Justiça aceita contratos que ignoram CLT – Governo se arma para aprovar temas polêmicos no Congresso – Enchentes poderão custar US$ 4 bilhões ao ano para o Brasil – Senador quer MP investigando Bezerra Coelho – Consumidor: Preço pode ser bom e a viagem ruim – Lixo e desordem na praia – 70% das grandes empresas participam de redes sociais – Congresso e STF disputam seus limites – Internet é aliada de cliente insatisfeito…

O Globo

Manchete: Águas de janeiro – De 75 pontes previstas para a Serra, só uma foi construída

União destinou R$ 79 milhões, mas estado alega que natureza prejudicou obras

Um ano depois da maior tragédia climática do país, que atingiu a Região Serrana, o governo do estado só reconstruiu uma das 75 pontes previstas para dez cidades do interior fluminense. Mesmo assim, ela funciona em meia pista porque a construção, em Bom Jardim, não foi totalmente concluída. O estado recebeu da União R$ 79,5 milhões para as obras, mas o vice-governador alega que o atraso foi porque as enxurradas mudaram as margens dos rios e o volume d’água sob as pontes. Técnicos do governo federal apontaram irregularidades nos projetos. A situação piorou em Cardoso Moreira, onde um dique se rompeu ontem e, no sábado, uma queda de barreira praticamente isolou a cidade. (Págs. 1, 11 e 12)

Plano antienchente sai hoje

Depois de uma semana de chuva e pelo menos 12 mortes, cinco ministros apresentam hoje a Dilma um plano para minimizar efeitos das enchentes no Sudeste e da estiagem no Sul. O ministro Fernando Bezerra vai também se explicar sobre denúncias de favorecimento. Em Minas, voltou a chover. (Págs. 1 e 5)

Foto-legenda: Parte da estrada MG-20 destruída pela chuva de ontem: em Minas, as enchentes mataram 12 pessoas e levaram 103 cidades a decretar estado de emergência.

Alemanha e França: ação contra crise

Merkel e Sarkozy vão propor medidas para a Europa voltar a crescer e reduzir desemprego

Em encontro hoje, em Berlim, a chanceler da Alemanha, Angela Merkel, e o presidente da França, Nicolas Sarkozy, vão propor novas medidas para a Europa enfrentar a crise econômica, incluindo a disciplina orçamentária e a redução da dívida na zona do euro. O objetivo das medidas é reativar o crescimento e diminuir o desemprego entre os jovens, permitindo maior mobilidade dos trabalhadores entre os países. O primeiro-ministro do Reino Unido, David Cameron, disse que vetará um imposto europeu sobre transações financeiras, a menos que a medida seja adotada globalmente, aprofundando o confronto com Alemanha e França. (Págs. 1 e 17)

Reforma penal prevê tornar crime jogo do bicho

A Comissão Especial criada no Senado já definiu as principais propostas para a maior reforma a ser realizada no Código Penal. Entre elas, criminalizar o jogo do bicho, que hoje é considerado contravenção, tipificar o crime de terrorismo e aumentar a pena a ser cumprida em casos de crimes hediondos. Outra recomendação é aumentar as alternativas para o aborto legal. (Págs. 1 e 3)

Petrobras tem 2ª pior perda global na Bolsa

Com a crise, a Petrobras registrou no ano passado a segunda maior perda de valor de mercado do mundo: US$ 72 bilhões. Caiu duas posições, para 5º lugar, entre as maiores petroleiras. Analistas se dividem sobre a recuperação das ações este ano. (Págs. 1 e 19)

Afastado do Brasil e isolado, Irã busca novos aliados latinos (Págs. 1 e 20)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: Escassez de imóveis para alugar é a maior em 10 anos

Falta atinge setores residencial e comercial; procura faz aluguel de escritórios no Rio ficar mais caro que em NY

