Manchete dos Jornais nesta Segunda-feira, 03 de Julho de 2017

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Planalto mapeia votos para evitar traições
O Planalto intensificou o mapeamento de votos pró-Temer na Câmara. Enquete do GLOBO revelou que apenas 44 dos 513 deputados admitem abertamente rejeitar a denúncia contra o presidente por corrupção passiva. A defesa de Temer tentará, na Comissão de Constituição e Justiça, convencer deputados de que a conversa com Joesley não revela crime…

As flechas de Janot
AINDA HÁ BAMBU
Até setembro, o procurador- geral, Rodrigo Janot, deve concluir apuração sobre Temer e fechar pelo menos mais quatro acordos de delação…

Nenhum partido fecha apoio a Temer
Nenhuma bancada entre os dez principais partidos da base aliada do governo fechou apoio ao presidente Michel Temer contra a denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República. Líderes farão reuniões para tentar definir o posicionamento que devem adotar…

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O Globo

Manchete : Proprietário já oferece até aluguel grátis por 3 meses
Preço de locação cai 5,74% em um ano, e Rio hoje tem 14,4% de imóveis vagos
Para não ficar com apartamento vazio na crise, donos desistem da exigência de fiador e aceitam preço 33% menor do que o valor inicialmente pedido. Quem já encontrou inquilino abre mão até do reajuste anual
Na crise, a cidade do Rio tem 14,4% de imóveis residenciais vagos disponíveis para locação. Para especialistas, o percentual aceitável é de, no máximo, 10%. Com a queda no preço do aluguel, que recuou 5,74% em um ano, proprietários já oferecem até três meses de aluguel gratuito, período em que o inquilino arca somente com despesas de IPTU e condomínio.
Para reduzir o estoque de unidades vagas, o mercado imobiliário diminui as exigências: donos dispensam fiador e aceitam reduzir em até 33% o valor inicialmente pedido. Segundo corretores, quem já encontrou inquilino muitas vezes é obrigado a abrir mão do reajuste. Especialistas dizem que o aumento da oferta de apartamentos reflete a crise do mercado imobiliário. Quem não consegue vender decide alugar a propriedade para não ter de pagar os encargos. (Págs. 15 e 16)

Planalto mapeia votos para evitar traições
O Planalto intensificou o mapeamento de votos pró-Temer na Câmara. Enquete do GLOBO revelou que apenas 44 dos 513 deputados admitem abertamente rejeitar a denúncia contra o presidente por corrupção passiva. A defesa de Temer tentará, na Comissão de Constituição e Justiça, convencer deputados de que a conversa com Joesley não revela crime. (Pág. 4 e Ricardo Noblat)

As flechas de Janot
AINDA HÁ BAMBU
Até setembro, o procurador- geral, Rodrigo Janot, deve concluir apuração sobre Temer e fechar pelo menos mais quatro acordos de delação. (Pág. 3)

Alunos de olho em Portugal
Mala pronta
Pedidos de visto de brasileiros para estudar em Portugal cresceram 148% no consulado de São Paulo só este ano. (Pág. 19)

Barreira no Jaburu
Para evitar que visitantes sejam fotografados entrando ou saindo do Jaburu, a entrada da residência de Temer foi “bloqueada” com plantas.(Capa)

Trump volta a ‘socar’ a imprensa
O embate entre Donald Trump e a imprensa se acirrou depois de o presidente americano tuitar montagem em que ataca uma pessoa com o logotipo da CNN no lugar do rosto. O ataque levou jornalistas e até colegas de partido a acusarem o presidente de incitar a violência contra a mídia. No Congresso, republicanos já tentam conter seu poder. (Pág. 21)

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O Estado de S. Paulo

Manchete : Gasto federal deve crescer o dobro do permitido pela lei
Se a reforma da Previdência não for aprovada pelo Congresso, governo terá de promover duros cortes nas despesas, inclusive nas áreas administrativa e de pessoal
A lei do teto dos gastos – principal medida proposta pelo governo de Michel Temer para tentar reequilibrar as contas públicas – enfrentará seu primeiro grande teste já em 2018. Segundo as projeções oficiais, as despesas obrigatórias com INSS, aposentadorias de servidores federais e benefícios a idosos e pessoas de baixa renda com deficiência, que são as que mais crescem e consomem o maior volume de recursos, deverão subir quase 8%.
Será mais do que o dobro que a inflação oficial, de cerca de 3,5%, usada como referência para o aumento de gastos. Para evitar o estouro do teto, o governo ainda conta com a aprovação da reforma da Previdência pelo Congresso Nacional, mesmo em meio à crise política. Se isso não ocorrer, a equipe econômica terá de promover duros cortes, inclusive em despesas administrativas e de pessoal. Embora o Congresso Nacional tenha aprovado reajustes para o funcionalismo até 2019, existe a possibilidade de suspender os aumentos. (Economia / Pág. B6)

