Cachoeira: Empresa tem 60 contratos irregulares com o governo – Erros médicos em Minas superam Rio e São Paulo – Sedução dos bônus corporativos – Salários extras: Senado decide fim de privilégio – Governo teme perder controle sobre a CPI; Assinaturas na Câmara e no Senado já são suficientes para criar comissão que investigará ligações políticas de Cachoeira – Vale o que está escrito? CPI de bicheiros já tem assinaturas…

O Globo

Manchete: Reestatização na Argentina vai a tribunal internacional

Para fugir da crise política, Cristina adota discurso anti-imperialista

Alvo do decreto de reestatização do governo de Cristina Kirchner, os espanhóis da petroleira Repsol-YPF anunciaram que vão a tribunal internacional para buscar uma indenização de € 8 bilhões (quase US$ 10 bilhões). A Argentina contesta o valor e disse que não pagará. Um economista de 41 anos, Alex Kicillof, vice-ministro e guru de Cristina K., bradou ontem no Senado contra os espanhóis – a quem chamou de “palhaços”. Segundo analistas, afundado em denúncias de corrupção (que atingiram principalmente o vice Amado Boudou), o governo Kirchner desfraldou a bandeira da luta anti-imperialista contra a Inglaterra pelas Malvinas e agora a artilharia alcança a Espanha, em defesa de uma suposta soberania energética. (Págs. 1, 21 a 24 e editorial “Petróleo é alvo do populismo de Kirchner”)

Artigo

Lia Valls, da FGV, diz que Argentina passa por um “oportunismo nacionalista”. (Págs. 1 e 24)

Foto-legenda: Padrão global

A secretária de Estado americana, Hillary Clinton, cumprimenta a presidente Dilma, a quem elogiou por ter estabelecido “um padrão global” de combate à corrupção. (Págs. 1 e 9)

Vale o que está escrito?

CPI de bicheiros já tem assinaturas

Apesar da resistência de PMDB e Planalto, que temem consequências imprevisíveis, o requerimento para criar a CPI das atividades de Carlinhos Cachoeira obteve número suficiente de assinaturas. Mas sua instalação ainda não tem data prevista, e, até lá, os parlamentares podem desistir. (Págs. 1, 3 e Elio Gaspari)

Réu no caso do mensalão, deputado se reúne com ministro do Supremo (Págs. 1 e 9)

Um futuro desafiador para o Rio em 4 anos

Uma cidade com todos os ônibus refrigerados e não poluentes, com 95% das crianças alfabetizadas e sem nenhuma família em área de risco são algumas das metas estabelecidas pelo novo plano estratégico da prefeitura do Rio para os próximos quatro anos. Especialistas avaliam as metas como desafiadoras. (Págs. 1 e 14)

Morte por tortura é reconhecida

A Justiça de São Paulo, em decisão inédita, reconheceu que o ex-dirigente do PCdoB João Batista Drummond morreu após tortura no DOI-Codi. A certidão de óbito será alterada para constar que sua morte decorreu de “torturas físicas”. (Págs. 1 e 12)

Comissão do Senado aprova unificação do ICMS para importados (Págs. 1 e 12)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: Repsol pede US$ l0,5 bi de indenização à Argentina

Vice-ministro diz que só ‘imbecis’ acham que Cristina Kirchner pagará o que a petrolífera quer

A empresa espanhola Repsol pediu ontem US$ 10,5 bilhões do governo argentino pela expropriação de 51% de ações de sua subsidiária YPF. A petrolífera também pretende entrar com um pedido de arbitragem no Banco Mundial e acusou o governo da presidente Cristina Kirchner de usar a expropriação de sua filial para “esconder a crise econômica e social” do país. O vice-ministro de Economia argentina, Axel Kicillof, disse que são “imbecis” os que pensam que seu país “deve ser tonto e pagar o que a Repsol deseja”. Em um sinal de que a decisão de Cristina não foi bem recebida, a Comissão Europeia cancelou uma reunião que estava prevista com a Argentina para os dias 19 e 20. As sanções do governo espanhol contra a decisão da Argentina serão conhecidas na sexta-feira, quando o primeiro-ministro Mariano Rajoy, que participa do Fórum Econômico Mundial sobre América Latina no México, estiver de volta à Europa. (Págs. 1 e Economia B1 e B3)

