Entidade que recebeu R$ 2,5 milhões para pesquisar turismo fica em igreja – Emprego: Dicas para quem busca uma nova oportunidade – Consumo: Como aproveitar o dólar barato para fazer boas compras lá fora – Investimento: É hora de apostar em imóveis, poupança, renda fixa ou ações?  – Crise global também chega a seu bolso – Exército monta operação de guerra atrás de pistola e carro roubados – Ameaça de bandidos obriga juízes a viverem como foragidos – Rebaixamento reforça a tese do declínio dos EUA – Rede de laranjas e notas frias alimentam fraudes no Turismo…

O Globo

Manchete: Rede de laranjas e notas frias alimentam fraudes no Turismo

Empresa investigada pela PF tem o mesmo endereço de outras 200

Principal beneficiária dos desvios de recursos do Ministério do Turismo, a ONG Ibrasi operava com ajuda de empresas de fachada especializadas em emitir notas fiscais falsas e fraudar concorrências. Com sedes e donos diferentes, elas são na verdade uma rede: os sócios se conhecem e operam em conjunto. Uma das firmas subcontratadas pelo Ibrasi, a Barbalho Reis Comunicação e Consultoria, informa como endereço uma sala no centro de Brasília – mas uma secretária disse que no local funcionam mais de 200 empresas. Na suposta sede da Sinc, outra consultoria investigada, ninguém conhece tal empresa. Segundo relatório da Polícia Federal, os sócios das duas empresas são irmãos. A PF descobriu que notas frias emitidas por empresas diferentes foram preenchidas pela mesma pessoa. (Págs. 1 e 3)

Crise pega empresas com mais dívidas

Empresas brasileiras terão que enfrentar a nova crise mais endividadas em moeda estrangeira do que na última turbulência. Ao todo, 212 companhias acumulam US$ 90,2 bi em dívidas, US$ 38,4 bi a mais do que em 2008. O risco é o repique do dólar. (Págs. 1 e 29)

Gilbertinho, o ‘grilo falante’ da presidente Dilma Rousseff

Até dezembro passado, ele entrava quando queria no principal gabinete do Palácio do Planalto e tinha a liberdade de chamar o presidente pelo nome. Nos oito anos do primeiro governo petista, como chefe de Gabinete, Gilberto Carvalho ouvia Lula esbravejar, gritar e xingar, inclusive palavrões impublicáveis. Era também o companheiro que dividia com o ex-presidente as angústias e a cachaça nos momentos difíceis, como ele mesmo já contou algumas vezes. Com Dilma Rousseff, o petista fundador tem uma relação mais formal, sem a liberdade de antes. Mas a presidente o chama carinhosamente de “Gilbertinho” – aprendeu com Lula, que só o trata assim há mais de 30 anos. Gilberto ganhou mais visibilidade política, tendo atuado como bombeiro em todas as crises vividas por Dilma até agora, inclusive na interlocução com os partidos.

No governo Lula, Gilberto trabalhava para dentro. Agora, como secretário-geral da Presidência, recebeu de Dilma a tarefa de ser o “grilo falante” do governo, fazendo chegar a ela as reivindicações e posições dos movimentos sociais. Rapidamente ganhou também esse perfil mais político, com atuação mais para fora. E tem agradado tanto a Dilma quanto aos políticos. Pelos sindicalistas é visto como aliado.

O ministro faz parte da coordenação de governo – grupo integrado pela presidente, pelo vice Michel Temer e por alguns ministros, que se reúne normalmente na segunda-feira, para definir a estratégia palaciana em todas as frentes. Integra ainda a equipe restrita que diariamente participa do briefing matinal com ela, para avaliação do noticiário. Depois da reunião matinal, Gilberto costuma voltar mais de uma vez ao gabinete presidencial, chamado por Dilma.

Participou, por exemplo, da reunião de Dilma com Ideli, Gleisi e Helena que avaliou o impacto das polêmicas declarações do ex-ministro da Defesa Nelson Jobim e selou o seu destino. Mesmo sem muita intimidade com a presidente, dentro de uma relação construída ao longo do governo Lula, Gilberto tem a liberdade de alertar Dilma quando ela é mais ríspida com outros ministros ou auxiliares. E a presidente costuma ouvi-lo.

