Governo mexe na poupança e sinaliza taxa Selic abaixo de 8,5% – Abandono afetivo: Decisão do STJ muda o rumo de ações em Minas – Dia de quebradeira e protestos no Buriti – Salário de professor está atrasado em SP – Sem lei, não pode bicicleta elétrica no Rio – Populismo afasta investimentos – Procuradores de MG deixam de bater ponto – Nova face: De bengala, Lula expõe fragilidade…

O Globo

Manchete: Poupança renderá menos para os juros caírem mais

Decisão de Dilma vale a partir de hoje, mas só para novos depósitos

O governo anunciou ontem uma mudança ousada nas cadernetas de poupança, que reduzirá o rendimento para quem fizer novos depósitos já a partir de hoje. A medida, no entanto, é considerada indispensável para abrir caminho para uma queda maior da taxa básica de juros no país, hoje em 9% ao ano. Pelas novas regras, quando a taxa básica (Selic) ficar igual ou menor do que 8,5%, a poupança terá rendimento equivalente a 70% da Selic mais a Referencial (TR). Na prática, um depósito de R$ 10 mil, pelas regras atuais, renderia R$ 616,78 ao fim de um ano. Com a nova regra e Selic a 8,5%, esse mesmo depósito renderia R$ 582,91. Para angariar apoio político para a cruzada pela redução dos juros, a presidente Dilma Rousseff reuniu-se ontem com políticos, empresários e centrais sindicais. A oposição criticou. (Págs. 1, 27 a 31, Míriam Leitão e Flávia Oliveira, Negócios & Cia)

Fotolegenda: Bengala

Usando bengala e amparado, Lula participou ontem de um seminário no BNDES. Sua assessoria disse que o apoio se deve à perda de musculatura na perna após emagrecimento devido ao câncer. (Págs. 1 e 11)

Com lucro menor, BB fica atrás de Bradesco e Itaú

O aumento do calote nos financiamentos de veículos e das reservas para cobrir perdas de ações na Justiça fez o Banco do Brasil ter lucro líquido 14,7% menor no primeiro trimestre: R$ 2,5 bilhões. Com isso, o ganho do banco estatal, o maior do país, ficou abaixo do registrado pelo Itaú Unibanco (R$ 3,4 bilhões) e pelo Bradesco (R$ 2,7 bilhões). Diante do resultado, as ações do banco caíram 1,48% na Bolsa de Valores de São Paulo. (Págs. 1 e 30)

Editorial

Na ofensiva para reduzir juros, o governo deve ter uma política de desconcentração bancária. Só discurso não adianta. (Págs. 1 e 6)

Populismo afasta investimentos

A Argentina, que era o terceiro principal destino dos investimentos estrangeiros na América Latina, caiu para sexto lugar em 10 anos. As intervenções dos anos Kirchner afugentaram investidores. (Págs. 1 e 33)

Relator pede ação contra Demóstenes

No relatório em que pediu abertura de processo contra Demóstenes Torres no Conselho de Ética do Senado, Humberto Costa (PT-PE) disse que o senador goiano mentiu ao se apresentar apenas como amigo de Cachoeira. Demóstenes ajudou o bicheiro desde o início do mandato. (Págs. 1, 3 e editorial “As chances de ser uma CPI verdadeira”)

Empresas vão à Justiça por outdoors

O Sindicato das Empresas de Publicidade Exterior (Sepex-RJ) anunciou que vai à Justiça tentar derrubar o decreto Rio Limpo. No primeiro dia de operações, foram retirados nove outdoors e sete lonas com propaganda. (Págs. 1 e 17)

Sem lei, não pode bicicleta elétrica no Rio

O Denatran esquentou a polêmica sobre o ciclista multado pela Lei Seca alertando que, sem regulamentação, não são permitidas bicicletas elétricas no Rio. Dois agentes foram afastados por terem montado blitz na ciclovia. (Págs. 1 e 14)

Ativista chinês põe Obama sob crítica nos EUA

O dissidente cego Chen Guangcheng disse que quer deixar Pequim no avião de Hillary Clinton. Além de ameaçar as relações EUA-China, caso fez Obama ser criticado pela oposição e por ONGs de defesa dos direitos humanos. (Págs. 1 e 36)

Após cotas, STF decide que ProUni também é legal (Págs. 1 e 13)