Lobão: ‘Países são soberanos’

O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, disse ontem, sobre a decisão do governo da Argentina de expropriar a petrolífera YPF, que “os países têm sua soberania” e podem decidir como entenderem. (Págs. 1 e Economia B3)

Comissão aprova fim da guerra dos portos

Numa sessão com choro e gritaria, o governo aprovou na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado a resolução que acaba com a guerra dos portos. O texto, que deve irá plenário hoje, reduz para 4% a alíquota do ICMS cobrado nas importações que entram por um Estado e são consumidas em outro. A forma como o governo “atropelou” os apelos dos principais prejudicados – ES, SC e GO – causou desconforto até na base aliada. (Págs. 1 e Economia B4)

Foto-legenda: Elogios americanos

Hillary Clinton e Dilma Rousseff se cumprimentam em Brasília: a secretária americana disse que a presidente está estabelecendo um “padrão mundial” na luta contra a corrupção. (Págs. 1 e Nacional A8)

Delta é suspeita de montar rede de lavagem de dinheiro

Foco das investigações da futura CPI do Cachoeira, prestes a ser instalada no Congresso, a Delta Construções é suspeita de ter montado uma rede de laranjas para lavar dinheiro numa triangulação com outra construtora, a Alberto e Pantoja Construções e Transporte Ltda., informa a repórter Alana Rizzo. Destino de R$ 26,2 milhões da Delta, a Alberto e Pantoja fez uma série de pagamentos a uma rede de pessoas com vínculos com a empreiteira sediada no Rio que, agora, negam que tenham recebido as quantias. (Págs. 1 e Nacional A4)

Sobrepreço em obra da Copa

O Tribunal de Contas do Estado de Minas apontou indícios de superfaturamento de R$ 6 milhões em obra de mobilidade urbana para a Copa de 2014 realizada pela construtora Delta em Belo Horizonte. (Págs. 1 e Nacional A4)

PMDB quer controlar CPI para coagir PT

O PMDB quer ser tutor da CPI do Cachoeira e assim negociar com o Planalto os rumos da investigação sobre as ligações políticas do contraventor Carlinhos Cachoeira. A ideia é mostrar que a CPI é uma “invenção do PT” e, uma vez instalada, respingará no governo de Dilma Rousseff por culpa do seu próprio partido. (Págs. 1 e Nacional A8)

Missão na Síria diz estar otimista

O secretário-geral da ONU, Ban Kimoon, pedirá helicópteros para os observadores na Síria. Eles creem que terão condições de realizar seu trabalho. (Págs. 1 e Internacional A11)

FMI sugere cautela no corte de juros

O Fundo Monetário Internacional recomenda cuidado com o corte de juros no Brasil e a manutenção de políticas monetárias frouxas na Europa e nos EUA. (Págs. 1 e Economia B8)

Dora Kramer

Em quem doer

Os fatos diariamente revelados sobre bicheiros, empreiteiros e políticos mostram a urgência de o Congresso instalar e levar adiante uma boa CPI. (Págs. 1 e Nacional A8)

Girish Gupta

Uma Cuba sem Chávez

Sucessão na Venezuela seria um golpe para o regime castrista, mas a ilha tem outros parceiros, indicando um cenário mais ameno que o pós-URSS. (Págs. 1 e Visão Global A12)

Notas & Informações

O surto populista de Cristina

O pior é que a Argentina já viu diversas versões deste filme. Nenhuma terminou bem. (Págs. 1 e A3)
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Correio Braziliense

Manchete: Governo teme perder controle sobre a CPI

Assinaturas na Câmara e no Senado já são suficientes para criar comissão que investigará ligações políticas de Cachoeira