Rio: Estado pagou R$ 354 mi a cooperativas de médicos sem contrato
Foi na França, entre o fim do século XVIII e início do XIX, que o direito adotou definitivamente a exigência de contratos formais na administração. O objetivo era garantir responsabilidades e punir os desvios por meio de um documento reconhecido pela Justiça. Embora essa exigência tenha sobrevivido ao tempo e se espalhando por vários países, ainda hoje há casos na gestão pública em que prevalece o chamado acordo informal, medida que dificulta a fiscalização do uso dos recursos, além de contrariar a legislação.

É o caso da Secretaria estadual de Saúde. Entre 2007 e 2010, o órgão pagou R$ 354 milhões a 26 cooperativas médicas, sem assinar qualquer contrato prévio com essas entidades, que são responsáveis por fornecer mão de obra às unidades de saúde. O dinheiro foi repassado seguidamente, por termos de reconhecimento de dívida, um instrumento que autoriza os pagamentos, mas não dispensa a assinatura de contratos.

A situação desses pagamentos na saúde, uma das áreas mais críticas do estado, consta de um relatório feito por técnicos do Tribunal de Contas do Estado (TCE) em julho. Do total desembolsado pela secretaria, cerca de 52% foram para três cooperativas: Trust, Multiprof e ServiceCoop. No documento, os técnicos do tribunal alertam para o fato de que esses pagamentos sem contrato ferem a Lei de Licitações. O entendimento é o mesmo de Manoel Messias Peixinho, professor de direito administrativo da PUC-Rio.

Consultado pelo GLOBO, ele classificou o caso como uma “irregularidade gritante”, em se tratando de órgão público. O professor diz que o caso das cooperativas não se enquadra nem mesmo em situações emergenciais, em que se poderia dispensar a concorrência pública, mas nunca a assinatura de contrato formal.

‘As agências de classificação de risco são todas 171′ (trecho de entrevista com Delfim Netto)
A nota “AAA” é a melhor classificação que uma agência de risco pode dar a um país, restando aos piores, os não confiáveis, um D. Com sorriso maroto, o economista e ex-ministro da Fazenda e do Planejamento Delfim Netto não hesita em reduzir a nota das agências de risco, como a S&P, para e ironiza o rebaixamento dos EUA.

Ele só não é o mesmo de antigamente, porque, aos 83 anos, está ainda mais sarcástico: “As agências são todas 171 Ele poupa, por ora, a equipe econômica do governo brasileiro. Mas alfineta a política de juros altos do Brasil dizendo que ele é “o último peru disponível com farofa na mesa dos investidores, fora do Dia de Ação de Graças”.

O GLOBO: Logo depois que a S&P rebaixou a nota dos Estados Unidos, de “AAA” para “AA+”, os títulos americanos continuaram sendo muito procurados. Não é um contrassenso?
DELFIM NETTO: Depois da decisão, a demanda por títulos americanos foi quatro vezes maior que a venda. É a prova de que a S&P está desmoralizadíssima, porque só fez tolices nos últimos anos. E não foi só ela. As agências de rating são especialistas em fechar o portão depois que a boiada foi embora.

O GLOBO: Que nota o senhor daria para as agências?
DELFIM: A pior nota, DDD -. As agências de rating nunca demonstraram capacidade de previsão. Elas são, o que se classifica no Código Penal Brasileiro de 171, porque vendem o que não têm. Logo, é um estelionato. As agências de rating são um modelo falido e vão acabar se dissolvendo, porque simplesmente não valem nada. Tem que ser muito ingênuo para acreditar e levar a sério as notas que elas dão. Elas são fruto de um conluio que se estabeleceu no mundo. Na verdade, o sistema financeiro é igual ao criminoso: ele adora voltar o local do crime.

