Especial imóveis: Hora de comprar ou de vender?Uma pesquisa exclusiva em 41 cidades traz a mais completa radiografia do mercado imobiliário brasileiro… –Previdência privada; Juros baixos vão dobrar gastos com aposentadoria. Mudança exigirá contribuição mais alta e por mais tempo, com risco maior… –  Apesar da lei, órgão público resiste a dar informações; (…) autoridades do governo federal têm recorrido a artifícios para impedir a divulgação de dados públicos (…) os ministérios negam informações ou repassam dados incompletos, em especial de áreas sensíveis e que envolvem indícios de irregularidades…  

O Globo

Manchete: Previdência privada

Juros baixos vão dobrar gastos com aposentadoria

Mudança exigirá contribuição mais alta e por mais tempo, com risco maior

A nova realidade de juros baixos que se consolida exigirá que o brasileiro faça um esforço dobrado para garantir a mesma renda na aposentadoria pela previdência privada, informa Lucianne Carneiro. Num cenário em que a taxa Selic caia para 8%, o que deve ocorrer ainda este ano, quem começar a aplicar aos 30 anos terá que reservar R$ 976 ao mês para ter R$ 5 mil mensais aos 60. Com os juros a 12%, esse valor era de R$ 462. Segundos especialistas, haverá uma mudança cultural no país, já que muitas gerações conviveram com taxas que permitiam ganhos elevados e ajudavam a garantir a aposentadoria. Agora, a contribuição será maior e por mais tempo, e o risco pode aumentar, dependendo do fundo escolhido. (Págs. 1, 36 e 37)

Lei de Acesso mira políticas públicas

A Lei de Acesso à Informação pode ajudar a pôr fim a uma prática pouco transparente de governos: esconder resultados de avaliações de políticas públicas. (Págs. 1 e 3)

Crise faz sonho da universidade virar pesadelo

O aumento de anuidades e a dificuldade de jovens em arrumar emprego, consequências da crise global, estão fazendo com que a universidade, porta para a ascensão social, se transforme em fonte de dívidas em países como a Espanha e os EUA. (Págs. 1 e 43)

O Brasil que não viaja de avião

Utilizados por 150 milhões de brasileiros, os transportes de média e longa distâncias por terra e por água recebem menos da metade da média mundial em investimentos governamentais. Viagens de ônibus, barco e trem, como o que liga Parauapebas (PA) a São Luís, são, na maioria das vezes, precárias e inseguras. (Págs. 1 e 33 a 35)

A história de mora

Num safári na África, Collor convidou Ulysses para ser ministro das Relações Exteriores. Ele recusou. (Págs. 1 e 14)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: Mais de 14 milhões de famílias no País estão superendividadas

A maior parte dos que comprometem mais de 30% da renda com dívidas está nas classes baixas, diz estudo

Quase um quarto das famílias se endividou mais do que deveria e foi obrigado a reduzir o padrão de vida ou a ficar inadimplente. Um estudo com base em dados do IBGE mostra que 14,1 milhões de famílias comprometeram mais de 30% da renda mensal com dívidas. Essa marca ultrapassa o limite saudável para o endividamento, pois 70% do orçamento vai para despesas básicas, como comida, habitação ou saúde. A maior parte dessas famílias superendividadas está na fatia menos favorecidas da população: 5,8 milhões na classe C e 6,6 milhões nas classes D e E. Na média, no entanto, o brasileiro comprometeu 26,2% da renda mensal com dívidas, mostra o estudo. ( Págs. 1 Economia / B1 e B4)

Apesar da lei, órgão público resiste a dar informações

Mesmo com a entrada em vigor da Lei de Acesso à Informação, autoridades do governo federal têm recorrido a artifícios para impedir a divulgação de dados públicos. Apesar das ordens da presidente Dilma Rousseff e da fiscalização da Controladoria-Geral da União, os ministérios negam informações ou repassam dados incompletos, em especial de áreas sensíveis e que envolvem indícios de irregularidades. (Págs. 1 e Nacional A4)

