De 8 vacinas infantis, país atinge meta apenas em 1
Brasil enfrenta queda na imunização e cumpre objetivo só contra tuberculose. Das oito principais vacinas indicadas para bebês, apenas uma atingiu, em 2018, a meta recomendada (cobertura de 90%) —caso da BCG, que previne contra a tuberculose e é aplicada normalmente em maternidades. O Brasil vem enfrentando, nos últimos três anos, uma queda na imunização. As demais vacinas infantis, que incluem pólio, meningite e rotavírus, tiveram coberturas entre 80% e 91,5%, mas a meta é 95%. O menor índice foi o da hepatite A (81%). O Ministério da Saúde contratou inquéritos vacinais em cinco capitais para entender o que está acontecendo com os pais. A boa notícia é que, em 2018, algumas vacinas tiveram estabilidade ou apresentaram sinais de melhora em comparação ao ano anterior (como a da pólio). Para a pasta, isso indica que o país está revertendo a tendência de queda. Os dados, porém, ainda são encarados com preocupação. Sem conseguir interrompera transmissão de sarampo reiniciada no ultimo ano, o Brasil perdeu a chancela de país livre da doença. Além do sarampo, outras doenças têm provocado alerta, como a difteria, registrada na Venezuela, e a pólio, ainda endêmica em três países.
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O Globo

Manchete: Governo não tem agenda ampla para o país, diz Maia
Presidente da Câmara afirma que Previdência não é plano, e sim ‘necessidade’, e que há ‘zero de verdade’ na informação de que o pacto republicano está selado.
Alvo recorrente de críticas de apoiadores do presidente Jair Bolsonaro, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirma em entrevista ao GLOBO que a crise econômica só terá solução se os poderes Executivo e Legislativo trabalharem juntos: “Quem quer mudar o Brasil tem que compreender que só com alianças consegue aprovar as emendas que podem tirar o país da linha do colapso social”. Para ele, o governo ainda não tem uma “agenda ampla”. “Previdência é uma necessidade. Não resolve educação, médico, crescimento ou desemprego”, disse Maia, segundo o qual há “zero de verdade” na ideia de que o pacto republicano está selado. (PÁGINA 4)

Estados poderão ter opção de aderir às regras da reforma
Comissão Especial estuda dar prazo para que os governos regionais ratifiquem ou desistam das regras federais para aposentadoria. (PÁGINA 17)

Nem os juros baixos estimulam a tomada de crédito por empresas
Atividade econômica fraca e incerteza política adiam investimentos, e volume de crédito para empresas recua ao nível de outubro. (PÁGINA 15)

Reitora da UFRJ quer liberação de verbas para o Museu Nacional
Denise Pires de Carvalho se reunirá esta semana com representantes do MEC e quer iniciar obras de fachada e telhado da instituição. (PÁGINA 19)

Ibope (fake news): 73% dos brasileiros são contrários ao porte de armas
As mulheres (80%) e os moradores da Região Sudeste (76%) são os grupos que mais rejeitam a autorização. (PÁGINA 7)
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O Estado de f. Paulo

Manchete: ‘Sem aprovar reformas, vamos para o colapso social’, afirma Maia. Para presidente da Câmara, só mudar Previdência não tira País da crise. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), defendeu, em entrevista a Andreza Matais e Vera Rosa, a aprovação de uma agenda de reformas para evitar um “colapso de ruptura das relações sociais”. “Chegamos a um ponto em que, ou nós construímos essa agenda em conjunto, ou vamos juntos para o colapso. É nisso que vai chegar.” Ele disse ainda ter certeza de que as novas regras da aposentadoria serão aprovadas – mas que não são suficientes para acabar com a crise econômica – e que, sem a sua atuação, a reforma ainda estaria “engavetada”. Sobre o governo Bolsonaro, afirmou que sofre com a redução de expectativas positivas. Maia ainda criticou o ministro da Educação, Abraham Weintraub, e minimizou os ataques sofridos nos protestos de rua. “O movimento ataca aqueles que têm salvado o governo. Mas acho que o tempo vai mostrar a eles que o Parlamento também tem legitimidade.”(pra receber por fora por seu trabalho) (POLÍTICA / PÁG. A4)