Desembargador deixa escapar que polícia investiga 12 suspeitos de assassinar juíza Patrícia Acioli
O presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), Nelson Calandra, chegou, no fim da manhã deste sábado, à Divisão de Homicídios (DH), na Barra da Tijuca, para acompanhar a investigação da morte da juíza Patrícia Acioli, assassinada na madrugada de sexta-feira quando chegava em casa, em Niterói . Ele estava acompanhado do presidente da Associação de Magistrados do Estado do Rio de Janeiro (AMAERJ), o desembargador Antônio Siqueira. Calandro revelou que 12 pessoas são suspeitas de envolvimento com o crime: – Desses 12 suspeitos de participar do atentado à nossa colega, com certeza, grande parte deles deve ter condenações anteriores.

Após ficar cerca de uma hora reunido com investigadores na DH, Calandra deixou o local por volta de meio-dia. Ele minimizou a afirmação do número de suspeitos de envolvimento no caso: – A gente sabe que é um número elevado de agressores. Ao menos, mais do que um. O número de 12 agressores é o que está sendo dito pela mídia, o que tem se falado. Não vamos entrar no mérito da investigação. Confiamos na polícia e estamos aqui para prestar solidariedade. Viemos trazer a certeza de que os criminosos sejam presos e processados.

Operação na Amazônia destrói pista clandestina, desativa garimpo e prende seis

Balanço da Operação Ágata, realizada pelas Forças Armadas para combater tráfico de drogas e destruição do meio ambiente na fronteira do Brasil com a Colômbia, mostra que uma pista de pouso clandestina já foi destruída, duas toneladas e meia de mercadoria apreendidas, e um garimpo e uma madeireira desativados. A operação acontece desde o dia 5 de agosto.

Na última quarta-feira, a Aeronáutica destruiu uma pista clandestina para pousos de aviões. Localizada a 50 quilômetros de São Gabriel da Cachoeira e a cerca de três quilômetros do Rio Negro, a pista de terra media 1,4 mil metro de comprimento por 15 metros de largura e aeronaves como Caravans, Sênecas pousavam no local.

Quatro caças A-29 Super Tucano lançaram duas bombas de 230 quilos, cada. As explosões abriram crateras no solo e impossibilitam seu uso. Há informações da existência de outras quatro pistas naquela localidade utilizadas para o tráfico.

Preços de ‘commodities’ caem e aliviam inflação no Brasil

Diante de uma piora do cenário mundial, especialmente devido aos temores de recessão nos EUA, a inflação deixaria de ser a maior preocupação da equipe econômica do Brasil, apostam alguns analistas. Até o mercado já acredita em juros menores no fim do ano, diante de uma inflação mais comportada. Muda a prioridade, alegam.

Para muitos, a questão crucial passa a ser o nível de atividade da economia e os investimentos – que podem tirar o país da rota de um crescimento sustentado. E duas variáveis vão dar o tom dos preços: as commodities e o dólar.

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O Estado de S. Paulo

Manchete: Efeito da crise sobre a China definirá impacto no Brasil

Desempenho da balança comercial brasileira depende cada vez mais do interesse dos chineses por commodities

Se a crise nos EUA e na Europa atingir a China, o Brasil será penalizado, avaliam profissionais do mercado financeiro. Para eles, o Brasil é considerado hoje um “derivativo” da China – isto é, o desempenho do País depende da performance chinesa. O apetite da China garantiu a alta dos preços das commodities em meio à recessão global, reduzindo a vulnerabilidade externa brasileira. Nos 12 meses até junho, o Brasil registra déficit em conta corrente (que inclui todas as transações com exterior) de US$ 49 bilhões, ou 2% do PIB. Sem o “efeito China”, o superávit da balança comercial se transformaria em déficit, e o saldo negativo da conta corrente chegaria a US$ 89 bilhões, ou 4% do PIB. (Págs. 1, e B1)

Alvo da PF no Turismo, ONG fica em Igreja

Entidade que deu origem ao esquema de corrupção investigado no Ministério do Turismo, a Conectur é registrada numa igreja evangélica, informa o repórter Leandro Cólon. A ONG recebeu R$ 2,5 milhões do governo, mas no endereço funciona a Assembléia de Deus Casa de Oração Betel. O pastor Wladimir Furtado, dono da Conectur, mora no local e foi preso na Operação Voucher, da Polícia Federal. (Págs. 1 e A4)