Centenário que reflete o Brasil

De menino da roça a cidadão do mundo, a vida de Walther Moreira Salles (1912 -2001), que foi banqueiro, diplomata, ministro e mecenas, confunde-se com as mudanças do País no século 20,, relata Laura Greenhalgh. (Págs. 1 e Nacional A12 e A13)

Gasto de Kassab com publicidade cresce 89% (Págs. 1 e C1e Metrópole)

Estado lança aplicativo e site para eleições (Págs. 1 e Nacional A10)

Dora Kramer

Espalha brasa

O governador Marconi Perillo vai depor na CPI e dizer que o PMDB levou a construtora Delta e Cachoeira para Goiás. (Págs. 1 e Nacional A6)

Mário Vargas Llosa

Ficções malignas

A ficção maligna em moda hoje é proclamar o fracasso da União Europeia, responsável pelo mais longo período de paz da história do Ocidente. (Pág. 1 e Internacional A 23)

Notas & Informações

TCU aponta falhas no governo Dilma

Recomendação resume o PT: fala-se muito, mas faz-se pouco. (Págs. 1 e A3)

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Correio Braziliense

Manchete: As regalias de Brunelli para se entregar

Ele quer cela sem grades

Ele não quer ser “exposto”

Ele não quer ser algemado

O ex-deputado distrital Júnior Brunelli, acusado de desviar R$ 1,7 milhão, dinheiro que beneficiaria idosos, pretende usar privilégios de advogado. OAB vai investigar sua conduta ética. Ele pode até perder o registro profissional. (Págs. 1 e 28)

R$ 8 bilhões: O preço do medo

O Distrito Federal gasta 5% do PIB com polícias, seguros, câmeras, vigilantes, cercas elétricas, blindagem de carros… Países como Japão e Canadá usam apenas 1% para manter essa estrutura. Técnicos do Ipea consideram esse tipo de despesa um desperdício: parte do dinheiro deveria ser aplicado para aumentar o bem-estar social, por exemplo. (Págs. 1, 25 e 26)

Cofres do GDF

Briga de auditores e fiscais deu prejuízo de R$ 80 milhões

Disputa corporativa entre as duas categorias causou uma redução de R$ 80 milhões na arrecadação em novembro do ano passado, revela o secretário da Fazenda, Marcelo Piancastelli. Ele foi indicado pelo PMDB, mas garante: “Só presto conta ao governador”.

Coluna Eixo Capital (Págs. 1 e 29)

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Estado de Minas

Manchete: Minas encolhida

Segundo maior colégio eleitoral do país, Minas Gerais ocupa apenas dois dos 38 ministérios no governo Dilma Rousseff, embora ela tenha nascido em BH. Ainda assim, os dois ministros mineiros – Fernando Pimentel, do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, e Eleonora Menicucci de Oliveira, da Secretaria de Políticas para as Mulheres – lá estão por terem relações de amizade com a presidente. Já o Rio Grande do Sul, onde Dilma construiu sua carreira política, controla nove pastas, ficando atrás apenas de São Paulo (10). A representação mineira se equipara às do Maranhão, Bahia e Paraná. Mas não era assim. A partir da redemocratização do Brasil. Minas chegou a ter 17% dos ministros. Dos 285 nomeados entre os governos Sarney e Lula, 46 eram mineiros. Para analistas, o estado vive um momento de esvaziamento político. E um sintoma é que já teve 11 entre os 100 congresistas mais influentes e hoje tem apenas quatro. (Págs. 1, 3 a 6 e o Editorial “Minas não há mais” na 8)

Invasões

BRs mineiras têm uma ocupação a cada 46,7 Km

Famílias, comerciantes e criadores de gado invadem margens de rodovias, pondo em risco eles mesmos e quem trafega (Pág. 1)

Emprego

Mudanças no TSE põem em risco veto a contas-sujas (Págs. 1 e 12)

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Jornal do Commercio

Manchete: As caras da Copa (Pág. 1)