A forte procura por imóveis residendais e comerciais para alugar fez a taxa de vacância recuar em 2011 para o menor nível dos últimos dez anos, e o valor do aluguel explodiu, mostram empresas do setor. Os imóveis residenciais mais procurados são apartamentos de um e dois dormitórios, cujos alugueis subiram quase 20%. No segmento comercial, áreas para escritórios no Itaim, em São Paulo, e no Leblon, Rio de Janeiro, são as mais cobiçadas. Pesquisa indica que a aluguel do metro quadrado de escritório no Rio chegou a US$ 69,40, ante US$ 62,60 em Nova York. O terceiro lugar desse ranking das regiões com aluguel comercial mais alto, à frente de Washington, também é ocupado pelo Brasil, mas pelo polo de escritórios de São Paulo, onde o metro quadrado está em US$ 60,30. (Págs. 1 e Economia B1)

4,2% foi a taxa média de vacância de escritórios em São Paulo no terceiro trimestre de 2011. No Rio, ficou em 3,1%.

Pressionado, Bezerra dirá a Dilma que quer ficar no cargo

O ministro Fernando Bezerra Coelho (Integração) dirá a Dilma Rousseff, se a presidente questioná-lo, que prefere ficar no cargo a se candidatar a prefeito do Recife, relata Marta Salomon. Bezerra, que favoreceu Pernambuco com verbas antienchente, não acredita que será demitido – o governador Eduardo Campos (PSB-PE), aliado do Planalto, é seu padrinho político. (Págs. 1 e Nacional A4)

Foto-legenda: Redação da Fuvest tem tema político

Em faculdade na Vila Leopoldina, candidatos aguardam a segunda fase da Fuvest, cuja redação, considerada difícil por vários estudantes, teve como tema a participação dos cidadãos na política – a prova perguntava se essa participação era ‘indispensável’ ou ‘superada’. (Págs. 1 e Vida A12)

PM escolta ‘procissão do crack’

Com o tráfico a todo vapor, restou a Polícia Militar, no primeiro fim de semana após a ocupação da cracolândia, escoltar pelas ruas do centro de São Paulo grupos de até cem pessoas, numa “procissão do crack”, relata o repórter William Cardoso. Em alguns momentos de
“folga” na caminhada forçada imposta pela polícia, os grupos paravam para acender os cachimbos e voltavam a andar, sem destino. “A gente só vai enxugar gelo”, admitiu um policial, que, como outros colegas, demonstrava cansaço. (Págs. 1 e Cidades C1)

EUA responderão ‘com força’ ao Irã (Págs. 1 e Internacional A9)

Guia de diabete tenta evitar amputações (Págs. 1 e Vida A10)

Shlomo Ben-Ami

Os danos da guerra

A retirada dos EUA do Iraque, numa grave crise da frágil ordem política do país árabe, encerra um capítulo trágico da história americana. (Págs. 1 e Visão Global A8)

Notas & Informações

Diversificar as exportações

O Brasil vem perdendo espaço nas exportações de produtos manufaturados. (Págs. 1 e A3)

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Correio Braziliense

Manchete: Megassalários dividem o governo

O pagamento de contracheques a servidores do primeiro e segundo escalões acima do limite constitucional, graças à participação em conselhos administrativos e fiscais de empresas estatais e privadas, tem encontrado oposição dentro do próprio Executivo. Quando era senadora, a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, casada com o ministro Paulo Bernardo, um dos beneficiados com os supersalários, apresentou projeto de lei relacionando as remunerações que não podem ultrapassar o teto, entre elas os jetons. Ontem ela reafirmou sua posição. (Págs. 1 e 7)

Sob pressão: Dia D para Bezerra no Planalto

Ao lado de outros quatro ministros, o chefe da pasta de Integração Nacional se reúne com Dilma Rousseff para discutir planos contra os estragos provocados pelas chuvas. É o primeiro encontro com a presidente após as denúncias que tiraram o irmão dele da presidência interina da Codevasf. (Págs. 1, 3 e 5)