Ameaça de bandidos obriga juízes a viverem como foragidos

Vários magistrados ameaçados demorte no País mudaram a rotina e vivem sob vigilãncia 24 horas por dia. A situação ficou evidente após o assassinato de uma juíza em Niterói (RJ), na sexta. Há juízes que levam vida de foragidos e outros que se salvaram por um “detalhe”. (Págs. C1 e C3)

Tablets começam a ficar mais baratos no País. (Págs. 1 e B14)

Obama se mantém favorito à reeleição

Mesmo com a ameaça de recessão e com as sucessivas más notícias, o presidente americano continua favorito à reeleição. Analistas consideram seus adversários fracos. (Págs. 1 e A18)

Entidade que recebeu R$ 2,5 milhões para pesquisar turismo fica em igreja
Embrião do esquema de corrupção no Turismo do Amapá, a entidade Conectur é registrada numa igreja evangélica. Recebeu R$ 2,5 milhões do governo federal, mas nunca existiu. No seu endereço oficial funciona a Assembleia de Deus Casa de Oração Betel. O pastor é o dono da Conectur, Wladimir Furtado. Ele mora no andar de cima e foi preso na Operação Voucher, da Polícia Federal. É acusado de envolvimento nos desvios de recursos em convênios do Ministério do Turismo e, segundo investigados, de repassar parte do dinheiro para a deputada Fátima Pelaes (PMDB-AP).

A deputada é chamada de “advogada” nas conversas telefônicas, de acordo com a polícia. O pastor nega as acusações. O Estado foi visitar a “sede” da Conectur na sexta-feira. Acabou encontrando uma igreja. A ousadia é tamanha que o pastor pendurou no alto do prédio religioso uma bandeira mencionando o convênio com o Ministério do Turismo. O banner estava lá três dias depois da operação policial que desmontou o esquema.

Em depoimento à PF, Furtado disse ser “turismólogo”. Sua entidade ganhou R$ 2,5 milhões do Ministério do Turismo para cuidar da “Realização de Estudos e Pesquisas sobre Logística no turismo no Estado do Amapá, levando em conta a situação das redes estabelecidas ao redor dos serviços turísticos”. A verba foi liberada, mas projeto não saiu do papel. E o dinheiro sumiu.

Conectur nega repasse de dinheiro a Fátima Pelaes
O pastor e dono da Cooperativa de Negócios e Consultoria Turística (Conectur), Wladimir Furtado, negou hoje que tenha repassado dinheiro para a deputada Fátima Pelaes (PMDB-AP) proveniente do Ministério do Turismo. “Nunca entreguei dinheiro para a deputada”, afirmou em entrevista horas depois de deixar a prisão. O dono da Conectur, sediada em Macapá (AP), ainda atribuiu à “pressão psicológica” da Polícia Federal os depoimentos em que é acusado de desviar recursos do Turismo para a deputada Fátima Pelaes. “Acho que foi uma questão emocional”, disse.

O pastor afirmou ainda que hoje está politicamente distante de Fátima Pelaes. E tentou mostrar independência: “Não tenho confiança na conduta da deputada”. Wladimir Furtado negou que a Conectur seja uma empresa fantasma. Alegou que está realizando uma reforma no imóvel onde mora e funciona a sua igreja para dar mais espaço à empresa. O pastor garante que o convênio de R$ 2,5 milhões com o Ministério do Turismo foi executado, apesar de o Ministério Público Federal e o Tribunal de Contas da União (TCU) apontarem para a não realização dos objetivos do contrato.

Todos os presos no escândalo do Turismo já saíram da cadeia
A Penitenciária de Macapá informou que todos os presos pela Operação Voucher, da Polícia Federal, já foram libertados. Os últimos detidos, 11 pessoas, deixaram a prisão durante a madrugada de hoje. No fim da noite de ontem saiu o secretário-executivo do Ministério do Turismo, Frederico Silva Costa. Ao ser solto, ele não quis dar entrevista. Frederico teve que pagar uma fiança de R$ 109 mil para conseguir a liberdade. Também deixaram a prisão o ex-secretário-executivo Mário Moysés e o secretário nacional de Programas e Desenvolvimento do Turismo, Colbert Martins Filho.

