Partidos terão mais R$ 888 mi de fundo público para eleição
Verba autorizada pelo TSE se somará ao R$ 1,7 bi destinado às campanhas
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) autorizou o uso do Fundo Partidário para bancar campanhas das eleições deste ano. Com a decisão, partidos políticos terão R$ 888,7 milhões a mais para gastar, sendo R$ 780,3 milhões oriundos da União, além do R$ 1,716 bilhão do fundo eleitoral – criado para compensar o fim das doações empresariais, proibidas pelo Supremo Tribunal Federal em 2015.
Proposta que visa restringir o foro empaca na Câmara
A proposta de emenda constitucional que restringe o foro privilegiado para autoridades está paralisada na Câmara dos Deputados. O texto foi aprovado no ano passado pelo Senado.
A comissão de deputados que a analisará aguarda indicações de seus membros pelos partidos. De 35 titulares, 13 foram apontados. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), diz que os trabalhos deverão começar em março.
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O Globo

Manchete:Partidos vão disputar 16 vagas em agências
Em ano de eleição, com obstáculos à liberação de verbas, partidos devem disputar 16 postos de diretoria nas agências reguladoras. (PÁGINA 13)

TSE libera candidatura com recursos próprios
Justiça Eleitoral permite que candidatos autofinanciem integralmente suas campanhas. A medida pode sofrer ajustes até 5 de março. (PÁGINA 4)

Míriam Leitão
LAVA-JATO ACELERA
Força-tarefa entrará em ritmo mais forte a partir do fim deste mês e do início de março. (PÁGINA 14)

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O Estado de S. Paulo

Manchete : Partidos terão mais R$ 888 mi de fundo público para eleição
Verba autorizada pelo TSE se somará ao R$ 1,7 bi destinado às campanhas
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) autorizou o uso do Fundo Partidário para bancar campanhas das eleições deste ano. Com a decisão, partidos políticos terão R$ 888,7 milhões a mais para gastar, sendo R$ 780,3 milhões oriundos da União, além do R$ 1,716 bilhão do fundo eleitoral – criado para compensar o fim das doações empresariais, proibidas pelo Supremo Tribunal Federal em 2015. Somando os dois fundos, o orçamento eleitoral deve ficar próximo dos R$ 2,5 bilhões em 2018. Outro tema polêmico, relacionado à possibilidade de os candidatos custearem integralmente suas campanhas com o próprio dinheiro, deve ser analisado no plenário do Supremo. O Estado apurou que o relator da ação, ministro Dias Toffoli, vai apresentar parecer contrário ao autofinanciamento e a tendência da Corte, até o momento, é limitar os gastos a 10% dos rendimentos dos candidatos. POLÍTICA / (PÁG. A4)

Denúncia eleitoral contra Cristiane Brasil parou em 2010
A suspeita de associação ao tráfico na campanha eleitoral de 2010 contra a deputada e ministra nomeada Cristiane Brasil (PTB-RJ) nunca foi investigada na esfera eleitoral. A denúncia, que consta no inquérito da Polícia Civil revelado pelo Estado no último dia 3, foi recebida no TRE do Rio e enviada ao Ministério Público. A Procuradoria Regional Eleitoral, porém, nega ter registro da denúncia. POLÍTICA / (PÁG. A5)

Venda de carro mais barato volta a crescer após 4 anos
A recuperação do mercado de automóveis deixou de ser sustentada apenas pelos consumidores mais ricos e tem contado nos últimos meses com a contribuição de brasileiros de menor renda. Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos – em queda desde 2013 – voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017. Segundo analistas, a virada deve se consolidar neste ano. ECONOMIA / (PÁG. B1)

Maia fecha porta para Huck
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, negou ontem a possibilidade de o apresentador Luciano Huck se candidatar à Presidência pelo DEM. (PÁG. A5)

Crise venezuelana já se equipara à do Mediterrâneo
O fluxo de migrantes venezuelanos para Colômbia e Brasil já se assemelha ao movimento mensal de refugiados que cruzaram o Mar Mediterrâneo para a Itália no auge da crise migratória europeia de 2015. O alerta é de Joel Millman, da Organização Internacional de Migrações. Mais de 500 mil deixaram a Venezuela em 2017. INTERNACIONAL / (PÁG. A6)
Rio registra saques, arrastões e roubos METRÓPOLE / (PÁG. A10)

