Muitos internautas já elegeram a foto de clientes da Nunude – loja de lingeries-, em frente a Loja da Victoria’s Secret- grife norte americana conhecida no mundo todo-, em Londres, como a imagem da semana!

Em protesto, ao que modelos plus size e movimentos sociais afirmam ser uma “falta de diálogo”, clientes da marca Nunude foram de lingerie ( é , claro) , em frente a loja da grife em questão, para serem fotografadas e mostrarem aos que ali passavam que todo tipo de corpo é admirável.

Pra quem não sabe, a Victoria’s Secrets fabrica e vende lingeries , acessórios e perfumes para o mundo todo e tem como principal evento da marca desfiles com umbermodels, magras e as define como Angel’s.

O borburinho passou das ruas de Londres para o mundo virtual muito rápido e, fomos conversar com a consultora de moda e digital influencer Weilla Moreno  ,para saber até que ponto alguns movimentos devem intereferir em políticas adotadas por empresas privadas.

“Cada empresa trabalha em um segmento. Um restaurante de comida fit está desprezando o cliente que não quer ter este tipo de alimentação? Não!  Vivemos tempos de segmentação.Mas também estamos na era das redes sociais e globalização, as empresas talvez tenham que se reinventarem”, afirma Weilla em sua primeira resposta.

Esta afirmação de Weilla Moreno foi de encontro com meu pensamento, logo quando li no instagram de uma revista a nota que destacava a ida das clientes da marca Nunude de Londres até uma loja da Victoria’s Secret. Mas continuando a conversa com Moreno, me peguei questionando outros pontos que ela trouxe para a conversa muito bem. “ A ação da Nunude me lembra  a comunicação da marca de cosméticos Dove, que em uma campanha há pouco tempo, mostrou mulheres com cicatrizes, mulheres com tatuagens, negras, japonesas, ou seja, de vários biótipos, mostrando que a marca é para todas. E isso nos impulsiona a converter produtos para a nossa realidade. Talvez as grandes marcas, as multinacionais terão que mudar se quiserem atingir a massa, o grande público”, completa Moreno.

Como diz Weilla, alguns quebras de paradigma estão sendo contabilizados nos dias atuais, como é o caso, por exemplo, da cantora Anitta que contratou uma bailarina obesa para dançar no palco. A questão é, até que ponto uma posição de uma empresa é preconceito e até que ponto é apenas um foco, uma escolha!

E vamos lembrar que neste ano, Winnie Harlow modelo com vitiligo, participou do desfile anual da Victoria’s Secret. No entanto, ainda há um longo caminho para percorrer. Será?

Você, aí, achou uma #bonitaideia falarmos sobre isso?

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