Fotolegenda: História no varal

Jornais secam no varal, junto a prateleiras de livros antigos, na Biblioteca Nacional, após o rompimento de um duto do ar-condicionado. (Págs. 1 e 18)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: Governo cria gatilho para poupança

Se o BC cortar a Selic para 8,5% ou menos, o ganho da caderneta passará a ser 70% dessa taxa mais TR; intenção é facilitar redução dos juros

Para permitir a queda dos juros, o governo criou um gatilho que vai reduzir o ganho da poupança. Nada muda de imediato, mas, se o Banco Central decidir cortar a Selic (taxa de juros básica) para 8,5% ou menos – o que pode acontecer neste semestre -, o rendimento passará a ser 70% dessa taxa acrescido da variação da Taxa Referencial (TR), em vez dos tradicionais 0,5% mais TR. Essa nova fórmula atingirá os depósitos feitos a partir de hoje. Para depósitos antigos, nada muda. As características da poupança atual, como isenção do Imposto de Renda, rendimentos mensais e liquidez diária, não mudam. “É um passo histórico, mas é só um passo”, disse a presidente Dilma Rousseff a líderes da base aliada. Dilma pediu ainda cuidado na divulgação do tema, pois admitiu preocupação com interpretações errôneas de que o governo congelará a poupança. “Não vamos fazer nenhuma gracinha, nenhuma loucura”, afirmou a presidente a sindicalistas. A Confederação Nacional da Indústria manifestou apoio à medida. (Págs. 1 e Economia B1,B3 a B5 e B8)

Análises

Celso Ming
Além da mudança

Confirmam-se duas quase suspeitas: o BC passou a operar com meta de juros e vem aí um corte maior da Selic. (Págs. 1 e B2)

José Paulo Kupfer
Sem ‘Lei de Gérson’

Uma aplicação financeira não pode ser, ao mesmo tempo, a mais segura, a mais líquida e a mais rentável. (Págs. 1 e B4)

Pedido processo contra Demóstenes no Senado

Conselho de Ética tende a aceitar abertura do caso

O relator do caso de Demóstenes Torres (sem partido) no Conselho de Ética do Senado, Humberto Costa (PT-PE), pediu processo por quebra de decoro contra o senador goiano. A tendência é que o conselho aceite o pedido. Demóstenes é suspeito de participar de esquema do contraventor Carlinhos Cachoeira. No parecer de Costa, ele é acusado de mentir. O último senador que enfrentou processo de cassação no Conselho de Ética foi Renan Calheiros (PMDB-AL), em 2007. Ele foi absolvido. (Págs. 1 e Nacional A4, A6 e A7)

Fotolegenda: Lula aparece de bengala

Lula é amparado por assessor do governo do Rio, após discurso no BNDES; sem improvisar, o ex-presidente voltou a atacar os países ricos. (Págs. 1 e Nacional A7)

Serra defende igrejas no debate eleitoral

Em processo de aproximação com líderes religiosos de São Paulo, o pré-candidato tucano à Prefeitura, José Serra, afirmou que a manifestação das igrejas durante a campanha eleitoral é “legítima”. Para ele, os religiosos têm o direito de manifestar seus princípios, como ocorreu na eleição de 2010. (Págs. 1 e Nacional A9)

José Serra
Pré-candidato à prefeitura de SP

“(Se) a pessoa tem uma religião e quer discutir princípios, é legítimo. Não são os candidatos que fazem a agenda”

Ministério: Novo Jango

Na posse de Brizola Neto no Ministério do Trabalho, a presidente Dilma Rousseff o comparou a João Goulart, seu tio-avô. “Em 1953, também jovem e determinado, Jango foi empossado ministro do Trabalho. Foi Jango quem deu à pasta grande dimensão.” (Págs. 1 e Nacional A8)

Ativista chinês quer ir embora com Hillary

Pouco depois de deixar a Embaixada dos EUA na quarta-feira, o ativista cego Ghen Guangcheng se disse ameaçado e afirmou que gostaria de sair da China no avião da secretária de Estado Hillary Clinton, que está em Pequim. (Págs. 1 e Internacional A10)

Receita de times passa de R$ 2 bilhões (Págs. 1 e Esportes E1)

Salário de professor está atrasado em SP (Págs. 1 e Vida A22)