Colunista
Vera Magalhães
Com o fim do carnaval, Luciano Huck começará a pôr na rua o bloco da candidatura presidencial. POLÍTICA / (PÁG. A5)

Notas&Informações
O desafio da tecnologia
A crise fiscal, o acatamento pela OMC de queixas contra medidas protecionistas do Brasil e o desafio da nova revolução industrial trazem desafios que exigem respostas rápidas. (PÁG. A3)

Cuidado com as delações
Ministério Público não pode ditar a última palavra sobre os termos de uma colaboração premiada. (PÁG. A3)

Cresce exportação de gado vivo
Na mira de entidades de defesa animal, atividade registra expansão de 20% ao ano, impulsionada por negócios com países de religião islâmica. (PÁG. B5)
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Folha de S. Paulo

Manchete : Governo usa BNDES para conter o endividamento
Dinheiro do banco evita que ‘regra de ouro’ seja formalmente desobedecida
0 governo está tomando dinheiro emprestado para pagar despesas como folha de pagamento de servidores e benefícios da Previdência Social. A prática vai contra a “regra de ouro”, que proíbe o endividamento para pagar despesas de custeio. Os recursos tomados no mercado devem ser usados em investimentos ou amortização da dívida.
A regra de ouro só não está sendo formalmente descumprida porque o governo federal tem usado recursos tomados do BNDES. 0 quadro se agravou no ano passado, quando o Tesouro Nacional usou dinheiro dos empréstimos para custear despesas com seguro-desemprego, salários e aposentadorias de militares.
A prática prosseguiu neste início de ano. 0 Ministério do Planejamento diz que a norma atual apenas proíbe que empréstimos superem despesas de capital (investimentos e amortizações). A pasta admite que isso só não está ocorrendo graças ao dinheiro do BNDES. (Mercado A11)

Proposta que visa restringir o foro empaca na Câmara
A proposta de emenda constitucional que restringe o foro privilegiado para autoridades está paralisada na Câmara dos Deputados. O texto foi aprovado no ano passado pelo Senado.
A comissão de deputados que a analisará aguarda indicações de seus membros pelos partidos. De 35 titulares, 13 foram apontados. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), diz que os trabalhos deverão começar em março. (Poder A4)

Incêndios são quase tão ruins quanto desmate na Amazônia
Incêndios na Amazônia lançam no ar cerca de 1 bilhão de toneladas de dióxido de carbono ao ano, mais da metade do produzido pelo desmatamento, aponta estudo do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais.
A seca de 2015 levou a um aumento de 36% na ocorrência de incêndios em relação à média dos 12 anos anteriores. Emissões de CO2 estão na raiz de alterações climáticas. (Ciência B7)

‘Folia do protesto’ traz críticas contra política e reformas (Especial – B1)

Prisão de mães é excessiva no país e deve ser revista
ILONA SZABÓ DE CARVALHO
A espada da Justiça está sendo usada de forma desproporcional em milhares de casos eliminais envolvendo gestantes e mães no país. Das 42.355 mulheres presas no Brasil, 74°/o têm ao menos um filho. O custo de manter na prisão mães que cometeram crimes sem violência não se justifica. (Cotidiano B2)

Trump corta um terço da verba para diplomacia
A proposta de orçamento de Donald Trump para 2019 prevê o corte de quase um terço dos US$ 55 bilhões destinados à diplomacia. Restrições atingem todos os programas do Departamento de Estado —principalmente ajuda a outros países. Já os investimentos militares cresceram. (Mundo A8)

Ataque na Síria opõe russos a forças dos EUA
Um confronto na Síria opôs forças leais a Damasco a tropas americanas e curdas, e pode ter deixado dezenas de russos mortos. Moscou minimizou o episódio, que explicita os riscos da nova fase da guerra civil no país árabe, dizendo que se há russos mortos, eles eram mercenários. (Mundo A9)

Editorial
“Ordem e folia”, sobre 0 crescimento e a organização do Carnaval paulistano, e “Palpites infelizes”, a respeito de declarações do diretor da PF. (Opinião A2)

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