Ao todo, a Operação Voucher havia prendido 36 pessoas desde terça-feira, entre prisões preventivas e temporárias. Em entrevista ao Estado após deixar a prisão, Colbert afirmou que vai provar sua inocência em relação às acusações de envolvimento no esquema de corrupção na Pasta. “Tenho absoluta certeza da minha lisura. Preciso provar minha inocência para minha família e ao país”, disse. Colbert lamentou o vazamento da foto de dentro da penitenciária do Amapá em que ele aprece sem camisa, segurando a placa de identificação de preso. “Lamento esta situação. O importante é que haja preservação de todos os cidadãos”.

Polícia investiga fraude em contratação de amistoso contra Portugal, em 2008
Doze policiais civis do Distrito Federal estiveram neste sábado no Rio para investigar fraudes na contratação de um amistoso da seleção brasileira contra Portugal, em novembro de 2008. A partida, vencida pelo Brasil por 6 a 2, aconteceu no Gama, cidade-satélite de Brasília. A polícia esteve na capital fluminense para fazer uma busca na sede da empresa Ailanto Marketing, no Leblon. A empresa foi a organizadora da festa, que custou R$ 9 milhões ao governo do Distrito Federal.

De acordo com as investigações da polícia, a Ailanto iniciou suas atividades pouco mais de um mês antes da realização do amistoso. A polícia diz ainda que a empresa não possui sequer telefone fixo e tinha um capital social de apenas R$ 800. A Ailanto é de propriedade do espanhol Sandro Rosell, ex-presidente do Barcelona e parceiro da CBF em uma série de operações. Durante a Copa América na Argentina, Rosell era figura fácil ao lado de Ricardo Teixeira.

Apesar da sequência de crises, Obama ainda é favorito para eleição de 2012
Desde o início de maio, quando anunciou a morte de Osama bin Laden, responsável pelo maior ataque terrorista aos EUA, o presidente americano, Barack Obama, perdeu oito pontos de sua popularidade ao tentar desarmar uma sequência de “bombas” políticas e econômicas capazes de levar o país a uma nova recessão e a uma situação mais crítica no Afeganistão.

Ainda assim, continua como favorito para a eleição presidencial de 2012. Obama enfrentou uma crise de confiança com o Paquistão – supostamente, um dos maiores aliados dos EUA na luta contra o terror. Ela ainda persiste. Teve de engolir um acordo insatisfatório sobre a dívida federal e o ajuste fiscal, formulado sob as armas políticas do Tea Party, a extrema direita do Partido Republicano.

Obama ainda amargou, no dia 5, a primeira redução da nota de crédito dos Estados Unidos pela Standard & Poor’s. No dia seguinte, 30 soldados americanos morreram durante ataque do Taleban contra um helicóptero dos EUA no Afeganistão. Os republicanos aproveitaram cada episódio para disparar torpedos contra o presidente.

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Correio Braziliense

Manchete: Brasiliense aprende a driblar o trânsito

Almoçar em casa, buscar o filho na escola, ir ao supermercado. Tarefas aparentemente simples estão cada vez mais complicadas no cotidiano do brasiliense. Mas existem saídas para lidar com o trânsito de 1,2 milhão de veículos no Distrito Federal. O Correio acompanhou as soluções adotadas por quem está cansado de engarrafamentos e quer ganhar tempo. Uma alternativa comum é a mudança de horários. O especialista Paulo César Marques da UnB, elogia aqueles que agem com mais consciência “Eles ajudam a não sobrecarregar tanto os pontos nos quais já existe grande retenção”. (Págs. 1, 32 e 33)

Fotolegenda: Exército monta operação de guerra atrás de pistola e carro roubados

Para recuperar o veículo e a arma da corporação, furtados em Taguatinga na quinta-feira, 950 homens, munidos de fuzis e jipes camuflados, vasculharam a Estrutural e os pistões Norte e Sul. Blitz continua hoje. (Págs. 1 e 34)