Cobiça pelos ministérios

Além de brigar pela indicação dos ministros na reforma que Dilma fará nas próximas semanas, partidos disputam a verba para investimentos. São R$ 63 bilhões em jogo. (Págs. 1 e 2)

Anvisa não tem estatísticas sobre silicone (Págs. 1 e 6)

A favelização no Distrito Federal

Levantamento do IBGE mostra que a capital tem hoje 36 loteamentos de baixa renda, onde mais de 133 mil pessoas vivem sem os serviços básicos de infraestrutura. (Págs. 1, 17 e 18)

Mercado ainda discrimina as mulheres

Há 16 anos, Maria Helena faz bicos para sustentar a família. Ela é sempre preterida nas seleções de trabalho. Especialistas confirmam o preconceito dos empregadores com a mão de obra feminina. (Págs. 1 e 22)

Irã em alta tensão

O presidente Ahmadinejad chegou ontem a Venezuela. Além da crise internacional, ele trava disputa interna com o aiatolá Ali Khamenei. (Págs. 1 e 12)

Internet é aliada de cliente insatisfeito (Págs. 1 e 24)

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Valor Econômico

Manchete: Fusões batem recorde no setor de educação

O movimento de fusões e aquisições no setor de ensino privado bateu recorde no ano passado. Só as operações – cerca de 20 – realizadas por quatro empresas de capital aberto movimentaram R$ 2,4 bilhões. No total, ocorreram 27 transações, mas não há dados precisos sobre as que envolveram instituições menores e de capital fechado. Nunca houve um valor tão alto no país, pelo menos desde 2007, quando os grandes grupos de ensino começaram a abrir seu capital e passaram a tornar públicas suas contas. Em 2012, o setor deve continuar registrando negócios, porque existe ainda espaço para consolidação no ensino fundamental e médio, afirma Luís Motta, sócio da KPMG.

O valor recorde de transações foi puxado pela mineira Kroton, que comprou por R$ 1,3 bilhão a Universidade do Norte do Paraná (Unopar), líder no segmento de ensino a distância. Essa foi a maior operação já fechada no setor de educação no país. Outro grande negócio foi a compra da Uniban, de São Paulo, pela Anhanguera, por R$ 510 milhões. A Anhanguera é o maior grupo de ensino do país, com 292 mil alunos. A Kroton, vice-líder, tem 264 mil. O mercado nacional de educação superior tem 5,3 milhões de alunos, sendo 75% em faculdades particulares. A movimentação no setor também foi motivada pela retomada dos investimentos da britânica Pearson e da brasileira Abril Educação. (Págs. 1, B6 e A2)

Foto-legenda: Panos da Novartis

A Novartis planeja construir fábrica de vacinas em Pernambuco, transferir tecnologia e reforçar a pesquisa de produtos para doenças tropicais, diz Joe Jimenez, CEO global da empresa suíça. (Págs. 1 e B1)

Dúvidas sobre retomada americana

Os bons indicadores econômicos divulgados nos últimos dias não formam ainda um cenário consistente de recuperação da economia americana. Essa é a avaliação de analistas consultados pelo Valor sobre a redução da taxa de desemprego e a melhora da produção industrial, entre outros dados que surpreenderam favoravelmente.

Houve quem considerasse esses resultados razão suficiente para a previsão de que os EUA estariam entrando numa trajetória mais firme de recuperação. Mas os avanços são bastante frágeis e modestos, ante os estragos causados pela grande recessão, e a economia americana segue vulnerável à crise da zona do euro. (Págs. 1 e A10)

Justiça aceita contratos que ignoram CLT

Com as mudanças nas relações de emprego nas últimas décadas, o Judiciário começa a aceitar novas formas de contrato fora da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Decisões recentes rejeitaram o vínculo de emprego para alguns executivos, médicos, advogados e professores, dependendo do tipo de relação que mantinham com a organização que os contratou, em uma espécie de
“flexibilização” das normas trabalhistas. Dois critérios considerados pela Justiça nessas decisões foram o grau de instrução do profissional e sua remuneração. Quando a atividade envolve conhecimento intelectual especializado e autonomia, os tribunais vêm considerando que não há desvantagem para o trabalhador na negociação do próprio contrato. (Págs. 1 e E1)

