Aumento de 11,6%, Economistas avaliam o novo piso regional no RS – Moradia: MP investigará auxílio pago a deputados – Governo estuda medidas para barrar feijão da China – SP penhora recebível de cartão – Preço de imóveis tende à estabilidade – Investidor externo sai da renda fixa – O pesadelo do cheque especial – O chão se abriu na Asa Norte – Regulamentação da mídia – Ninguém adere a programa que anistia desmate…

O Globo

Manchete: Forças rebeldes já controlam poços de petróleo na Líbia

Arábia Saudita promete elevar produção para garantir oferta mundial Importantes campos de petróleo no Sul e no Leste da Líbia estão em mãos de opositores, constatam jornalistas que já começam a entrar no país em guerra civil. O controle dos poços compromete a exportação de gás e petróleo. Com seu território cada vez mais reduzido, o ditador Muamar Kadafi enviou milhares de soldados e mercenários num contra-ataque às rebeliões em cidades próximas à capital, Trípoli. E voltou a falar na TV, mas desta vez só por áudio. Ele ameaçou cortar o envio de petróleo se os protestos não pararem e a1ertou que os opositores estão influenciados pela al Qaeda, de Osama bin Laden. Na corrida diplomática para frear Kadafi, a Suíça se apressou a congelar bens do ditador. Segundo o Itamaraty, todos os brasileiros que estavam em Trípoli já deixaram o país. Os que estão em Benghazi, onde milhares de pessoas se aglomeram no porto, devem embarcar hoje. Os conflitos fizeram o preço do petróleo encostar em US$ 120 ontem. Mas a cotação perdeu força após a Arábia Saudita prometer aumentar a produção de óleo para compensar a quebra na Líbia. (págs. 1, 34 e 38 a 41, Nicolas D. Kristof, pág. 6, Luiz García, pág. 7 e Míriam Leitão, pág. 30) Na terra de ninguém Já sob o controle dos rebeldes, a cidade de Tobruk, no Leste, perto da fronteira do Egito com a Líbia, é terra de ninguém. Aqui, Muamar Kadafi é proclamado um homem morto, relata Deborah Berlinck, enviada do GLOBO ao país que trava uma guerra civil para derrubar o ditador há 42 anos no poder. O centro de Tobruk parece uma pequena versão da Praça Tahrir, o principal símbolo da derrubada do ditador egípcio Hosni Mubarak, há duas semanas. Jovens líbios armados, hoje no comando da cidade, estão de prontidão, com bandeiras e cartazes, esperando a revolução chegar a Trípoli. Tudo que se refere ao regime líbio – o posto de polícia, as fotos de Kadafi e o seu famoso Livro Verde – foi destruído. (págs. 1 e 38)

Reajuste de 4,5% do IR vai valer em março

Vitoriosa na votação do mínimo de R$ 545, a presidente Dilma Rousseff vai editar, já na próxima semana e sem negociação com as centrais sindicais, medida provisória reajustando em 4,5% a tabela do Imposto de Renda. As centrais avisaram ontem que vão aumentar os protestos contra a decisão de editar a MP. (págs. 1, 3 e 4)

Lotéricas e Correios vão negociar dólar

De olho na Copa e nas Olimpíadas, o Conselho Monetário Nacional autorizou casas lotéricas e postos dos Correios a negociar moeda estrangeira – em espécie ou cheques de viagem – no limite de até US$ 3 mil. (págs. 1 e 34)

Morte violenta de jovens é cada vez maior

A taxa de homicídios de jovens de 15 a 24 anos subiu, em 2008, para 52,9 por grupo de 100 mil habitantes. Nessa faixa etária, 39,7% dos óbitos foram provocados por assassinatos. Alagoas é o estado mais violento. (págs. 1 e 16 a 18)

Economistas, juristas e empresários pedem reforma tributária (págs. 1 e 36)

Com dívida de R$ 80 milhões, Daslu é vendida por R$ 1 mil (págs. 1 e 29)

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Correio Braziliense

Manchete: Kadafi denuncia Bin Laden e crise chega ao Brasil

Ditador líbio acusa terrorista de incitar protestos na Líbia e reforça a segurança na capital, Trípoli. Com a crescente deserção dos militares, rebeldes ocupam poços petrolíferos e se mobilizam para o confronto definitivo. Instabilidade no Oriente Médio eleva os preços de derivados de petróleo no mercado brasileiro. O querosene, utilizado para o transporte aéreo, subiu 7,1% na segunda metade de janeiro. A nafta, componente das embalagens plásticas, teve alta de 5%. (págs. 1, 11, 20 e 21)

