Operação da Polícia Civil mira caminhoneiros suspeitos por desviar cargas, com alvos em mais de 10 cidades do Paraná

Em outros casos apurados, os suspeitos falsificavam boletins de ocorrência de roubo para apresentar para as empresas donas das cargas.

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Uma operação deflagrada pela Polícia Civil, nesta segunda-feira (7), que mira uma quadrilha de caminhoneiros suspeitos de desviar cargas, cumpre mandados de prisão e de busca e apreensão em 14 cidades do Paraná.

A ação é coordenada pela Polícia Civil de São Paulo, da unidade de Barretos. Os policiais buscam cumprir 37 mandados de busca e apreensão e 19 mandados de prisões temporárias no estado paulista, no Paraná, além de Maranhão e Ceará.

De acordo com a polícia, a investigação apontou que os caminhoneiros roubavam cargas que pegavam para transportar e registravam boletim de ocorrência como se tivessem sido vítimas de assalto.

Em outros casos apurados, os suspeitos falsificavam boletins de ocorrência de roubo para apresentar para as empresas donas das cargas.

A polícia informou que foram identificadas ao menos 74 ocorrências falsas ou que noticiavam falsos roubos, entre os anos de 2019 e 2020, atribuídas à quadrilha.

Mais de 20 motoristas são investigados por participação no esquema. Eles se alternavam, segundo a polícia, em diversos caminhões, com o desvio de cargas de alimentos e bebidas.

Os mandados de prisão e de busca e apreensão são cumpridos nas seguintes cidades:

  • Santa Bárbara D’Oeste – SP;
  • Arapongas – PR;
  • Bela Vista do Paraíso – PR;
  • Rolândia – PR;
  • Apucarana – PR;
  • Londrina – PR;
  • Ibiporã – PR;
  • Mandirituba – PR;
  • São José dos Pinhais – PR;
  • Fazenda Rio Grande – PR;
  • Curitiba – PR;
  • Balsa Nova – PR;
  • Campo Largo – PR;
  • Matinhos – PR;
  • Cruzeiro do Oeste – PR;
  • Fortaleza – CE;
  • São Luís – MA.

A ação recebeu o nome de “Operação Fake” que, segundo a polícia, remete à palavra inglesa correspondente a “falso”, em alusão às falsas comunicações de crimes e falsificações de boletins de ocorrência identificadas em relação aos investigados.

Cobra News

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