Manchete dos Jornais nesta Quarta-feira, 08 de Novembro de 2017

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“Cérebros criminosos”, acerca de descobertas que podem abalar o direito…
Deputados começam a votar pacote antiviolência
A Câmara aprovou ontem à noite projetos que acabam com a redução automática da pena para menores de 21 anos e que obrigam operadoras de telefonia a instalar bloqueadores de celular em presídios. Os textos, que ainda vão ao Senado, integram o pacote de Segurança que o presidente da Casa, Rodrigo Maia, quer votar ainda este ano…
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O Globo

Manchete: Sem reforma, governo prevê paralisia e aumento de imposto
Presidente muda o tom e afirma que tentará aprovar Previdência
Secretário diz que faltará dinheiro ‘para praticamente tudo’, e Bolsa cai 2,55% por temor de piora nas contas públicas. Técnicos discutem negociar retirada de despesas previdenciárias do teto de gastos
Após admitir que a reforma da Previdência pode não passar, o presidente Michel Temer disse que usará “toda a sua energia” para aprovar as mudanças. Segundo Mansueto Almeida, secretário do Ministério da Fazenda, sem a reforma, o governo terá de cortar despesas sociais e subir impostos. Técnicos da equipe econômica já cogitam negociar para excluir a Previdência do teto de gastos do governo. (Págs. 21 e 22)

EDITORIAL
‘A responsabilidade de Temer com as reformas’ (Pág. 18)

MÍRIAM LEITÃO
Venda da Eletrobras deveria modernizar o setor. (Pág. 22)

Estados pedem verba do jogo para segurança
Governadores propõem legalizar atividade e destinar impostos para fundo contra violência (Pág. 3)

Deputados começam a votar pacote antiviolência
A Câmara aprovou ontem à noite projetos que acabam com a redução automática da pena para menores de 21 anos e que obrigam operadoras de telefonia a instalar bloqueadores de celular em presídios. Os textos, que ainda vão ao Senado, integram o pacote de Segurança que o presidente da Casa, Rodrigo Maia, quer votar ainda este ano. (Pág. 3)

Mais duro que Moro, TRF dá pena maior a Vaccari
Depois de rever condenações do juiz Sergio Moro e absolver duas vezes João Vaccari Neto, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região aumentou a pena do ex-tesoureiro do PT de 10 para 24 anos em um terceiro caso. Em mais da metade dos casos em que altera a sentença, o TRF-4 torna a punição mais dura que a de Moro. (Pág. 4)

Foto-legenda: Cratera na serra
Um buraco de 30 metros de diâmetro e 70 de profundidade, às margens da BR-040, em Petrópolis, engoliu uma casa e interditou parte da Rio-Juiz de Fora. Falha na construção de um túnel é possível causa. (Págs. 8 e 9)

Condenado, prefeito acusa vereadores
Condenado por abuso de poder, o prefeito de Teresópolis, Mário Tricano, denunciou ao MP os 12 vereadores da cidade por tentativa de fraudar licitações. (Pág. 10)

Indicação política de Pezão no TCE
Após a desistência dos conselheiros que integravam a lista tríplice do Tribunal de Contas do Estado, o governador Pezão indicou o deputado Edson Albertassi para o órgão. (Pág. 6)

Caixa volta a financiar imóveis
A Caixa Econômica vai retomar a liberação de empréstimos habitacionais para famílias com renda mensal de até R$ 4 mil, enquadradas no Minha Casa Minha Vida. (Pág. 24)

Planos individuais ainda sem garantia
A Caixa Econômica vai retomar a liberação de empréstimos habitacionais para famílias com renda mensal de até R$ 4 mil, enquadradas no Minha Casa Minha Vida. PÁGINA 24A nova lei em discussão na Câmara que obriga empresas a oferecerem planos de saúde individuais pode não ser suficiente, dizem analistas. (Pág. 25)

