CGU vê irregularidades em aplicações do FGTS; A liberação de cerca de R$ 3 bilhões para incorporadoras imobiliárias pelo Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) envolveu um esquema irregular … – Saúde: DF lidera óbitos por câncer no Centro-Oeste; Relatório da Secretaria de Saúde revela aumento de mortes relacionadas à doença na capital federal… – Congresso faz acordo para criar leis cibernéticas; Um acordo entre governo e oposição levará à criação de leis cibernéticas para o Brasil, destravando debate que se estende há 12 anos…

O Globo

Manchete: Professor tem salário mais baixo do país

Renda do magistério é a menor entre profissionais de nível superior

Levantamento feito pelo GLOBO, com base em microdados do IBGE, mostra que, em 2010, a renda média de um professor do ensino fundamental equivalia a 59% do que ganhavam os demais trabalhadores com nível superior no país. Em uma década, essa relação melhorou — era de 49%, em 2000. Nesse período, os professores da educação básica ganharam aumentos acima da média dos outros profissionais de nível universitário. Os acréscimos, no entanto, foram insuficientes para reverter o quadro. (Págs. 1 e 3)

Amianto: indenizações milionárias na Justiça

Ações judiciais movidas por ex-trabalhadores da indústria do amianto estão mais frequentes, e as indenizações, mais altas, mostra a segunda reportagem da série “O Brasil sem amianto”. Neste mês, a família de uma vítima recebeu R$ 1,45 milhão. As empresas temem que uma decisão do STF pelo banimento da fibra, considerada cancerígena, possa elevar o valor e o número de reparações. (Págs. 1 e 15)

Usuário recorre a cheque especial 22 dias por mês

Os brasileiros que entram no cheque especial fazem uso desse tipo de crédito, em média, durante 22 dias no mês. Os juros cobrados na modalidade são de 185% ao ano, o que faz desse crédito um dos mais caros do mundo, com taxas consideradas “proibitivas” pelo Banco Central. Ainda assim, o volume emprestado cresceu 15% no primeiro trimestre deste ano no país, e o total no vermelho atinge R$ 22 bilhões. Na Caixa Econômica Federal, os principais usuários são solteiros, sem filhos, entre 25 e 35 anos. (Págs. 1 e 19)

STF decide se Cachoeira vai à CPI

O ministro Celso de Mello avalia hoje mais um pedido de Carlinhos Cachoeira para não depor na CPI que investiga as relações do bicheiro com empresários e políticos. (Págs. 1 e 4)
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O Estado de S. Paulo

Manchete: Mensalão e Cachoeira terão impacto em eleições, diz ministro

José Eduardo Martins Cardozo, titular da Justiça, afirma que escândalos devem atrapalhar PT e PSDB

Para o ministro da Justiça, o “caso Cachoeira” e seus desdobramentos e o julgamento do processo do mensalão terão impacto sobre as eleições municipais de outubro. José Eduardo Martins Cardozo, em entrevista à repórter Vera Rosa, não se arrisca, entretanto, a mensurar o tamanho do prejuízo nas campanhas de Fernando Haddad (PT) e de José Serra (PSDB) à Prefeitura de São Paulo. “Se vai atrapalhar ou ajudar, vamos aguardar”, diz Cardozo, que foi secretário-geral do PT. Ele afirma, por outro lado, que tem certeza de que o julgamento do mensalão não vai interferir no governo. O ministro falou ainda sobre a Comissão da Verdade que, segundo ele, é a comprovação de que o Brasil está superando divergências políticas e ideológicas: “Ninguém quer o revanchismo”. (Págs. 1 e Nacional A4)

José E. M. Cardozo
Ministro da Justiça

“Um julgamento como o do mensalão será amplamente debatido pela sociedade”

BNDES vai ganhar R$ 10 bi para linhas de crédito

O Tesouro vai liberar R$ 10 bilhões para reforçar as linhas de financiamento do BNDES. Os recursos fazem parte do esforço para irrigar o mercado e acelerar a expansão da atividade. O governo também prepara novas medidas de estímulo ao crédito que podem ser anunciadas ainda esta semana. (Págs. 1 e Economia B1)

Bom da Rio+20 é a sociedade, dizem cientistas

A um mês da Rio+20, membros da sociedade civil reunidos em debate ontem em São Paulo disseram que o melhor que se pode esperar da conferência para o desenvolvimento sustentável é que ela sirva para fortalecer a mobilização da sociedade. (Págs. 1 e Vida A16)

Rajoy reitera a Merkel que Espanha fará cortes (Págs. 1 e Economia B10)

José Roberto de Toledo

O poder do ódio

Boa dose das decisões políticas é gestada no fígado. Para muitos eleitores, pior do que não eleger seu candidato é ver o que odeia ganhar a eleição. (Págs. 1 e Nacional A6)