94% se preocupam com meio ambiente

Pesquisa Ibope mostra que 94% dos entrevistados se dizem preocupados com o meio ambiente no Brasil – eram 80% em 2010. Para 79%, o aquecimento global é causado pelo homem. (Págs. 1 e Vida A20)

Nelson Motta

Lixos e luxos

Paradoxal e ironicamente, há cada vez mais sujeira na limpeza pública, com o lixo urbano pagando o luxo mundano de empresários e políticos. (Págs. 1 e Nacional A9)

Gilles Lapouge

Antídoto a Merkel

O que se espera de Hollande é que ele solte a camisa de força com a qual Merkel e Sarkozy prenderam o corpo extenuado da Europa. (Págs. 1 e Internacional A17)

Notas & Informações

A crise desembarcou

A crise chegou aos portos brasileiros, derrubando os preços dos principais produtos exportados. (Págs. 1 e A3)
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Correio Braziliense

Manchete: Gatilho na poupança para derrubar juros

O governo alterou as regras da poupança como forma de aprofundar a política de redução de juros. A partir de hoje, os novos depósitos estarão sujeitos a um gatilho, vinculado à taxa básica da economia, hoje em 9% ao ano. Se o Banco Central baixar a Selic para 8,5%, os rendimentos da caderneta de poupança equivalerão a 70% da taxa básica, acrescidos da TR. Segundo os cálculos apresentados pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, o ganho anual da poupança ficaria em 6,2% nessa situação. Na edição de 20 de abril, o Correio antecipou a determinação da presidente Dilma em modificar a poupança. (Págs. 1 e 9)

Fotolegenda: Lula solta a voz

Apoiado numa bengala, o ex-presidente participou da festa de 60 anos do BNDES e fez sua primeira palestra após o diagnóstico de câncer na laringe. “Faz sete meses que não falo. Espero que não tenha desaprendido a falar”, disse o petista, que discursou por 20 minutos. (Págs. 1 e 6)

Demóstenes feriu o decoro, indica relator

O senador Humberto Costa (PT-PE) pediu a abertura de processo no Conselho de Ética contra Demóstenes Torres (sem partido), por quebra de decoro parlamentar. No entendimento do relator, o parlamentar goiano usou o mandato em benefício do bicheiro Carlinhos Cachoeira e mentiu em plenário. (Págs. 1 e 2)

JK sem proteção

Após o despejo dos moradores da Fazendinha JK, em Luziânia, objetos do ex-presidente ficaram abandonados. O Iphan ainda estuda o tombamento do imóvel. (Págs. 1 e 28)

Vistos: Diplomata dos EUA detalha mudanças

A cônsul dos Estados Unidos em Brasília, Antonia Cassarino, participa de um chat no site do Correio para explicar as regras de concessão dos documentos. (Págs. 1, 26 e correiobraziliense.com.br)

O declínio do terror nas cartas de Bin Laden

Documentos encontrados no esconderijo do terrorista no Paquistão mostram que ele ainda fazia planos ousados, mas sabia que seu grupo estava decadente. (Págs. 1 e 16)

ProUni: STF confirma a política de cotas

Segundo decisão do Supremo, o programa do MEC está autorizado a destinar vagas para negros, índios, deficientes e alunos de escolas públicas. (Págs. 1 e 8)

MP investigará injúria racial

Promotoria aguarda a conclusão do inquérito policial contra o médico acusado de ofender uma jovem negra. (Págs. 1 e 21)

Dia de quebradeira e protestos no Buriti

Insatisfeitos com a ordem de desocupação de um terreno da Terracap em Ceilândia, cerca de 250 sem-teto tentaram invadir a sede do GDF, mas foram impedidos pela segurança. Vidros do palácio acabaram quebrados e três pessoas ficaram feridas. Após a tentativa frustrada de ocupação, os manifestantes queimaram faixas e cartazes e pararam o trânsito no Eixo Monumental. (Págs. 1 e 24)
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Valor Econômico

Manchete: Poupança muda e juro real cai a 2,45%, o menor desde o Plano Real

Decidido a abrir caminho para novas quedas da taxa de juros básica, o governo retirou ontem o maior obstáculo legal para que possa cumprir esse objetivo: mudar as regras de remuneração da aplicação financeira mais popular do país, a caderneta de poupança. Pelo novo sistema, a caderneta passa a ser remunerada em 70% da taxa Selic quando ela for inferior a 8,5%, e pelo sistema atual, quando for superior. Nada muda para as contas já existentes.