Operação acaba sem apreensão de armas
Blindado militar patrulha Complexo do Salgueiro, em São Gonçalo. Ação contra o tráfico, a primeira com uso de tropas federais desde a troca de acusações entre o ministro da Justiça e o governo do Rio, teve nove presos e nenhuma arma apreendida. (Pág. 12)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: Centrão dá ultimato a Temer por reforma ministerial
Insatisfeitos com presença do PSDB, que controla quatro pastas, deputados do bloco ameaçam paralisar votações
Deputados do Centrão – bloco formado por partidos como o PP, PR e PTB – deram ultimato ao presidente Michel Temer e ameaçam obstruir votações caso o PSDB, que controla quatro ministérios, continue no governo. Temer avalia a possibilidade de antecipar para janeiro a reforma ministerial prevista para abril, quando candidatos às eleições terão de deixar os cargos. Auxiliares do presidente dizem que o governo não ficará refém do Centrão, mas procura solução para o impasse. “Ou muda (o ministério) ou não vota mais nada aqui”, afirmou o deputado Arthur Lira (AL), líder da bancada do PP, a quarta maior da Câmara, com 45 parlamentares. Na véspera, em sinal de protesto, Lira faltou a uma reunião no Planalto. A quem lhe pergunta sobre trocas na equipe, Temer afirma que “tudo vai depender das circunstâncias políticas”. (POLÍTICA / PÁG. A4)

Ministros saem em defesa de projeto da Previdência
O mercado reagiu mal à declaração do presidente Michel Temer sobre a possibilidade de derrota na reforma da Previdência. Ontem, enquanto a Bolsa operava em baixa, os ministros Henrique Meirelles (Fazenda), Eliseu Padilha (Casa Civil) e Dyogo Oliveira (Planejamento) diziam que o governo não desistiu da reforma. (ECONOMIA / PÁG. B1)

Parlamentares esvaziam MP
Medida Provisória que cria jornada reduzida e licença não remunerada para o funcionalismo foi alterada por comissão do Congresso, reduzindo economia prevista pelo governo. (PÁG. B3)

Prefeitura dificulta acesso a dados e descumpre lei
Em gravação obtida pelo Estado, o número 2 da Secretaria Especial de Comunicação da Prefeitura de SP diz que, dentro do que for “formal e legal”, vai dificultar o acesso de jornalistas a dados da administração pedidos por meio da Lei de Acesso à Informação. Para especialistas, a prática pode constituir improbidade administrativa e prevaricação. Segundo a norma, as informações devem ser fornecidas em até 20 dias, prorrogáveis por mais dez. (METRÓPOLE / PÁG. A12)

Gestão nega irregularidades
A Prefeitura diz que a análise dos pedidos atende a critérios técnicos. (PÁG. A12)

Preço de produtos de Natal deve cair pela 1ª vez em 17 anos
Pesquisa da Confederação Nacional do Comércio mostra que uma cesta com os 214 itens mais consumidos no Natal registra queda de 1,1% em 12 meses até outubro, após subir 9,8% em 2016. Os celulares puxam os preços para baixo, com recuo de 9,1%. Na foto, consumidores fazem compras na região da 25 de Março, em SP. (ECONOMIA / PÁG. B7)

TRF-4 eleva pena que Moro impôs a Vaccari (Política / Pág. A8)

PGR denuncia Shéridan por compra de votos (Política / Pág. A8)

Vera Magalhães
Na luta pela presidência do PSDB, Alckmin silencia à espera de que contendores se inviabilizem. (POLÍTICA / PÁG. A6)

Notas & Informações
Processos arquivados
Arquivamento de investigações que envolvem governadores mostra que acusações baseadas apenas na palavra de delatores nada contribuem para a efetiva erradicação da corrupção. (PÁG. A3)

Para desconsolo da oposição
É de se observar com cuidado as avaliações pessimistas sobre a reforma da Previdência. (PÁG. A3)