Desde sexta-feira, o Palácio do Planalto negocia com os líderes dos partidos aliados os nomes que vão compor a CPI mista destinada a apurar as relações criminosas do bicheiro Carlinhos Cachoeira com políticos e empresas. O maior receio é não ter “soldados” para defendê-lo durante os trabalhos da comissão e, com isso, tornar-se refém de exigências da base aliada. “Estamos com dificuldades para escalar nossa tropa de choque”, admite um interlocutor do governo. Na avaliação de aliados, o Planalto demorou demais para perceber a gravidade da CPI. Na noite de ontem, o documento para abertura da comissão tinha o apoio de 340 deputados e 54 senadores – bem acima do mínimo necessário, que é de 171 adesões na Câmara e 27 no Senado. (Págs. 1 e 2)

Obras de empreiteira sob suspeita

CGU aponta irregularidades em contratos de R$ 632 milhões da Delta Construções com o governo. (Págs. 1 e 4)

Irmão de Demóstenes é investigado

Conselho Nacional do Ministério Público quer saber se o procurador agiu a serviço de bicheiro. (Págs. 1 e 3)

Crise do petróleo deve custar caro aos argentinos

O discurso populista da presidente Cristina Kirchner contagiou a população. Muitas pessoas saíram às ruas para defender o confisco da YPF e ofender os espanhóis, antigos controladores da empresa. Mas essa aventura tem preço: a Repsol pede US$ 10 bilhões de indenização. A Petrobras também corre risco no país vizinho. (Págs. 1, 9, 10 e Visão do Correio, 14)

Botox contra a enxaqueca

Popularizada pelo uso em tratamento estético, toxina é liberada pela Anvisa para combater cefaleias crônicas. (Págs. 1 e 19)

Salários extras: Senado decide fim de privilégio

Relator defende extinção do 14° e do 15° salários no projeto que deve ser apreciado a tarde pela Comissão da Mesa Diretora. Se a proposta for aprovada, existe a possibilidade de seguir hoje mesmo para votação no plenário. (Págs. 1 e 5)

Acusado de pedofilia pode ter viajado

Fontes diplomáticas informaram ao Correio que o iraniano preso por molestar crianças num clube da Asa Sul deve ter deixado o Brasil. O Itamaraty aguarda o relatório da polícia para tomar providências. (Págs. 1 e 25)
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Valor Econômico

Manchete: Estiagem reduz a geração de energia no Sul

Com a estiagem, os reservatórios da Região Sul atingiram níveis historicamente baixos, causando uma disparada de preços no mercado de curto prazo de energia. Por precaução, o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) adotou três medidas para poupar água dos reservatórios: nove usinas térmicas da região estão sendo acionadas, algumas hidrelétricas de Santa Catarina reduziram a geração e a transferência de energia do subsistema Sudeste/Centro-Oeste está perto do limite.

Na segunda-feira, os reservatórios do Sul baixaram para 30,3% sua capacidade de armazenamento, a menor nos meses de abril em pelo menos 12 anos. A parada na geração de algumas hidrelétricas decorre de recomendação do próprio ONS, que busca evitar complicações no futuro. O cenário difícil não afeta as demais regiões do país. (Págs. 1 e A4)

Foto-legenda: Reflexos positivos

Com faturamento de US$ 15 bilhões, a fabricante japonesa de vidros AGC volta-se agora para os emergentes, diz Kazuhiko Ishimura. No Brasil, investiu US$ 470 milhões numa fábrica. (Págs. 1 e B1)

Argentina recusa valor pedido por YPF

O governo argentino não está disposto a pagar os US$ 10,5 bilhões exigidos pela Repsol em troca da expropriação da petroleira YPF. O valor será definido por um tribunal local e ficará muito abaixo da quantia demandada pelos espanhóis. “O preço seguirá uma avaliação que levará em conta os passivos, e não o movimento especulativo do senhor (Antonio) Brufau'” disse o vice-ministro da Economia, Axel Kicillof, referindo-se ao CEO da Repsol. Em discurso no Senado, ele declarou que “segurança jurídica e ambiente de negócio são palavras horríveis”.