Notas & Informações

O Brasil se rende a Moreno

O governo brasileiro, mais uma vez, se curvou ao protecionismo argentino. (Págs. 1 e A3)

Direto da Fonte

No papel de crítico

Antônio Fagundes afirma que não existe política cultural no País. (Págs. 1 e D2)
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Correio Braziliense

Manchete: Governistas se apegam à mordomia do 14° e 15°

O projeto que extingue o pagamento de salários adicionais a parlamentares começa a tramitar esta semana na Câmara dos Deputados. Mas os caciques de partidos da base já apelam à agenda de votações para impor dificuldades. “Não vamos tratar sobre isso tão cedo”, afirma taxativo o líder do PT, Jilmar Tatto (SP). No levantamento do Correio que identificou 258 votos favoráveis ao fim da mordomia, o Sim prevaleceu em 61,1% das respostas da bancada de oposição. Entre a base aliada, o índice foi de 48,7%. Confira a lista com o posicionamento dos parlamentares ouvidos pela reportagem. (Págs. 1, 2 e 3)

A dívida dos programas de creches (Págs. 1 e 6)

Saúde: DF lidera óbitos por câncer no Centro-Oeste

Relatório da Secretaria de Saúde revela aumento de mortes relacionadas à doença na capital federal. No ano passado, 81,7 perderam a vida em cada grupo de 100 mil pessoas. Apesar da demanda crescente, a rede pública conta com apenas três aparelhos de radioterapia em funcionamento. (Págs. 1, 17 e 18)

Trânsito: Jovens ceifados ao volante

Acidentes nas vias do DF resultaram, ontem, na morte de quatro pessoas — todas com menos de 32 anos. No caso mais impressionante, um Volvo colidiu com um ônibus parado na W3 Norte. Impacto foi tão grande que empurrou o coletivo 20m adiante. (Págs. 1 e 20)

Obama apoia a austeridade de Merkel (Págs. 1 e 9)

A invasão dos brinquedos made in China (Págs. 1 e 7)

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Valor Econômico

Manchete: CGU vê irregularidades em aplicações do FGTS

A liberação de cerca de R$ 3 bilhões para incorporadoras imobiliárias pelo Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) envolveu um esquema irregular que teria beneficiado funcionários da Caixa Econômica Federal e conselheiros do fundo, apontou investigação da Controladoria Geral da União (CGU). Para a CGU, ficou caracterizada uma “situação de conflito de interesses na gestão dos recursos públicos e privados”.

Relatórios da CGU aos quais o Valor teve acesso indicam que Marcelita Marques Marinho, funcionária da Caixa, Celso Petrucci, integrante do conselho curador do FGTS, e André Luiz de Souza, integrante do Grupo de Apoio Permanente (GAP) do conselho curador do FGTS e do comitê de investimento do FI-FGTS, eram sócios ou dirigentes da Sscore, empresa que prestou serviços para seis das sete emissões de debêntures de incorporadoras compradas pelo FGTS entre 2009 e 2010. Ao todo, o FGTS comprou papéis de 13 empresas. (Págs. 1 e A3)

Dividendo já rende mais que juro real

Se as cotações das ações estão em baixa por causa da turbulência internacional, o mesmo não se pode dizer dos dividendos. Até sexta-feira, enquanto o Índice de Dividendos (Idiv) acumulava em 2012 ganho de 7,31%, o Ibovespa amargava prejuízo de 3,95%. Por causa da queda da taxa Selic, os dividendos devem superar o juro real neste ano.

Estudo das corretoras Ágora e Bradesco com 158 empresas consideradas relevantes para o mercado estima retorno médio com dividendos de 3,4% em 2012, mais de um ponto percentual acima do juro real de 2,32% projetado pelos analistas. Se considerado apenas o universo das companhias do Ibovespa, a diferença é ainda maior, já que o retorno médio do índice de dividendos hoje está em 4,60%. (Págs. 1, D1 e D2)

Fotolegenda: Janela de oportunidade

O momento é perfeito para testar níveis de juros comparáveis aos internacionais, diz Ibrahim Eris, ex-presidente do BC. Mas ele critica a comunicação “errática” da autoridade monetária. (Págs. 1 e C16)

Arcelor reduz produção de aço e adia projetos

O grupo ArcelorMittal, do bilionário indiano Lakshmi Mittal, maior fabricante de aço do Brasil, refreou suas atividades para adaptá-las ao cenário de desaceleração da economia. Vai manter em espera, por tempo indeterminado, seus dois projetos de expansão, com duas obras avaliadas em mais de US$ 1,5 bilhão, suspensas há alguns meses.