Taxa de investimento deve ter expansão modesta neste ano

O Brasil não deve contar com um grande salto nos investimentos em 2012, medido pelo critério da formação bruta de capital fixo (que considera os gastos na construção civil, máquinas e equipamentos). Depois de ter crescido mais de 21% em 2010, o índice decepcionou no ano passado – o dado oficial ainda não foi divulgado, mas a expansão deve ter ficado entre 4% e 5%. Agora, mesmos os mais otimistas não esperam mais do que 8%. A maioria das projeções indica algo entre 4,5% e 6,5%.

A queda dos juros reais e a aposta na aceleração dos investimentos da União e nas obras da Copa do Mundo e Olimpíada são pontos positivos. Na contramão, os riscos vêm do cenário externo, que abala a confiança dos empresários, e a situação delicada da indústria de transformação. (Págs. 1 e A6)

Congresso e STF disputam seus limites

O Congresso e o Supremo Tribunal Federal (STF) devem ampliar em 2012 a discussão, já bastante conflituosa, sobre os limites de cada Poder. Isso virá à tona não só no debate sobre os poderes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em que parte do Judiciário deseja impor limites ao órgão, enquanto o Legislativo é favorável à sua liberdade de atuação. Também serão expostas as divergências quanto à falta de cumprimento pela Câmara dos Deputados e pelo Senado das determinações do STF para que aprovem leis de sua competência exclusiva, como a legislação de greve para o setor público e sobre benefícios fiscais dos Estados.

Ministros do STF estudam aprofundar os meios de controle de suas decisões para evitar que o Congresso protele sua execução. “Temos que assentar questões quanto à súmula vinculante e às reclamações”, diz o ministro Gilmar Mendes, referindo-se a dois mecanismos que fazem com que decisões do STF sejam cumpridas por todos os tribunais do país. (Págs. 1 e A6)

70% das grandes empresas participam de redes sociais

Com o êxito das mídias sociais, as empresas mergulharam nelas – 70% das grandes companhias participam dessas redes, segundo pesquisa da KPMG em dez países. O país que encabeça a lista é a China, com mais de 80% das grandes empresas presentes nas mídias sociais. O Brasil acompanha a média global, com 68,1%.

Para Timothy Norris, diretor da KPMG no Brasil, marcar território em sites como o Facebook tornou-se importante para assegurar a fidelidade do consumidor e saber qual é a percepção que as pessoas têm da empresa. A tendência é mais forte entre as companhias de países emergentes, porque os consumidores desses mercados são mais abertos ao uso das redes sociais. (Págs. 1 e B3)

Reveses na globalização do varejo

Após duas décadas de expansão internacional, o sonho de construir uma rede varejista mundial está morrendo. Embora haja alguns casos de sucesso, nenhuma rede de supermercados conseguiu se transformar em uma gigante verdadeiramente internacional, com operações abrangendo os maiores mercados desenvolvidos e emergentes. Investidores estão se perguntando se seria melhor para o varejo reduzir suas ambições mundiais e se concentrar em produzir valor para os acionistas. Resta a dúvida se haverá ainda uma última aposta nas chances de predominância global, inclusive por meio de uma tentativa de aquisição. O principal alvo dessas especulações é o Carrefour. (Págs. 1 e B4)

Brasil suspeita de novo esquema para importar sapato chinês (Págs. 1 e A4)

Pessoa física perde espaço na bolsa pela primeira vez em nove anos (Págs. 1 e D2)

Montadoras vivem “dias melhores”, diz Grace Lieblein, que preside a GM no Brasil (Págs. 1 e B7)