Segundo Kicillof, os passivos da YPF somam cerca de US$ 9 bilhões. Ele que a petroleira reduziu a produção nos últimos anos para forçar o governo a mudar a política de preços, que remunera o barril de petróleo a US$ 65, enquanto a cotação internacional supera os US$ 100. “Nos levaram ao desabastecimento para torcer nosso braço. Mas vamos manter estável o preço interno, sem a flutuação internacional. O que deve determinar o valor dos derivados é a estrutura de custos, e não a cotação exterior”, avisou. (Págs. 1, A10 e A13)

Diminuem os lançamentos de imóveis

Foi generalizada entre as empresas do setor a tendência de redução drástica dos lançamentos imobiliários no primeiro trimestre – o que se explica pelo desejo das incorporadoras de tentar vender os imóveis em estoque ou que estão sendo construídos como forma de melhorar a rentabilidade.

Algumas companhias não fizeram lançamentos nos três primeiros meses do ano. Foi o caso tanto da Trisul quanto da Tecnisa. Na EZTec, a redução de lançamentos frente aos três primeiros meses de 2011 foi de 67,6%. A companhia lançou um projeto residencial de médio padrão e um comercial. “Aproveitamos o trimestre para vender produtos lançados no quarto trimestre de 201l. Sem isso, entraríamos no segundo trimestre com muito estoque”, explica o diretor da EZTec, Emilio Fugazza. (Págs. 1 e B8)

Mattel fecha parceria com a Grow para produzir no país

Conhecida por importar os produtos que vende no Brasil, a Mattel tem planos de se tornar a maior fabricante de brinquedos do país em menos de dois anos. O primeiro passo já foi dado. A multinacional americana, dona da boneca Barbie, firmou uma parceria com a brasileira Grow para produzir parte do seu portfólio na fábrica da empresa, em São Paulo.

“É só o começo”, afirma o presidente da Mattel no Brasil, Ricardo Ibarra. Quando ele assumiu o cargo, há dois anos, o país era um dos seis maiores mercados da Mattel no mundo. Hoje, ocupa a segunda posição em vendas, perdendo apenas para os EUA. Segundo Ibarra, a Mattel se prepara para começar a produzir no Brasil também itens com maior valor agregado, em parceria com outros grandes fabricantes locais. (Págs. 1 e B5)

FMI prevê taxa de inflação acima da meta

O Fundo Monetário Internacional não acredita que o Brasil alcance o centro da meta de inflação de 4,5% fixada para este e o próximo ano, levantando dúvidas sobre a capacidade do Banco Central atingir o principal objetivo de sua estratégia de política monetária. O FMI projeta inflação de 5% para 2012 e 2013. No Panorama Econômico Mundial, o Fundo afirma que BC teve seu espaço de manobra limitado depois que as expectativas de inflação do setor privado se moveram acima da meta. O crescimento projetado para o país é de 3% em 2012 e 4,1% em 2013. O FMI acredita que metas de superávit primário de 3,1% do PIB nos dois anos serão cumpridas. (Págs. 1 e A3)

Desindustrialização assombra eleição francesa

Como no Brasil, a perda da importância da indústria provoca debates e promessas na França e se tornou um dos temas prioritários dos candidatos à eleição presidencial. “A desindustrialização não é mais uma ameaça, é um fato consumado”, escreveu François Hollande, candidato socialista, que lidera as pesquisas. Desde 2009, o país tem 385 fábricas a menos. E chama a atenção a aceleração da tendência de desindustrialização até em setores antes protegidos, como o automotivo.