Melhora da renda esvazia escola pública

De 2007 a 2011, redes municipal, estadual e federal perderam mais de 250 mil alunos em Pernambuco e a particular cresceu 40%. (Págs. 1 e Economia 2)

Brasileiro conhece mais a Rio+20

Pesquisa internacional mostra que maior entendimento sobre temas do encontro da ONU está em seu país sede. (Págs. 1 e cidades 8)

PT x PT

Veja os detalhes da briga interna do partido que faz nova prévia domingo. (Págs. 1, 3 e 5)

Crítica e humor na Marcha das Vadias

Mobilização por políticas públicas que inibam a violência contra a mulher atraiu mais de mil pessoas ontem, no Centro. (Págs. 1 e 19)

Massacre na Síria provoca grande revolta

Comunidade internacional se uniu para reprovar ataques da sexta, atribuidos ao governo, que mataram dezenas de pessoas sendo mais de 30 crianças. (Págs. 1 e 18)

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Veja

Manchete: Exclusivo – Fim do mistério

Veja foi a Singapura conversar com Eduardo Saverin, o brasileiro que ajudou a criar o Facebook, ficou bilionário, renegou a cidadania americana e se recusava a contar sua história. (Pág. 1)

Abuso sexual

As revelações de Xuxa e os horrores do assédio a crianças por adultos. (Pág. 1)

Lula e o STF

Um ex defende seu legado e quer apagar da história o capítulo do mensalão. (Pág. 1)

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Época

Manchete: As mulheres (e o homem) de Avenida Brasil (Pág. 1)

Exclusivo: Até a quentinha de Cachoeira na cadeia está sob suspeita (Pág. 1)

Colunistas

Walcyr Carrasco e a pressa de todos nos aeroportos
Felipe Patury e a resistência do Planalto à compra da Delta
Ruth de Aquino e o funk da CPI do Cachoeira (Pág. 1)

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ISTOÉ

Manchete: Como vivem os astros da fé

A rotina e a intimidade dos líderes religiosos que vendem milhões de discos, arrastam multidões e atraem a seus shows católicos, evangélicos e mesmo os que não creem (Pág. 1)

CPI

A polêmica atuação do ex-ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos a favor do bicheiro Cachoeira. (Pág. 1)

Economia

O Brasil mostra que tem armas para enfrentar a crise europeia (Pág. 1)

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ISTOÉ Dinheiro

Manchete: A batalha do crescimento

O novo pacote de medidas de incentivo ao consumo e ao investimento reforça a blindagem do Brasil contra a crise dos países desenvolvidos e traz oportunidades de negócios para as empresas que acreditam no País.

As principais mudanças na economia

Razões e fundamentos para apostar no otimismo

Os desafios para as empresas e o governo (Pág. 1)

Especial: Empresas do Bem

50 estratégias socioambientais (Pág. 1)

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Carta Capital

Manchete: Assim não vai

A economia brasileira precisa mais do que um novo estímulo ao consumo

Delfim e Belluzzo: 2012 é diferente de 2008. É hora de incentivar os investimentos (Pág. 1)

O plim-plim de Temer

O vice age como mensageiro da Globo na CPI. E surge a ligação da revista Época com a turma de Cachoeira (Pág. 1)

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EXAME

Manchete: Especial imóveis: Hora de comprar ou de vender?

Uma pesquisa exclusiva em 41 cidades traz a mais completa radiografia do mercado imobiliário brasileiro. Nos últimos 12 meses, o Brasil foi o segundo país com maior alta nos imóveis. Mas neste ano os preços começam a se acomodar, o que fazer agora? (Pág. 1)

Crise nos mercados

O clima piora na Europa — e o Brasil pode entrar na dança (Pág. 1)
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Zero Hora

Manchete: Por que o eleitor não confia nos partidos

Fragilidade ideológica, alianças contraditórias e número elevado ajudam a explicar descrença nas siglas. (Págs. 1, 6 e 7)

Clipping Radiobrás

Edição: Equipe Fenatracoop

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