Sem reforma, déficit de Estados deve crescer 300% até 2060
O déficit dos Estados, hoje perto de R$ 100 bilhões, deve quadruplicar até 2060, segundo a Instituição Fiscal Independente (IFI) do Senado. O passivo previdenciário atual e futuro dos governos estaduais é maior que a dívida deles com bancos e a União. A inclusão de Estados e municípios na reforma da Previdência virou impasse diante da resistência da Câmara em assumir o ônus político. (ECONOMIA / PÁGS. B1 e B3)

Contra crise, governadores fazem consórcio
Nos três primeiros meses do governo Bolsonaro, 24 Estados se organizaram em três novos consórcios para aumentar o poder de negociação com a União, reduzir preços de fornecedores e melhorar gestão de rodovias e bacias hidrográficas. Crise fiscal e falta de ajuda federal impulsionam a união. (POLÍTICA / PÁG. A10)

Ameaçados, sete deputados têm escolta (POLÍTICA / PÁG. A14)

Casos de dengue crescem 432% no País (METRÓPOLE / PÁG. A20)

Fethullah Gulen
Confio que o Brasil enviará mensagem a Erdogan de que estender sua caça às bruxas ao mundo não é aceitável. (INTERNACIONAL / PÁG. A17)
Notas&Informações
Um desastre em vermelho
Enquanto as contas primárias permanecem no vermelho, os juros se acumulam. Como consequência, a dívida do governo geral continua aumentando como porcentagem do PIB. (PÁG. A3)

Direito à educação
Índice do Direito à Educação constata que o Brasil, apesar de ter boa estrutura normativa sobre educação, é deficiente na sua execução. (PÁG. A3)
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Folha de S. Paulo

Manchete: De 8 vacinas infantis, país atinge meta apenas em 1
Brasil enfrenta queda na imunização e cumpre objetivo só contra tuberculose. Das oito principais vacinas indicadas para bebês, apenas uma atingiu, em 2018, a meta recomendada (cobertura de 90%) —caso da BCG, que previne contra a tuberculose e é aplicada normalmente em maternidades. O Brasil vem enfrentando, nos últimos três anos, uma queda na imunização. As demais vacinas infantis, que incluem pólio, meningite e rotavírus, tiveram coberturas entre 80% e 91,5%, mas a meta é 95%. O menor índice foi o da hepatite A (81%). O Ministério da Saúde contratou inquéritos vacinais em cinco capitais para entender o que está acontecendo com os pais. A boa notícia é que, em 2018, algumas vacinas tiveram estabilidade ou apresentaram sinais de melhora em comparação ao ano anterior (como a da pólio). Para a pasta, isso indica que o país está revertendo a tendência de queda. Os dados, porém, ainda são encarados com preocupação. Sem conseguir interrompera transmissão de sarampo reiniciada no ultimo ano, o Brasil perdeu a chancela de país livre da doença. Além do sarampo, outras doenças têm provocado alerta, como a difteria, registrada na Venezuela, e a pólio, ainda endêmica em três países. (Cotidiano B1)

‘Eu vou dar um pit-stop na política’, diz tucano
Entrevista da 2ª – Geraldo Alckmin
Após um silêncio de oito meses, o ex-governador anuncia que vai se afastar por um tempo da política. “Gosto muito de estudar. O futuro a Deus pertence.” De volta à medicina e ao magistério, Alckmin critica Jair Bolsonaro por não ter um plano e fazer o país perder tempo e manda recados para João Doria, novo expoente do PSDB. (A18)

Gestão Doria aponto índicio de fraude em obra do Rodoanel
Trecho Norte ainda não concluído apresenta problemas e passa por auditoria do governo, que aponta falta de atestados e descontrole em pagamentos. (Poder A4)

Ministro quer trocar Inpe por empresa privada
O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, culpa o monitoramento, feito pelo Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), pela ineficácia no combate ao desmatamento e quer trocá-lo por empresa privada. (Ambiente BS)

Editoriais
Trator ruralista
Sobre tentativa de flexibilizar o Código Florestal.
O lugar do Coaf
Acerca de devolução do órgão à área econômica. (Opinião A2)

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