A mudança derrubou ainda mais os juros futuros, que passaram a apontar uma taxa Selic de 8% a 8,25% para o ano. A taxa real de juros — de 360 dias, descontada a inflação projetada em 12 meses, de 5,53% — atingiu nova mínima histórica, aos 2,45% ao ano. (Págs. 1, A2 e C1 a C4)

Crédito imobiliário terá taxa variável

As novas regras de remuneração da poupança devem provocar mudanças no crédito imobiliário. Como as novas aplicações passarão a ser corrigidas por um percentual da taxa Selic, os financiamentos terão de ter taxas variáveis de correção. O governo descarta mudanças, alegando que, quando a Selic chegar a 8,5% e a TR zerar automaticamente, incidirá sobre os contratos de crédito imobiliário o juro previamente pactuado. O problema é que, sem alteração nos contratos, há risco de descasamento entre passivos e ativos, uma vez que a remuneração do funding oscilaria conforme a taxa Selic, enquanto a taxa cobrada do mutuário permaneceria fixa. (Págs. 1 e C3)

Dilma quer juro baixo como marca

Assim como Fernando Henrique Cardoso, com o Plano Real, e Luiz Inácio Lula da Silva, com o Bolsa Família, Dilma Rousseff começa a cunhar a marca de seu governo, algo que lhe pode ser útil nas eleições de 2014: a da presidente que domou a maior taxa de juros do mundo, algo que parecia impensável, como eram a inflação e a redução da pobreza. Na empreitada, está sendo auxiliada pelo jornalista João Santana, que fez sua campanha em 2010. A mudança no rendimento da poupança é arriscada, mas necessária para que o BC continue a baixar os juros. Continua muito nítido na memória dos brasileiros o dia em que Fernando Collor confiscou os depósitos. (Págs. 1 e C4)

Dreyfus deve abrir capital da LDC

A LDC Bioenergia, segunda maior empresa de cana-de-açúcar do país, controlada pela multinacional francesa Louis Dreyfus Commodities, convocou ontem assembleia extraordinária de acionistas para o dia 8 de maio, quando será votada a abertura de capital da empresa na bolsa.

A companhia não informa quanto poderia captar por meio da oferta inicial de ações, caso siga em frente com o plano. O mercado estima que poderia ser algo entre R$ 800 milhões e R$ 1 bilhão, por 25% a 30% da empresa. Entre os acionistas minoritários da companhia, com 14% de participação, estão as famílias Junqueira Franco e Biagi, ex-controladores da Santelisa Vale, comprada pela Dreyfus em 2009. (Págs. 1 e B12)

Vale tem revés em disputa de R$ 24 bi

A Fazenda Nacional poderá voltar a cobrar uma autuação fiscal de R$ 24 bilhões contra a Vale. Ontem, a 1ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) derrubou liminar que suspendia a cobrança de Imposto de Renda e CSLL sobre o lucro de controladas da companhia no exterior relativos ao período de 1996 a 2002.

Três dos cinco ministros que analisaram recurso da Fazenda contra a liminar entenderam que só poderiam interromper a cobrança em situações excepcionais, o que não era o caso. O julgamento foi iniciado em abril, mas terminou apenas ontem com voto de desempate do ministro Mauro Campbell Marques, que integra a 2ª Turma do tribunal e foi convocado para decidir a questão no lugar do ministro Benedito Gonçalves, que estava impedido. (Págs. 1 e E1)

Mina da CSN agita eleição em Congonhas

Vereadores da cidade histórica de Congonhas (MG), lar dos profetas de Aleijadinho, dão a receita para atrair votos na eleição deste ano: apoiar o projeto que barra os planos bilionários da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) para expandir a mina Casa de Pedra.

