Manchete dos Jornais neste domingo, 09 de outubro de 2016
Postado por: Equipe Portal Cambé Em 9th outubro 2016

Pelo menos 6 Estados e DF não têm dinheiro para pagar 13º salário
Governos esperam ajuda da União e melhora da economia para amenizar crise
Em meio à grave crise fiscal, governos estaduais já preveem dificuldades para pagar o 13.º e o restante dos salários de servidores até o fim do ano. Os Estados evitam admitir oficialmente que não há caixa para pagar o benefício, mas pelo menos sete de 24 unidades da Federação consultadas pelo Estado reconhecem que não há definição de como e quando o 13.º será depositado na conta de 2 milhões de servidores. Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Distrito Federal, Sergipe e Roraima não teriam recursos hoje para pagar a gratificação, segundo os respectivos secretários de Fazenda. Alguns não conseguirão o feito mesmo com ajuda do governo federal. Além de socorro do Tesouro Nacional, eles contam com a recuperação da economia para aumentar a arrecadação. Apesar da situação geral delicada, outros 12 Estados, incluindo São Paulo, prometeram pagar o 13.º no prazo…


O Globo

Manchete : Retrocesso na economia vai agravar pobreza até 2025
Classes D e E devem aumentar mesmo com retomada do crescimento
Nos próximos nove anos, população de baixa renda crescerá em mais 1 milhão de famílias. Maior preocupação dos mais pobres é com o desemprego
Mesmo com a previsão de que a economia volte a crescer, a população de renda mais baixa deve aumentar em mais 1 milhão de famílias até 2025, quando chegará a 41 milhões, segundo a consultoria Tendências, informa DAIANE COSTA. “Há muita coisa errada para consertar na economia. As famílias vão ter de se acostumar a viver com menos por mais tempo”, diz Adriano Pitoli, autor da pesquisa. Desde 2014, com a recessão e a inflação, as classes D e E aumentaram em 3,5 milhões de famílias. Outro levantamento, do Ibase, mostra que o desemprego é a maior preocupação dos mais pobres. Na casa de Glória de Oliveira Brito e Anderson Ornelas, ambos desempregados, a solução foi alugar o térreo da casa para garantir a renda familiar. (Págs. 37 e 38)

Aliados, PMDB e PSDB já medem forças
Maiores vencedores do 1º turno, obtendo juntos um terço das prefeituras do país, PMDB e PSDB se tornaram as principais forças na disputa presidencial de 2018, mas há dúvidas de que lado essas duas siglas estarão. O ex-ministro Nelson Jobim, quadro histórico do PMDB, diz que seu partido quer fazer o sucessor de Michel Temer, enquanto os tucanos têm pelo menos três pré-candidaturas. Caso se unam, na visão de especialistas, formarão a chapa a ser batida. (Pág. 3)

Ataques à trincheira adversária
No Rio, Crivella (PRB) e Freixo (PSOL) planejam invadir áreas onde, no 1º turno, o adversário teve seu melhor desempenho. Crivella prepara agenda na Zona Sul e Freixo, atos na Zona Oeste. (Pág. 6)

Líderes de 21 partidos defendem teto
Após a Procuradoria-Geral da República criticar a proposta de emenda constitucional (PEC) que limita os gastos públicos, o governo fez uma ofensiva, junto ao Legislativo, para defender o texto. Líderes de 21 partidos condenaram a posição dos procuradores e pregaram união em torno do ajuste. (Pág. 41)

Protestos contra ameaça à imprensa
A Justiça federal autorizou a quebra de sigilo telefônico de jornalista da “Época”. Para entidades, decisão fere a liberdade de imprensa (Pág. 18)

Itaú compra rede do Citi no Brasil
O Itaú Unibanco acertou a compra, por R$ 710 milhões, das operações de varejo do Citibank no país, o que reforçará sua atuação no segmento de alta renda. O valor do negócio ficou abaixo do esperado. (Pág. 43)

Colunistas
LAURO JARDIM – Universal fará templo em terreno de R$ 90 milhões (Pág.2)

MERVAL PEREIRA – Invalidar voto nulo e branco desrespeita o eleitor (Pág.4)

ANTONIO TABET – Candidatos tergiversam mesmo que não saibam (Pág. 7)

ELIO GASPARI – A nova gestão no Planalto não é ilegítima, é caótica (Pág.12)

MÍRIAM LEITÃO – O paradoxo de Temer se quiser disputar 2018 (Pág.38)

FERNANDO GABEIRA – O sistema político perdeu as eleições (Segundo Caderno)


O Estado de S. Paulo

Manchete : Pelo menos 6 Estados e DF não têm dinheiro para pagar 13º salário
Governos esperam ajuda da União e melhora da economia para amenizar crise
Em meio à grave crise fiscal, governos estaduais já preveem dificuldades para pagar o 13.º e o restante dos salários de servidores até o fim do ano. Os Estados evitam admitir oficialmente que não há caixa para pagar o benefício, mas pelo menos sete de 24 unidades da Federação consultadas pelo Estado reconhecem que não há definição de como e quando o 13.º será depositado na conta de 2 milhões de servidores. Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Distrito Federal, Sergipe e Roraima não teriam recursos hoje para pagar a gratificação, segundo os respectivos secretários de Fazenda. Alguns não conseguirão o feito mesmo com ajuda do governo federal. Além de socorro do Tesouro Nacional, eles contam com a recuperação da economia para aumentar a arrecadação. Apesar da situação geral delicada, outros 12 Estados, incluindo São Paulo, prometeram pagar o 13.º no prazo. (Economia B1 e B3)

A passos lentos
Apesar do avanço dos índices de confiança, a atividade econômica custa a reagir e aumenta a pressão sobre o governo para aprovar o ajuste. (B4)

‘Supremo me tornou mais liberal’
Entrevista
Dias Toffoli – MINISTRO DO STF
O Supremo Tribunal Federal está mudando convicções do ministro José Antônio Dias Toffoli. