Durante a tarde desta quarta-feira (22), a vereadora Alzira Guedes de Oliveira que atualmente esta sem partido, afirma que foi agredida de forma verbal e fisicamente pelo vigia Mario Veronezzi.
A vereadora é investigada por quebra de decoro parlamentar pela suposta contratação de funcionários fantasmas. Após depoimentos, Alzira da Farmácia (como é conhecida) foi ao banheiro e encontrou com Mario Veronezzi no corredor da Câmara. Os dois começaram a bater boca e houve as agressões. “Estava tudo calmo, tudo tranqüilo, quando ele veio xingando. Chamei-o de babaca e ele me empurrou contra a parede”, disse a vereadora Assessores e funcionários da Câmara separaram a briga.

O ocorrido foi parar na Delegacia e foi aberto um inquérito. E segundo o delegado Valdir Abrahão, dois procedimentos foram instaurados. “A vereadora chegou à delegacia afirmando ter sido agredida física e verbalmente. Ela tem uma lesão no antebraço esquerdo (ela foi encaminhada para Instituto Médico Legal (IML) de Londrina, para fazer exame de corpo de delito). Ao ser ouvido, o Veronese apresentou uma versão oposta. Na versão dele, ele é que foi ofendido moral e fisicamente pela vereadora e por dois assessores no corredor. Devemos ouvir umas seis pessoas e as audiências já estão marcadas”, disse. Mario Veronezzi está sendo investigado por injúria e lesão corporal dolosa de natureza leve. Alzira da Farmácia, por injúria. A pena pelos crimes pode chegar até dois anos de prisão.

A vereadora acredita que a briga tenha conotação política. “Com certeza é perseguição política”, disse.

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