A empresa já diz que poderá transferir os investimentos para outro município se o projeto de lei que tomba uma área desejada por ela for aprovado. Mas ainda não existe um plano alternativo desenhado, diz a companhia, que tem promovido encontros com moradores para esclarecer dúvidas sobre os impactos do empreendimento. Junto com a Namisa, a CSN produz hoje 25 milhões de toneladas de minério de ferro por ano em Congonhas. (Págs. 1 e A16)

Empresários defendem veto a Código Florestal

A presidente Dilma Rousseff se aproxima de uma das decisões mais importantes de seu governo: vetar ou não o projeto de lei que altera o Código Florestal, aprovado pelo Congresso. O tema polarizou o país. Agora, um grupo de empresários decidiu se posicionar sobre a questão. Em encontro organizado por iniciativa de Roberto Klabin, presidente da Fundação SOS Mata Atlântica, e José Eli da Veiga, professor da USP, Pedro Passos, copresidente do conselho de administração da Natura, Horácio Lafer Piva, acionista da Klabin, Paulo Nigro, diretor-presidente da Tetra Pak, e Roberto Lima, membro do conselho da Telefônica Brasil, defenderam o veto presidencial.

“Coloca-se aí um tema ético sobre o país que queremos. O Brasil é o Brasil da anistia?” questiona Passos, referindo-se a um dos pontos controversos do texto, que perdoa os desmatamentos ilegais anteriores a 2008. Piva diz que este é o momento decisivo para que a presidente não se torne refém de parte do Congresso. Os empresários reconhecem que o tema toca a interesses contraditórios, mas acreditam que o oportunismo político foi decisivo na votação da Câmara e que o assunto extrapola a esfera do agronegócio. (Págs. 1 e Eu & Fim de Semana)

Criminosos usam a nuvem para facilitar golpes (Págs. 1 e B2)

Setor de TI lidera fusões, mas segue pulverizado (Págs. 1 e B3)

Lista negra do desmatamento

Alta Floresta (MT) e Santana do Araguaia (PA) deixam a lista negra dos maiores desmatadores da Amazônia, mas revisão de critérios inclui mais sete municípios na relação. (Págs. 1 e A2)

Locomotiva emergente

Crescimento médio acumulado dos países emergentes entre 2007/13 deve ficar em 37%, segundo o Deutsche Bank, comparado a zero na União Européia e 6,6% nos Estados Unidos. Na América Latina, puxada pelo Brasil, a expansão será de 22%. (Págs. 1 e Al2)

Gerdau investe em minério de ferro

A Gerdau pretende investir R$ 838 milhões para aumentar sua produção de minério de ferro, de 6,5 milhões para 11,5 milhões de toneladas por ano, até 2014 e planeja terminal em Sepetiba (RJ) para exportação de excedentes. (Págs. 1 e B8)

JBS fica com a Frangosul

A JBS deve anunciar hoje a aquisição das operações da Doux Frangosul, que enfrenta grave situação financeira desde 2009. A empresa, com sede em Montenegro (RS), também tem plantas em Caxias do Sul, Passo Fundo e Caarapó (MS). (Págs. 1 e B12)

Expansão da Los Grobo

A Los Grobo Ceagro do Brasil acaba de adquirir uma empresa de insumos no oeste da Bahia, inaugura hoje uma unidade de fertilizantes no Maranhão e planeja investimentos de quase R$ 50 milhões nas áreas de armazenagem e logística. (Págs. 1 e B12)

Plural assume a Geração Futuro

A Plural Capital, de ex-sócios do Pactual, fechou a compra da tradicional corretora de ações e gestora de fundos de renda variável Geração Futuro, com sede no Rio Grande do Sul. (Págs. 1 e C14)

Ideias

Philip Stephens

A noção efetivamente perigosa na Europa atual é a premissa de que as coisas podem simplesmente continuar como estão. (Págs. 1 e A15)

Ideias

Armando Castelar Pinheiro

Não será fácil navegar em um mundo de ciclos econômicos curtos e de crescimento moderado e desigual. (Págs. 1 e A11)
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Estado de Minas

Manchete: Encolheram a poupança

As alterações nos rendimentos da caderneta determinadas pelo governo entram em vigor hoje. A remuneração passa a ser atrelada à taxa básica de juros Selic. A regra vale para as novas poupanças e para novos depósitos nas contas atuais. Nesse caso, os bancos terão de informar os dois tipos de rendimento numa mesma conta. A próxima revisão da Selic ocorrerá em 30 de maio. A mudança tem objetivo de permitir novos cortes na taxa sem que haja forte migração de aplicações lastreadas em títulos da União – que ajudam a refinanciar sua dívida – para a poupança.