IED não cobrirá déficit em 2012

Pela primeira vez em 11 anos, o déficit brasileiro em transações correntes não deverá ser coberto pela entrada de investimento estrangeiro direto (IED) em 2012. A previsão oficial é de um déficit de US$ 65 bilhões. (Págs. 1 e A4)

Inflação sob controle

O cenário para a inflação neste ano deve ser mais tranquilo que o de 2011, com um comportamento mais favorável em preços administrados e alimentos. Mudança na ponderação do IPCA também deve contribuir. (Págs. 1 e A5)

Aviação cresce, mas desacelera

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) divulga hoje crescimento de 9,62% na demanda por voos domésticos em novembro, em relação a igual período de 2010. Foi o 30º mês consecutivo de expansão, mas confirma os sinais de desaceleração. (Págs. 1 e B6)

UE alivia barreira à carne

O Brasil desistiu, ao menos por enquanto, de levar a União Europeia à OMC por conta das barreiras à exportação de carne bovina. A UE aceitou proposta de revisão da Diretiva 61, que impôs as restrições, e as negociações vão prosseguir. (Págs. 1 e B10)

‘Commodities do medo’

Para o Rabobank, o algodão e a cultura mais vulnerável a turbulências neste ano e o câmbio é o fator que poderá aprofundar as efeitos dessas turbulências, tanto na cotonicultura como nos demais segmentos agrícolas. (Págs. 1 e B10)

Ideias

Renato Janine Ribeiro

Quem é democrata da boca para fora reconhece que esse regime, que não é o seu, é o melhor que existe. (Págs. 1 e A8)

Ideias

Marcelo Kfoury e Leonardo Porto

O cenário mais complicado para o Brasil seria uma desaceleração mais forte na China, deprimindo o preço das commodities. (Págs. 1 e Al2)

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Estado de Minas

Manchete: O pesadelo continua

Os temporais não dão trégua aos mineiros e castigaram novamente a Região Central, a Zona da Mata e a Grande BH. Ouro Preto, Itabirito, Cataguases, Muriaé, Guidoval, Brumadinho e Juatuba estão entre as cidades mais atingidas no fim de semana. A frequência das tempestades e a insistente chuva fina em boa parte do estado atrasam o início da reconstrução do que foi destruído por deslizamentos, enxurradas e alagamentos. Já são 12 mortos em consequência da violência das águas e 103 municípios estão em estado de emergência. Na capital, o medo ronda as encostas e margens de córregos, enquanto no Bairro Buritis donos de apartamentos em prédio condenado assistem à queda gradativa do imóvel. (Págs. 1, 5 e 17 a 20)

Estradas sofrem mais castigo

As rodovias federais que cortam Minas são as mais atingidas pelas chuvas. A queda de uma barreira, ontem, na BR-381, perto de São Gonçalo do Rio Abaixo, no trecho BH/Governador Valadares, deixou a via praticamente interditada por quase 10 horas. Na BR-040, sentido BH/Rio de Janeiro, o transbordamento de um córrego alagou a pista no km 610. As estaduais também sofrem. Há 103 trechos com restrições e parte da pista da MG-020, BH/Santa Luzia, foi levada pelo Ribeirão do Onça. (Págs. 1, 5 e 17 a 20)

Ajuda a quem precisa

Municípios atingidos pelos temporais, como Ouro Preto, começam a receber roupas, alimentos e remédios recolhidos por ONGs e enviados por instituições públicas. Geólogos vão avaliar os estragos causados pela chuva na cidade histórica. (Págs. 1, 5 e 17 a 20)

Governo: Poder quase absoluto do Executivo

Os governos federal e de Minas Gerais e a Prefeitura de BH conseguiram a aprovação de grande parte dos projetos enviados ao Congresso, à Assembleia e à Câmara Municipal em 2011. De acordo com especialistas, uma das explicações está na Constituição, que limita a ação de deputados e vereadores. (Págs. 1 e 3)