Em Florange, na fronteira com a Alemanha, a usina da ArcelorMittal, o maior grupo siderúrgico do mundo, está paralisada desde outubro. A siderurgia local chegou a ter 100 mil operários em 1970. Hoje, são 5 mil. As minas de ferro e carvão foram desativadas. Longe do mar, com custos altos e baixa rentabilidade, as grandes siderúrgicas fecharam uma a uma a partir das décadas de 70 e 80. (Págs. 1 e A16)

Petrobras prevê preço médio mais alto para o petróleo e não descarta reajuste (Págs. 1 e B8)

Fabricantes de jatos executivos se enfrentam nos céus da China (Págs. 1 e B9)

Craig Emerson, ministro de Comércio da Austrália, defende protecionismo zero e investimentos no Brasil (Págs. 1 e A4)

Cresce a demanda por satélites

A europeia SES Global, que atua na operação de satélites, pretende lançar 12 equipamentos para países emergentes nos próximos cinco anos. No Brasil, já tem satélites em órbita e aguarda autorização para outros três. (Págs. 1 e B3)

Progen no programa submarino

A francesa DCNS, responsável pelo Programa de Desenvolvimento de Submarinos (Prosub) da Marinha brasileira, fechou acordo com a Progen, que atuará na seleção e acompanhamento dos contratos com fornecedores nacionais. (Págs. 1 e B6)

CSA fecha acordo ambiental

Operando com uma licença de pré-operação, a Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA) assinou termo de ajustamento de conduta com os órgãos ambientais do Rio. Com isso, espera atingir plena capacidade de produção no primeiro semestre de 2013, diz Jorge Oliveira. (Págs. 1 e B7)

Endress+Hauser em Itatiba

A fabricante suíça de instrumentos de medição Endress+Hauser vai construir em Itatiba (SP) sua primeira fábrica na América do Sul. A previsão é que a fábrica comece a operar em outubro. (Págs. 1 e B8)

JBS mantém expansão

A JBS comprou mais dois frigoríficos no Norte do país por R$ 3 milhões. As plantas ficam em Ariquemes (RO) e Rio Branco (AG). A empresa também continua interessada nos ativos da Frangosul, avaliados em R$ 2 bilhões. (Págs. 1 e B12)

Sedução dos bônus corporativos

Grandes fundos internacionais que compram papéis de renda fixa de países emergentes estão cada vez mais interessados em títulos corporativos brasileiros. Só no primeiro trimestre, as empresas do país emitiram USS 23 bilhões em bônus no exterior. (Págs. 1 e C1)

Ideias

Cristiano Romero

Baseado na expansão do consumo, o modelo de desenvolvimento adotado no Brasil condena a indústria a um papel menor. (Págs. 1 e A2)

Ideias

Martin Wolf

A principal força econômica que agora mantém coeso o sistema da zona do euro e o medo de uma ruptura. (Págs. 1 e A15)
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Estado de Minas

Manchete: Erros médicos em Minas superam Rio e São Paulo

Os recentes casos de um menino medicado com ácido via oral em vez de sedativo e de outro que recebeu leite na veia são apenas a ponta do iceberg quando se trata de maus procedimentos em hospitais mineiros, que geram uma denúncia a cada dois dias, como mostrou ontem o EM. Segundo o SUS, no ano passado 228 pessoas foram internadas no estado devido a esse tipo de falha. A taxa de erros, de 1,16 por 100 mil habitantes, é 3,4 vezes superior à do Rio de Janeiro (0,34), 2,3 vezes maior do que a de São Paulo (0,5) e 1,5 vez mais alta do que a de Distrito Federal e Bahia (0,8). A técnica em enfermagem que ministrou ácido à criança depôs na polícia e admitiu ter confundido a substância com medicamento. (Págs. 1 e 23)

MG perde no Minha Casa

Estado ocupa a 21ª posição no ranking de moradias a serem entregues na segunda fase do programa, com 7,8 mil unidades. Déficit habitacional mineiro estimado é de 474 mil imóveis. (Págs. 1 e 6)

Cachoeira: Empresa tem 60 contratos irregulares com o governo

Auditoria da CGU identifica erros em acordos da União com a construtora Delta, suspeita de ter ligações com o bicheiro Carlos Cachoeira. (Págs. 1 e 4)