O projeto de maior envergadura, orçado em US$ 1,2 bilhão, foi paralisado pela segunda vez e continua na geladeira. Fica em Monlevade, uma das fábricas mais antigas do grupo no país. Depois de atropelado pela crise de 2008-2009, sua montagem foi reativada em 2010 e já se encontrava com todas as obras civis prontas e os equipamentos comprados. O projeto foi desenhado para levar a usina a 2,4 milhões de toneladas por ano. (Págs. 1 e B8)

Ex-sócio vai concorrer com Eike

Fundada por um ex-executivo da Vale e cofundador de duas empresas de Eike Batista, a mineradora Manabi tem planos ambiciosos. Planeja investir US$ 4,1 bilhões, até 2016, na exploração de duas minas de ferro e na construção de uma usina de beneficiamento do minério em Morro do Pilar e Morro Escuro, em Minas Gerais. Pretende também construir um terminal portuário em Linhares (ES).

A Manabi, que ainda não entrou em operação, foi criada em março de 2011 por Ricardo Antunes Carneiro Neto. Em junho do ano passado, levantou R$ 759,2 milhões em oferta privada de ações realizada nos Estados Unidos, permitindo a entrada de fundos estrangeiros, predominantemente canadenses. (Págs. 1 e B7)

Custos em alta reduzem lucro de empresa aberta

Custos em alta e lucros em queda. Esta foi a tônica da temporada de divulgação de resultados do primeiro trimestre das principais empresas do país.

Apesar de um aumento de 13% nas vendas, o lucro líquido consolidado de 238 companhias de capital aberto recuou 14% em relação aos três primeiros meses de 2011, segundo levantamento realizado pelo Valor Data, com base em dados da Economática. (Págs. 1 e B1)

Bem-estar animal agita acionistas

Galinhas que passam a vida espremidas em gaiolas e suínos presos em cubículos entraram na pauta de discussão das assembleias de acionistas das gigantes do agronegócio. Ativistas do bem-estar animal estão comprando ações dessas empresas nos Estados Unidos para tentar coibir práticas cruéis na criação de animais.

Os bons resultados já estão levando a expansão da estratégia para fora dos EUA, e o Brasil pode ser o novo alvo desses ativistas-acionistas. No início do ano, a The Humane Society comprou ações na Arco Dorados, maior franqueadora do McDonald’s na América Latina, para influenciar a rede de fast food no Brasil e Argentina. (Págs. 1 e B14)

Novata, Delta logo se tornou uma das maiores empresas de coleta de lixo (Págs. 1 e A9)

Governo conclui PEC para mudar diretrizes da política rural (Págs. 1 e A7)

Restrição ao crédito freou economia, diz Guido Mantega (Págs. 1 e A6)

Pirataria em óculos chega a 50%

Produtos falsificados ou contrabandeados já representam metade do mercado brasileiro de óculos. Mesmo assim, o setor formal deve crescer 25% neste ano e ultrapassar os R$ 20 bilhões em vendas. (Págs. 1 e B3)

Acauã compra a aérea gaúcha NHT

O grupo catarinense Acauã comprou a NHT Linhas Aéreas, que opera em 14 cidades da Região Sul e no aeroporto de Congonhas, em São Paulo. Os planos incluem novas linhas e ampliação da frota. (Págs. 1 e B5)

O novo mercado dos genéricos

O perfil dos medicamentos genéricos mais consumidos no Brasil começa a mudar. Analgésicos e antibióticos ainda são os campeões em vendas, mas produtos voltados ao tratamento de doenças mais complexas começam a ganhar espaço, diz Odnir Finotti, da Pró Genéricos. (Págs. 1 e B8)

Consolidação energética

O setor de energia deve registrar número recorde de fusões e aquisições neste ano. Segundo levantamento da KPMG, só no primeiro trimestre foram 12 operações, três vezes mais que em igual período de 2011. (Págs. 1 e B10)

Cresce aposta em cafés especiais

O aumento da demanda por cafés especiais anima empresas e produtores mineiros a entrar no segmento. Embora a taxa de “mortalidade” dessas pequenas torrefadoras seja alta, mais de cem foram abertas desde 2010 no Estado. (Págs. 1 e B12)

Fundos investem no exterior

Com a queda dos juros no Brasil e os preços atrativos das ações nos EUA e Europa, gestores brasileiros passaram a buscar oportunidades no mercado externo. O número de fundos que aplicam lá fora saltou de 90 para 216 em três anos. (Págs. 1 e C1)

Petróleo atrai executivos

Disputa por profissionais no setor de petróleo tornou mais barato “importar” especialistas estrangeiros do que contratar brasileiros. Segundo pesquisa da consultoria de recrumento Hays, a diferença salarial média é superior a 10%. (Págs. 1 e D3)

