas e empregos, não conseguem justificar a emancipação. Projeto de lei prevê a criação de mais 400 cidades. (Economia / Págs. B1 e B4)

‘Vale não entregou o que prometeu’
Entrevista : Fabio Schvartsman – presidente da Vale
Empresa viveu euforia com período de alta no preço dos minérios, mas depois sofreu com a piora do cenário, avalia presidente. Plano agora é reduzir ritmo de investimentos e remunerar melhor os acionistas. (Economia / Pág. B11)

Aluno de colégio militar custa três vezes mais (Política / Pág. A6)

Eliane Cantanhêde
Bolsonaro e Alckmin têm artilharia, mas Lula tem mais. Abusa de ações para efeito jornalístico. (Pág. A6)

Vera Magalhães
Líder nas pesquisas, Bolsonaro recolhe seus exércitos e reforça os territórios já conquistados. (Pág. A8)

Paulo Leme
O real seguirá volátil até que o próximo governo ancore as expectativas do mercado. (Economia / Pág. B6)

Notas & Informações
Mais um ano de Lava Jato
A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, prorrogou por mais um ano, até setembro de 2019, a força-tarefa da Lava Jato, concentrada em Curitiba. (Pág. A3)

A Justiça ignora a crise
A despeito das razões humanitárias do adicional de aposentados, a decisão judicial sobre o tema é questionável. (Pág. A3)

————————————————————————————

Folha de S. Paulo

Manchete : Planos de governo de presidenciáveis são pouco realistas
Programas subestimam fragilidade financeira do país ao traçar objetivos para áreas como educação e segurança
Candidatos à Presidência incluíram em suas plataformas de campanha metas, em áreas como economia, educação, segurança e desmatamento, que não parecem realistas se confrontadas com a realidade do país. É o que conclui análise da Folha, com ajuda de especialistas, nos documentos registrados pelos concorrentes mais bem posicionados. A questão do rombo nas contas do governo é um exemplo. Jair Bolsonaro (PSL) promete eliminar o problema em um ano. Geraldo Alckmin (PSDB) e Ciro Gomes (PDT), em dois. Mas projeções da Instituição Fiscal Independente, órgão do Senado que monitora as finanças públicas, sugerem ser muito difícil acabar com o déficit antes de 2022. Na educação, Lula (PT), preso e virtualmente impedido de concorrer pela lei vigente, e Marina Silva (Rede) se comprometem a cumprir metas que incluem elevar o investimento na área de 6% para 10% do PIB até 2024. O direcionamento de verba ao setor, porém, evoluiu lentamente na última década, com crescimento inferior a 1% do PIB. (Eleições 2018 A4)

Boa Vista vive desafio de abrigar 30 mil imigrantes venezuelanos
Cidade de 320 mil habitantes, a capital de Roraima, Boa Vista, passou a conviver com cerca de 30 mil imigrantes venezuelanos, 2.000 deles vivendo na rua. Moradores reclamam de hospitais lotados e da alta na violência. (Mundo A16)

Editorial
Pior sem ele
Sobre os gargalos do SUS, que demandarão reformas de gestão num contexto de crise orçamentária e envelhecimento populacional (A2)
————————————————————————————

2 COMENTÁRIOS

  1. Geraldo Alckmin está conquistando votos importantes com os debates… e agora com a propaganda na rádio e televisão vai subir nas pesquisas e vencer o primeiro e segundo turno pelo bem de todos os brasileiros!

  2. Agora é hora de #GeraldoPresidente. O mais preparado pra colocar o Brasil nos eixos e devolver o crescimento. Já fez muito por SP e vai fazer mais ainda pelo Brasil

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.