Brechas para driblar o teto
Caso o governo federal não consiga respeitar o teto dos gastos, um estudo elaborado pela consultoria de Orçamento do Senado Federal mostra que há brechas para driblar a lei. (Pág. B6)

Nenhum partido fecha apoio a Temer
Nenhuma bancada entre os dez principais partidos da base aliada do governo fechou apoio ao presidente Michel Temer contra a denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República. Líderes farão reuniões para tentar definir o posicionamento que devem adotar. (Política / Pág. A4)

Para que Ministro da Cultura?”
Para Pedro Herz, dono da Livraria Cultura, País precisa cuidar bem da educação. (Direto da Fonte / Pág. C2)

Cida Damasco
Não é preciso ser especialista para entender o terreno estreito em que se move o governo. (Economia / Pág. B4)

Lúcia Guimarães
O autocrata do século 21 não usa uniforme verde oliva. Ele conquista poder pelas urnas. (Caderno 2 / Pág. C6)

Bradesco vai ampliar crédito ao agronegócio (Broadcast agro / Pág. B2)

NOTAS & INFORMAÇOES
Previdência corrói as contas
Com novo recorde negativo nas contas públicas, fica mais uma vez comprovado o enorme desarranjo da Previdência Social. (Pág. A3)

A Lava Jato não está ameaçada
O número de prisões por corrupção cresceu 288%. (Pág. A3)

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Folha de S. Paulo

Manchete : Apoio à esquerda sobe e repõe empate ideológico
Concordância com opiniões de direita cai em relação a 2014, diz Datafolha
Pesquisa Datafolha sobre as convicções dos brasileiros mostra alta na adesão a ideias associadas à esquerda. Esse movimento superou o fortalecimento de algumas posições de direita, o que devolveu o perfil ideológico do eleitor ã situação de equilíbrio entre os polos. Em relação à pesquisa de setembro de 2014, subiram de 58% para 77% os que vinculam pobreza à falta de oportunidades. A parcela que liga o problema à preguiça caiu de 37% para 21%.
A tolerância à homossexualidade também aumentou, de 64% para 74%. Cresceu a aceitação de migrantes (63% para 70%). De outro lado, o porte de armas ê defendido por 43% (contra 35%). Ampliou-se de 49% para 54% a fatia que rechaça depender do governo.
As perguntas demarcam diferenças em temas econômicos e comportamentais. Com base no conjunto das respostas, o instituto atribui uma entre cinco classificações a cada eleitor: esquerda, centro-esquerda, centro, centro-direita ou direita. A alta no apoio à esquerda reverteu vantagem da direita. Hoje há empate técnico entre os grupos. (Poder A4)

Tucanos criam dificuldades para Doria na Câmara
Planos enviados à Câmara pelo prefeito João Doria (PSDB), como o de concessões à iniciativa privada, avançam com dificuldades. Vereadores do seu próprio partido e mais um grupo que forma a base de sustentação do prefeito estão descontentes com a forma de tramitação dos seus projetos, rápida e sem debate, segundo eles. A gestão nega. (Cotidiano B3)

JBS usava rede de mercados para ter dinheiro vivo
Redes de supermercados eram utilizadas pelo frigorífico JBS como forma de obter dinheiro em espécie para pagamento de campanhas eleitorais, segundo delatores do próprio grupo. O frigorífico exigia que os varejistas comprassem seus produtos em dinheiro vivo. Esses valores seguiam diretamente para emissários dos políticos. (Poder A11)

Mauro Paulino
ANÁLISE
Pesquisa mostra desalento e medo da sociedade (Poder A6)

Brasil deixou poder privado controlar o poder político
ENTREVISTA DA 2a • DELFIM NETTO
A Lava Jato mostrou que 0 poder econômico dominou 0 político, diz Antonio Delfim Netto. “O setor privado anulou a única força que controla 0 capitalismo, que ê 0 Congresso.” Para 0 economista, as denúncias contra Temer têm “proporções catastróficas” e sua manutenção no governo ê a solução “menos pior”, por elevar as chances de aprovação das reformas. (Pág. A16)

Crescem juros de crédito pessoal e de renegociação
Ao contrário da expectativa criada pela redução da taxa básica de juros, o custo médio do crédito pessoal cresceu 3,4 pontos percentuais de abril a maio. O juro na renegociação de dívidas também subiu. Risco de calote explica. (Folhainvest A17)

Editoriais
“Mudar para ficar igual”, sobre tramitação da reforma política no Congresso, e “A pinguela da cultura”, acerca de dança das cadeiras no ministério. (Opinião A2)

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