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Folha de S. Paulo

Manchete: Ex-procurador deu orientações à JBS, sugere mensagem
E-mail de Marcello Miller contrasta com argumento de que ele fez apenas ‘reparos gramaticais’ na delação da empresa
O ex-procurador Marcello Miller tinha no seu e-mail um roteiro com orientações sobre como os executivos e advogados da JBS deveriam se portar para fechar acordo de delação com a Procuradoria-Geral da República. A mensagem foi revelada após a quebra do seu sigilo. E-mail obtido pela Folha data de 9 de março de 2017, dois dias após Joesley Batista gravar Michel Temer no Palácio do Jaburu. O texto, intitulado “segundo roteiro de reunião”, sugere que a Procuradoria já sabia que o presidente estaria entre os delatados. A mensagem traz ainda um passo a passo de como a JBS deveria conduzir a conversa. A orientação principal era o que dizer a investigadores. “Estamos trazendo pela primeira vez BNDES, estamos trazendo fundos, Temer, Aécio, Dilma, Cunha, Mantega e, por certo ângulo, também Lula”, diz Miller. A delação da JBS foi questionada após vir à tona a suspeita de que o ex-procurador trabalhou como advogado da empresa enquanto estava no Ministério Público. Ele nega e diz ter feito apenas reparos “linguísticos e gramaticais”. A mensagem contrasta com a sua versão. Também contraria a JBS e o ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot. Eles sustentam que Temer não era objeto das conversas iniciais. Procurada, a defesa de Miller manteve a sua posição. Janot afirmou não ter nada a declarar. (Poder A6)

Tribunal mais que dobra pena dada por Moro a Vaccari
O ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto teve a pena de dez anos de prisão, determinada pelo juiz Sergio Moro , aumentada para 24 anos após julgamento no Tribunal Regional Federal da 4a Região. A defesa diz que irá recorrer e que a condenação foi decidida com base apenas em delações. (Poder A7)

Serra quer disputar eleição em 18 e pede psicanálise ao PSDB (Poder A10)

Caixa anuncia que liberará R$ 8,7 bi para destravar o crédito imobiliário (Mercado A19)

É preciso enfrentar reajuste do plano de idoso, diz ministro
O ministro da Saúde, Ricardo Barros, afirma à Folha que o reajuste da mensalidade de planos de saúde de usuários após os 60 anos é assunto que precisa ser enfrentado. Ele defende a manutenção do equilíbrio econômico das operadoras. Projeto que permite a revisão pode ser votado em comissão da Câmara hoje. (Cotidiano B1)

Vinícius Torres Freire
Atrás de novidade, Temer lança projeto Avançar para o nada
Temer quer “relançar” seu governo. Mas ora não tem força ou fundos para chutar essa bola murcha. Vai então lançar propaganda nova. Nesta semana, anuncia o Projeto Avançar, que é uma espécie de PAC com maquiagem de defunto, com R$ 42 bilhões em investimentos. Hum. (Mercado A20)

Meirelles afirma que não recuará de nova Previdência
O ministro Henrique Meirelles (Fazenda) e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), contemporizaram declarações de Michel Temer, que admitiu que a nova Previdência pode não ser votada em seu governo. A fala do presidente teve impacto na Bolsa, que caiu 2,55% ontem. Para Meirelles, a reforma não ê uma escolha. (Mercado A18)

Disparada do gás de botijão corrói renda dos mais pobres
A disparada do preço do gás de botijão nos últimos meses já corrói a renda das famílias mais pobres. Ao lado da conta de luz, ele responde por 6,5% do orçamento dos que ganham de R$ 937 a R$ 2.342, segundo índice da FGV. Neste ano, os reajustes elevaram em quase 11% os gastos dessa fatia da população com os dois itens. (Mercado A15)

Editoriais
Leia “Tarifa e privatização”, sobre alta dos preços da energia elétrica, e “Cérebros criminosos”, acerca de descobertas que podem abalar o direito. (Opinião A4)

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