Foto-legenda: O chão se abriu na Asa Norte

O temporal de pouco mais de uma hora levou o caos ontem a diversos pontos do DF. Na Ceasa, pavilhões ficaram isolados pela água e houve perda de mercadorias. O maior estrago foi na 916 Norte, onde um buraco se abriu após os canos estourarem. Estrutural e Sobradinho também foram atingidos. (págs. 1 e 28)

O pesadelo do cheque especial

Os brasileiros começaram 2011 devendo aos bancos cerca de R$ 18,2 bilhões nesta modalidade de crédito. Por ano, os juros passam de 170%. (págs. 1 e 14)

O risco do contrabando de remédio

A provável proibição de inibidores de apetite no Brasil pode aumentar a venda ilegal dos produtos, alertam os especialistas. (págs. 1 e 9)

Em Paris: Itamaraty investiga sumiço de acervo

O Ministério das Relações Exteriores abriu uma sindicância para apurar o desaparecimento de 18 peças na embaixada brasileira em Paris, informa o repórter Renato Alves. Telegramas sigilosos atestam o sumiço de quadros, gravuras e tapetes. (págs. 1 e 8)

Copa e Olimpíada: Pressa e menos rigidez nas licitações

Para agilizar os processos de compra e evitar atrasos nas obras das duas competições, o governo deve flexibilizar as normas para contratação de gastos com dinheiro público. A alteração viria numa emenda à MP que trata de dívidas tributárias. (págs. 1 e 2)

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Valor Econômico

Manchete: Instabilidade afeta comércio crescente com países árabes

A onda de insurreições e manifestações no norte da África e Oriente Médio ameaça temporariamente suspender negócios em alguns dos mercados mais promissores para as empresas brasileiras. Em 2010, um quarto do superávit comercial brasileiro, de US$ 20,24 bilhões, veio do comércio com os países da região. O saldo positivo foi de US$ 5,61 bilhões e as vendas atingiram US$ 12,57 bilhões. Do total, mais da metade (61,7%) foi para quatro países: Arábia Saudita, Egito, Emirados Árabes e Argélia. Os países da região importaram basicamente carnes, açúcar, minério e cereais.

Exportadores acreditam que a atual turbulência na região não trará grandes danos às vendas brasileiras. Após 18 dias de caos político, que colocaram em compasso de espera importações do Brasil, a situação no Egito normalizou-se rapidamente. Correm maior risco as empresas que têm bases e projetos nesses países, como as construtoras, cujos principais clientes são os governos locais. (págs. 1 e A12)

Despesas dos bancos em ritmo de alta

As despesas administrativas e de pessoal dos bancos deram um salto em 2010 e darão outro em 2011. A ampliação das redes de agências ajudaram a elevar os gastos administrativos dos cinco maiores bancos de varejo do país em 14,3% no ano passado, segundo os balanços publicados. A folha de salários cresceu 9,2%.

O Itaú Unibanco foi quem apresentou o maior crescimento das despesas administrativas, com aumento de 21,1%, para R$ 14,03 bilhões. Em 2011, o banco vai abrir 150 agências e reformar outras 600. Já a dianteira nas despesas com pessoal coube ao Bradesco – aumento de 16,8%, para R$ 9,3 bilhões. Depois de contratar 7,5 mil funcionários, o banco vai admitir pelo menos 1,7 mil pessoas neste ano e abrir mais 183 agências. “Reafirmamos nossa vocação de ser banco de dispersão geográfica”, diz Luiz Carlos Trabuco Cappi, presidente. (págs. 1 e C1)

Arvin e Dana investem em fábricas

O Brasil se transformou em novo front da disputa global entre ArvinMeritor e Dana, duas das maiores fornecedoras mundiais de conjuntos de componentes automotivos para as montadoras. Na concorrência cada vez mais acirrada pelo segmento de caminhões e comerciais leves no país, elas reforçaram investimentos.