Repsol cobra US$ 10,5 bi da Argentina

Petrolífera espanhola quer receber o valor por sua participação de 57,4% na YPF, filial argentina da companhia, expropriada na segunda-feira pelo governo de Cristina Kirchner. Para economistas, a medida é cortina de fumaça frente à crise. (Págs. 1, 12 e Editorial, 10)

Visita: Hillary elogia Dilma pela luta contra a corrupção (Págs. 1 e 3)

Mineração: Audiência discute danos em Conceição do Mato Dentro (Págs. 1 e 13)

Laticínios: Itambé abrirá capital na bolsa em três anos (Págs. 1 e 15)

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Jornal do Commercio

Manchete: Organizadas fora da festa (Págs. 1 e Esportes 1 a 3)

Petrobras prevê alta do combustível

Por causa do preço do petróleo no mercado internacional acima da previsto para o período 2011-2015, gasolina e diesel vão subir “em algum momento deste ano”, segundo a presidente da empresa Graça Foster. (Págs. 1 e Economia 1 e 2)

Protestos paralisam rodovias

Mobilização de sem-teto e de sem-terra causaram problemas em vários postos do Estado do País. (Págs. 1, 6, Cidades, 6 e Economia 5)

Confusão e fuga de menores na Funase do Bongi

Internos escaparam na mesma hora de conferência sobre direitos de jovens e crianças. (Págs. 1 e Cidades 5)
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Zero Hora

Manchete: Vendas de carros caem com restrição a crédito

Receosas diante do aumento da inadimplência, instituições financeiras reduziram prazos de pagamento. Número de financiamentos diminuiu 20% neste ano. (Págs. 1 e 16)

Cristina bélica: Por que a Argentina compra briga

Estatização de petrolífera soma-se a série de conflitos com países e instituições. (Págs. 1, 4 e 5)

Ficha Limpa: Novas regras devem lotar os tribunais

Especialistas acreditam que haverá enxurrada de impugnações. (Págs. 1 e 6)

Crack nem pensar: RS apresenta novas armas contra a droga

Programa de R$ 103 milhões incluirá abordagem de sem-teto e câmeras. (Págs. 1 e 24)

Justiça Federal: Assis Moreira é condenado por lavagem

Decisão prevê cinco anos em semiaberto. Empresário pode recorrer. (Págs. 1 e Esportes)
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Brasil Econômico

Manchete: Tesouro faz emissão em reais para manter dólar em trajetória de alta

Os R$ 3 bi em bônus emitidos ontem na Europa e nos EUA tiveram taxa de retorno de 8,6%, a menor da história, e fazem parte da estratégia do governo de conter a queda da moeda americana, que fechou a R$ 1,85, a maior cotação em três meses. (Págs. 1 e 30)

Cristina Kirchner expropriou Repsol para abafar crise interna

Cercada por crises e desconfianças, presidente argentina radicalizou e agora vai enfrentar a ira da Espanha, maior investidor do país, que vai retaliar. Empresa exigiu US$ 10 bi pelos 51% que foram estatizados . (Págs. 1 e 4)

Santander anuncia corte nos juros

Após BB, CEF e HSBC, banco espanhol reduziu ontem as taxas para pequenas e médias empresas. (Págs. 1 e 31)

Abriga que agita o Campo de Marte

Infraero quer licitar áreas no quinto maior aeroporto do país. Empresas se mobilizam para impedir. (Págs. 1 e 28)

Hillary afirma que Dilma é exemplo contra corrupção

Secretária dos EUA disse que luta contra desvio de dinheiro público estabelece “padrão mundial”. (Págs. 1 e 6)

Camargo Corrêa precisa dar garantia para levar Cimpor

CVM de Portugal exige provas para liberar venda da cimenteira para o grupo brasileiro por € 2,5 bi. (Págs. 1 e 16)

O tesoureiro

José Henrique Lobo cuidará das finanças na campanha de José Serra, líder nas pesquisas para a Prefeitura de São Paulo. (Págs. 1 e 8)
Clipping Radiobrás

Edição: Equipe Fenatracoop

Portal Cambé, site de informações e serviços de Cambé – PR.

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