Gargalos no cinema

Transição do sistema analógico para o digital nas salas de cinema do país enfrenta obstáculos como custos elevados e falta de mão de obra. O setor aguarda regulamentação de lei que concede incentivos ficais à modernização. (Págs. 1 e D4)

Ideias

Raul Velloso e outros

Ao contrário do que ocorre com a proteção à indústria, no caso da concessão de infraestrutura vale a pena pagar mais caro. (Págs. 1 e A12)

Ideias

Luiz Carlos Mendonça de Barros

Não vejo outra saída para a Europa senão um redesenho da zona do euro, com a redução do número de países. (Págs. 1 e A13)
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Estado de Minas

Manchete: Basta subir na moto para tirar a carteira

O exame para habilitação de motociclista em Minas avalia apenas o equilíbrio do condutor sobre o veículo, como reconhece o próprio responsável pelo setor no Detran-MG, delegado Anderson França. A prova prática, feita em pátio fechado, não exige do candidato noções profundas de circulação ou aptidão para pilotar em via pública. Repórter do Estado de Minas se inscreveu no teste e em menos de 30 dias se formou condutora para enfrentar uma trágica realidade nas ruas de BH: 24 ocorrências por dia com esse tipo de transporte. E segundo a última estatística disponível, em 2010 houve 838 mortes em acidentes com motocicletas no estado, sendo 78 delas na capital. (Págs. 1, 17 e 18)

Caso Cachoeira: Hora de apertar a quadrilha da contravenção

A semana vai ser quente em Brasília com a convocação pela CPI dos envolvidos no megaesquema de exploração de jogos de azar e corrupção, entre eles o próprio chefe, o bicheiro Carlinhos Cachoeira. (Págs. 1 e 3)

Negócios: Mercados da Ásia na mira dos mineiros

Missões empresariais de Minas, embaladas pela alta do dólar, incrementem viagens a países do Oriente, principalmente China e Japão, em busca de boas e atrativas oportunidades de comércio e investimento. (Págs. 1 e 10)
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Jornal do Commercio

Manchete: Costa vence, não leva e PT do Recife expõe racha

Em prévia com disputa judicial, confrontos de militantes e acusação de fraude, João da Costa teve 7.503 votos contra 6.950 de Maurício Rands, mas direção nacional não homologou nome que vai disputar a prefeitura. (Págs. 1 e Capa Dois 3 e 4)

Dilma fará “pacote de bondades”

Governo federal vai reforçar linhas de financiamento do BNDES e deve facilitar crédito para aquisição de casa própria e veículos. (Págs. 1 e 7)
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Zero Hora

Manchete: Burocracia emperra utilização de escolas fechadas no Estado

Dos 349 prédios desativados desde 2006 por falta de alunos, 60% estão abandonados ou foram invadidos. Governo lançará programa para vender ou ceder os imóveis. (Págs. 1, 4 e 5)

Estímulo: Pacote virá para carros e material de construção

Gaúchos aguardam para esta semana o anúncio de medidas como redução de juros e de impostos. (Págs. 1 e 16)
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Brasil Econômico

Manchete: Para Fazenda, quem só olhar o curto prazo vai perder mercado

O secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Márcio Holland, está convencido de que o país vai entrar num ciclo de crescimento vigoroso. Em entrevista ao BRASIL ECONÔMICO, ele desafia empresários que pensam no”curtíssimo prazo”. (Págs. 1 e 8)

“Cidade perdeu 10 anos com Serra e Kassab”

Pré-candidato do PT à Prefeitura de São Paulo, o ex-ministro Fernando Haddad falou de seus planos, atacou os adversários e manifestou confiança na vitória, em entrevista ao BRASIL ECONÔMICO. (Págs. 1 e 4)

Estrangeiros começam a freiar os investimentos

A valorização do dólar e a indefinição sobre novas medidas de estímulo estão provocando a retração de aportes, de US$ 21 bi no primeiro trimestre de 2011 para US$ 18 bi este ano. (Págs. 1 e 9)

Europa planeja mais reformas

Reunião dos líderes dos oito países mais ricos discute mudanças na zona do euro à espera de definição grega. (Págs. 1 e 36)

Empresas já listadas na bolsa captam R$ 216 bi em cinco anos

O volume levantado pelas companhias na BM&Fbovespa com ofertas subsequentes supera o de ofertas iniciais (IPOs) desde 2008. A tendência deve ser mantida este ano. (Págs. 1 e 32)

Jogo duro

Antes mesmo de assumir o comando do Cade, Vinícius Carvalho já sofre pressão de parlamentares. (Págs. 1 e 19)

O salto de 53% da Tyson Foods

A subsidiária brasileira da fabricante de alimentos retoma os planos de expansão em suas três unidades no Brasil. (Págs. 1 e 22)
Clipping Radiobrás

Edição: Equipe Fenatracoop

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