Em 2010, as vendas de comerciais leves e caminhões aumentaram 28,1% e 43,5%, respectivamente, muito acima dos 6,9% dos carros de passeio. “Todos estão olhando para cá e querem uma fatia do mercado”, diz o diretor da ArvinMeritor na América do Sul, Silvio Nogueira de Barros. Enquanto a empresa ingressou no mercado nacional de cardans – peças que fazem parte do sistema de transmissão – com a inauguração de mais uma fábrica em Osasco (SP), a Dana, líder do segmento, fechou parceria com a Sifco para ampliar sua presença no segmento de eixos. (págs. 1 e B12)

Foto-legenda: Doces avanços

Em menos de dois anos, o Brasil se tornou a maior plataforma de produção de açúcar bruto da Shree Renuka, de Narendra Murkumbi, o primeiro indiano a investir no setor no país. Das cerca de 20 milhões de toneladas de cana que a empresa processa, 13,6 milhões estão no Brasil. (págs. 1 e B16)

Carvajal busca mais empresas no Brasil

Depois de controlar 205 empresas nas mais variadas áreas, o centenário Grupo Carvajal, um dos três maiores conglomerados da Colômbia, resolveu concentrar-se em sete áreas de negócios. A família que controla o grupo e que lhe empresta o sobrenome abriu mão do comando executivo, que passou a ser exercido por Ricardo Obregón, contratado com a missão de enxugar os negócios e torná-los mais rentáveis.

Dezenove empresas de pequeno porte foram vendidas, engordando o caixa em US$ 43 milhões. Só no Brasil, foram quatro aquisições em 23 anos – Publicar, controladora das Páginas Amarelas, Caderbrás, fabricante de cadernos, a agência de publicidade Yell e a editora Lund. O Brasil tem peso importante no desempenho do grupo e responde pela maior parcela da receita entre os 17 países onde atua. Agora, a intenção é comprar mais uma empresa por aqui, do setor de embalagens, adianta Obregón. (págs. 1 e B6)

Investidor externo sai da renda fixa

Em janeiro, pelo segundo mês consecutivo, o fluxo de recursos estrangeiros para a renda fixa ficou negativo. Segundo os números do Banco Central, houve saída líquida de US$ 500 milhões. O volume não parece significativo, mas segundo o economista Darwin Dib, da equipe de análise macroeconômica do Itaú, esse movimento confirma a rápida reversão desses capitais como reação a duas rodadas de elevação do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) em outubro. O fluxo líquido de investimento estrangeiro oscilava em torno de US$ 1,9 bilhão nos meses que precederam as medidas.

Já o BC alcançou seu objetivo de esfriar a demanda por crédito com medidas tomadas em dezembro. Elas fizeram recuar em 27,2% a média diária de financiamentos para a compra de veículos em janeiro e em 1,7% a do crédito pessoal. A queda no crédito não foi maior porque parte da demanda migrou para linhas mais caras, como as dos cartões de crédito e cheques especiais. (págs. 1 e C14)

Preço de imóveis tende à estabilidade

Começam a aparecer os primeiros sinais de estabilidade nos preços dos imóveis nas principais cidades brasileiras, embora ainda restem dúvidas se os valores chegaram ao limite ou se ainda há espaço para novas altas. Os casos de queda são poucos, mas já existe um consenso de que a escalada de preços dos 18 últimos meses não prosseguirá.

Guilherme Vilazante, analista do Barclays Capital, é um dos especialistas que acreditam na tendência de estabilidade dos preços a partir de agora. “Em 2009 e 2010 a velocidade de vendas estava distorcida para cima”. (págs. 1, B1 e B10)

Governo estuda medidas para barrar feijão da China (págs. 1 e B15)

Operações Financeiras

De transações on-line e pelo celular a acompanhamento de recebíveis e outras operações mais sofisticadas, bancos ampliam leque de produtos para atender demanda das empresas por crédito de longo prazo. (pág. 1 e Caderno especial)

Pré-sal na bolsa

A Sete Brasil, empresa criada para construir o primeiro lote de sete sondas de perfuração que serão feitas pelo Estaleiro Atlântico Sul para uso da Petrobras, deverá abrir o capital dentro de três a quatro anos. (págs. 1 e B12)

SP penhora recebível de cartão

A Fazenda paulista passou a requerer a penhora de recebíveis de cartões de débito e crédito em ações de execução fiscal contra contribuintes do varejo. Dezenas de pedidos já foram aceitos pela Justiça. (págs. 1 e E1)

Crédito

Em vigor desde o fim de 2010, por meio da Medida Provisória 518, o cadastro positivo ainda não saiu do papel. Instituições financeiras alegam que falta regulamentação para tornar efetivo o novo instrumento. (pág. 1 e Caderno especial)

Ideias: Claudia Safatle

Muitas dúvidas alimentam a deterioração das expectativas de inflação e só uma certeza: IPCA em 2011 será ao menos de 6%. (págs. 1 e A2)