Consumidor: Preço pode ser bom e a viagem ruim

Cuidado para o voo ao destino escolhido para as férias não se transformar numa dor de cabeça de cura difícil. É comum companhias aéreas anunciar promoções bem mais em conta que a locomoção por terra e o passageiro se deparar no aeroporto com problemas como atrasos e cancelamentos. (Págs. 1 e 12)

Anvisa vai mapear cirurgias com silicone (Págs. 1 e 7)

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Jornal do Commercio

Manchete: Lixo e desordem na praia

Porto de Galinhas e Serrambi sofrem com pilhas de lixo e esgoto a céu aberto. Faltam serviços básicos. Reforço aos bombeiros, prometido pelo governo do Estado, ainda não chegou ao Litoral Sul. Monitoramento ficou a cargo da Guarda Municipal. (Págs. 1 e 11)

Senador quer MP investigando Bezerra Coelho

Procuradoria-Geral da República será acionada pelo líder do DEM, Demóstenes Torres. (Págs. 1 e 3)

EUA X Venezuela

Suspeita de cometer ataques cibernéticos, consulesa venezuelana é expulsa dos Estados Unidos. (Págs. 1 e 6)

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Zero Hora

Manchete: Dilma convoca emergência para tratar da seca no Sul

O Palácio Piratini libera hoje sementes, dinheiro e maquinário para abertura de poços, no mesmo dia em que o Planalto anunciará verbas federais para socorrer os municípios mais atingidos. (Págs. 1, 24 e 25)

Foto-legenda: Dia de redação

Segundo dia de vestibular da UFRGS tem Língua Portuguesa e Redação. (Págs. 1 e 22)

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Brasil Econômico

Manchete: Enchentes poderão custar US$ 4 bilhões ao ano para o Brasil

Cálculo feito pelo Swiss Re mostra que, até 2030, 43 milhões de pessoas correm risco de sofrer com inundações se o país não se prevenir. (Págs. 1 e 4)

1 US$ 105 bilhões foi quanto as seguradoras tiveram de pagar no ano passado para ressarcir danos como os causados por tragédias naturais.

2 R$ 296 milhões custou a reforma feita pela Cervejaria Petrópolis para evitar prejuízos decorrentes das chuvas na região serrana do Rio.

3 US$ 37,5 milhões foi a média anual de perdas das seguradoras no Brasil na última década com problemas ocasionados por inundações.

Donos da Ambev reforçam presença em solo paulista

São Carlos, empresa de imóveis comerciais do trio Marcel Telles, Carlos Sicupira e Jorge Paulo Lemann, quer aproveitar a demanda reprimida no mercado de São Paulo. (Págs. 1 e 18)

Governo se arma para aprovar temas polêmicos no Congresso (Págs. 1 e 6)

‘Sadia mineira’ quer ganhar o Brasil

Depois de disputar fábricas da BRF, a Pif Paf negocia com fundos de investimentos um plano para faturar R$ 2 bilhões. (Págs. 1 e 16)

Tudo ou nada no Salão de Detroit

Desafio das montadoras é mostrar carros compactos, ecológicos e potentes o suficiente para encantar os americanos. (Págs. 1 e 24)

Irã se reaproxima da América Latina

Presidente Mahmud Ahmadinejad vem a Venezuela, Nicarágua, Cuba e Equador tentar romper isolamento diplomático. (Págs. 1 e 36)

Investidor vê seu capital engordar e sumir com ação de baixa liquidez

A Mundial chegou a subir 33,7% e, em três meses, valia centavos. Pet Manguinhos e Telebras também fizeram bate e volta na bolsa. (Págs. 1 e 30)

Custo de vida

Apesar de ter fechado 2011 no teto da meta, inflação brasileira é a menor entre os países do Mercosul. (Págs. 1 e 8)

Clipping Radiobrás

Edição: Equipe Fenatracoop

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