O Banco do Brasil anunciou ontem nova redução dos juros em suas linhas de crédito. (Págs. 1 e 13 a 15)

Procuradores de MG deixam de bater ponto

Servidores da advocacia geral do estado, que ganham a partir de R$ 16 mil, conseguem liminar na Justiça que os dispensa de cumprir jornada de trabalho. (Págs. 1 e 6)

Demóstenes na mira da cassação

Relator do caso no Conselho de Ética do Senado, Humberto Costa (PT-PE) pediu abertura de processo disciplinar contra o colega Demóstenes Torres (sem partido-GO), que pode levar à perda do mandato devido às suas ligações com o bicheiro Carlinhos Cachoeira. (Págs. 1 e 3)

Fotolegenda: Novo apoio

Ainda em recuperação de um câncer, Lula apareceu em público, no Rio, usando bengala. (Págs. 1 e 4)

Abandono afetivo: Decisão do STJ muda o rumo de ações em Minas (Págs. 1 e 22)

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Jornal do Commercio

Manchete: Regra para rendimento da poupança muda hoje

Modelo terá gatilho que será acionado sempre que a Selic for igual ou inferior a 8,5%. Nesse caso, novos depósitos e cadernetas terão correção calculada com base em 70% da taxa, acrescidos da TR. Velhas aplicações não serão alteradas. (Págs. 1 e Economia 1, 2 – JC Negócios e 3)

Humberto pede processo contra Demóstenes

Relatório do senador de Pernambuco abre caminho para cassação do acusado por quebra de decoro. (Págs. 1 e 6)

Lula aparece frágil

Ex-presidente esteve em evento no BNDES andando com dificuldade com ajuda de uma bengala. (Págs. 1 e 4)

Feirão é aberto com novas taxas para imóveis

Evento tem 21.400 ofertas e Caixa trabalha com juros até 21% menores. (Págs. 1 e Economia 4)

Agricultor pressiona por ação contra a seca

Sindicalistas do Sertão e do Agreste organizam mobilizações para cobrar medidas de emergência no combate aos efeitos da estiagem. (Págs. 1 e Cidades 1)

ProUni é julgado constitucional pelo Supremo (Págs. 1 e 8)

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Zero Hora

Manchete: Limite na poupança deve ter efeito já no final deste mês

Anunciada ontem, mudança nas novas cadernetas restringe rendimento a 70% do juro básico quando essa taxa chegar a 8,5%, o que deve ocorrer em 30 de maio. (Págs. 1, 4 e 5)

Força-tarefa: Retirada de PMs preocupa o Interior

Policiais que vão reforçar a Grande Porto Alegre sairão das regiões Central, Sul, Fronteira Oeste e Missões. (Págs. 1, 50 e 51)

Nova face: De bengala, Lula expõe fragilidade

Ex-presidente abre mão do improviso e lê discurso. (Págs. 1 e 16)

Tarso Genro a ZH: “Estado tem pressa para ser reformado”

Em Madri, governador defende urgência do pacote na Assembleia. (Págs. 1 e 6)
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Brasil Econômico

Manchete: Governo mexe na poupança e sinaliza taxa Selic abaixo de 8,5%

Um gesto histórico foi feito para permitir que os juros deixem de ser anomalia no mundo. A garantia constitucional de correção anual de 6,17% para as cadernetas foi mudada para 70% da Selic mais TR, quando a taxa básica, hoje em 9%, chegar a 8,5%. (Págs. 1 e 4)

Audi acelera vendas e deixa rivais na poeira

O crescimento acelerado de 42% nas vendas no primeiro trimestre é comemorado pelo presidente da empresa, Paulo Kakinoff, em entrevista ao BRASIL ECONÔMICO. (Págs. 1 e 18)

Lula retorna e defende África

Na primeira palestra depois de sete meses, ex-presidente busca investimentos. (Págs. 1 e 8)

Cosan mantém apetite gigante

Na terceira aquisição do ano, companhia compra 60,1% da Comgás por R$ 3,4 bi. (Págs. 1 e 14)

Custos dos bancos com calotes somam R$ 15 bi no 1º trimestre

Esse é o total de dinheiro provisionado pelas 4 maiores instituições do país, alta de 37% em relação a 2011. (Págs. 1 e 36)

Especial – Eleições na França

Franceses vão às urnas escolher entre o continuísmo de Nicolas Sarkozy e as reformas de François Hollande, num pleito que pode dar novo rumo político à Europa. (Págs. 1 e 44)
Clipping Radiobrás

Edição: Equipe Fenatracoop

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