Ideias: Márcio Garcia

Como o corte de gastos é para auxiliar a política monetária a conter à inflação, não adiantam truques de adiar despesas. (págs. 1 e A15)

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Estado de Minas

Manchete: O mistério do corpo 134

Na mesma madrugada em que quatro PMs mataram dois inocentes na Serra, há fortes indícios de que outros sete militares espancaram um homem até a morte para roubar um pacote de dinheiro

O desconhecido morreu no hospital onde foi deixado cheio de ferimentos pelos PMs. O cadáver está no IML, identificado apenas pelo número 134. Os militares alegam que ele foi atropelado durante um surto psicótico e, em seguida, entrou num motel no Centro, onde foi capturado. Testemunhas dizem que ele chegou em fuga ao local, com sacola de dinheiro, e que os militares invadiram o motel para pegá-lo. Câmeras mostraram que o homem saiu de lá algemado e sem ferimentos aparentes. No caso da Serra, laudo da perícia revelou que as duas vítimas foram mortas com tiros à queima-roupa, dados de cima para baixo. (págs. 1, 21 a 23 e Editorial Purificação Necessária, pág. 6)

Adeus, Kadafi

Opositores já controlam o Leste e o Oeste da Líbia, boa parte dos poços de petróleo e articulam marcha a Trípoli. Cinco funcionários da Andrade Gutierrez que deixaram o país chegaram ao Brasil. Outros 107, da Odebrecht e da Petrobras, desembarcaram em Malta. (pág. 1)

Crise faz Petrobras subir preços

Estatal repassa aumento do barril ao querosene da aviação e à nafta. Alta é consequência de conflitos políticos em países árabes. (págs. 1, 16, 18 e 19)

Minas no caminho das Índias

O magnata Ratan Tata, cujas empresas faturam US$ 48 bilhões por ano, quer investir no estado nos setores automotivo, de mineração e siderurgia. (págs. 1 e 13)

Moradia: MP investigará auxílio pago a deputados

Promotores de Defesa do Patrimônio Público vão analisar a legalidade do benefício concedido pela Assembleia até a parlamentares que têm casa em BH, conforme denunciou o Estado de Minas. (págs. 1 e 8)

Sossega, Leão

Após os R$ 545, aliados pedem alívio no Imposto de Renda. (págs. 1, 3 e 4)

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Jornal do Commercio

Manchete: Galo gigante só fecha ponte na quinta-feira

Bloqueio da Duarte Coelho foi adiado para reduzir transtornos no trânsito. Táxis poderão rodar no Recife e Olinda nos dias de folia. Fim de semana vai ser quente com blocos e bailes. (pág. 1)

Rebeldes mais perto de ocupar Trípoli (pág. 1)

Governo confirma reajuste de 4,5% na tabela do IR (pág. 1)

Mapa da violência destaca escalada de mortes no Nordeste (pág. 1)

Anvisa vai endurecer contra o comércio irregular de remédio (pág. 1)

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Zero Hora

Manchete: População foge da Líbia conflagrada

Refugiados que chegaram à Tunísia descrevem cenas de terror no país onde ditador acuado aumenta a violência.

Avanço dos rebeldes isola Kadafi em Trípoli.

Como foi o resgate dos brasileiros.

Foto-legenda: Com o objetivo de deixar a Líbia para fugir dos confrontos, multidão desesperada congestiona o aeroporto da capital, Trípoli. (págs. 1, 4, 5, 10 e 12)

Aumento de 11,6%

Economistas avaliam o novo piso regional

Analistas apontam impacto do mínimo de R$ 610, a ser aprovado pela Assembleia. (págs. 1 e 14)

Mapa da Violência: Homicídios no RS sobem mais do que a média do país

Enquanto Rio e São Paulo derrubam indicadores de criminalidade, insegurança dos gaúchos cresce, alimentada pelo tráfico. (págs. 1, 50 e 51)

Olho na Copa

Lotéricas e Correios vão vender dólar. (págs. 1 e 26)

Obras de 2014

Ministro dá ultimato no Beira-Rio. (pág. 1 e Esportes)

Clipping Radiobrás

A Podologia Cambé esta instalada no Centro Comercial Canadá Localizado na Rua Holanda, 263 esquina com a Av Canada, Sala 311 no centro de Cambé, telefone: (43) 3254-7433 e WhatsApp: (43) 9.9918-7889
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