Dinheiro do FAT em mãos proibidas

Ministério do Trabalho libera R$ 62,8 milhões para empresas que, segundo a CGU, não poderiam obter recursos da União. Elas foram incluídas na lista da Controladoria porque receberam alguma punição, principalmente por fraude na execução de contratos. (Págs. 1 e 2)

Amapá apura vazamento de fotografias. (Págs. 1 e 3)

Economia: Crise pode ir além da “marolinha” no Brasil. (Págs. 1, 12 e 13)

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Estado de Minas

Manchete : Reforço na rede para pescar votos

A internet se tornou um instrumento eleitoral polêmico nas últimas disputas por cargos legislativos e executivos e dará contribuição mais expressiva na corrida por cadeiras municipais em 2012. Políticos se preparam para conquistar eleitores por meio dos smartphones, ferramenta a caminho da popularização. (Pág. 1)

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Jornal do Commercio

Manchete : Crise global também chega a seu bolso (Pág. 1)

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Veja

Manchete: A praga da corrupção

– O ministro da Agricultura é acusado de cobrar propina de 2 milhões de reais numa licitação
– Ele participou de uma fraude eleitoral que resultou em 8 toneladas de feijão jogadas no lixo
– No comando do Porto de Santos, usou dinheiro público para quitar dívidas de empresas privadas (Pág. 1)
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Época

Manchete: Proteja seu dinheiro do vendaval financeiro

Um guia para administrar suas finanças, sua carreira e suas compras em tempos de turbulência econômica. (Pág. 1)

Investimento: É hora de apostar em imóveis, poupança, renda fixa ou ações? (Pág. 1)

Emprego: Dicas para quem busca uma nova oportunidade (Pág. 1)

Consumo: Como aproveitar o dólar barato para fazer boas compras lá fora (Pág. 1)

Turismo: O ministro que liberou R$ 10 milhões para uma obra investigada pela PF (Pág. 1)

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ISTOÉ

Manchete: Apocalipse não!

O que há de real e o que é especulação na crise financeira que faz o mundo tremer, mas encontra o Brasil mais preparado do que nunca para enfrentá-la.

– Investimentos, empregos e reservas recorde: o escudo brasileiro contra o fantasma da recessão americana
– Por que as empresas vão continuar apostando no Brasil
– A guerra política que derruba a economia de Obama

Poder : Escândalo do Turismo expõe crise entre PF e ministro da Justiça

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ISTOÉ Dinheiro

Manchete: Fiat : Empresa do ano

A Fiat do Brasil faz o maior investimento em 35 anos, mantém-se maior que a própria matriz italiana e sua fábrica em Betim é a mais produtiva do mundo. Saiba como a vencedora do ranking de ‘As melhores da Dinheiro 2011’ está conquistando o consumidor e resistindo à concorrência dos importados. (Págs. 1)

Gabrielli: O novo pré-sal da Petrobras (Pág. 1)

Crise global

Como o Brasil vai enfrentar a turbulência dos mercados e como você pode ganhar dinheiro com isso. (Págs. 1)
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Carta Capital

Manchete: Dilma exclusivo

“Não vamos abraçar a corrupção, mas não serei pautada pela mídia”

“A situação mundial mudou. E o Brasil vai reagir de forma diferente”

“O poder militar subordinado ao civil é uma conquista da sociedade” (Pág. 1)

Amorim e os saudosistas: A falsa agitação nas Forças Armadas (Pág 1)

Londres, Paris, Nova York… A crise econômica se aprofunda (Pág 1 )

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Zero Hora

Manchete: Por que o mundo foi para as ruas

Pesquisadores analisam as causas das revoltas populares que sacodem diversas cidades ao redor do mundo.
Uma incursão pela Londres em chamas (Págs 1, 13 a 15)

Fiscalização de eventos opõe MP e especialistas

Ação do Ministério Público sobre o Natal Luz abre um debate entre administrações públicas e empresas. (Págs. 1, 18 a 20)
Vice-cônsul procurado pela polícia fala a ZH

Considerado foragido pela Justiça, português Adelino Pinto tenta explicar seu envolvimento em golpe que lesou a Igreja em R$ 2,5 milhões. (Págs. 1, 4 a 6)

Clipping Radiobrás com congresso em foco

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