No dia em que a presidenta Dilma Rousseff anunciou o plano de ampliação da rede de creches e pré-escolas municipais e construção e coberturas de quadras esportivas escolares, o deputado federal André Vargas, comentou sobre o desafio em que moradores do residencial Vista Bela, em Londrina, estão passando, pelo fato de não terem um local adequado para levares as crianças para estudar.

André Vargas, que foi relator do programa Minha Casa, Minha Vida explicou que o prefeito de Londrina assinou um termo garantindo que o serviço de construção de escolas públicas no bairro, quando na entrega das obras, estaria disponibilizado em quantias suficientes para atender as famílias do novo bairro.

“Se não há escolas e postos de saúde próximos para atender um novo bairro é uma irresponsabilidade do prefeito da nossa cidade. E infelizmente isso tem acontecido em várias áreas, nem mesmo os postos de saúde que já estão em funcionamento, estão atualmente em condições de garantir atendimento. É lamentável que isso ocorra. O prefeito assinou um termo de compromisso com o governo federal e com a Caixa Econômica, de que garantiria o acesso à educação e a saúde”.

Vargas lamentou o ocorrido e comentou que deve existir um cuidado para que isso não aconteça novamente. “ Eu tenho certeza de que o governo federal confiou que o prefeito iria honrar aquilo que ele assinou e infelizmente isso não está acontecendo e quem está pagando é a população. É lamentável que isto esteja acontecendo e agora nós temos que cuidar para que não aconteça mais, em Londrina e pelo Brasil a fora. No entanto não é possível que o governo federal prever que o prefeito que se compromete a fazer este tipo de serviço não cumpra sua palavra”.

Segundo Vargas caberá ao Ministério Público aplicar algum tipo de punição para a falta de compromisso do prefeito. “Uma cidade quando não é governada com seriedade, com critério e com compromisso, com os mais pobres principalmente e também com ausência de ética é ao Ministério Público que compete agir. O ideal é que o Ministério apenas supervisionasse e que isso não acontecesse, no entanto o Ministério Público da Criança e do Adolescente deve sim aplicar uma ação responsabilizando o prefeito pela ausência dessas unidades educacionais e de saúde.”

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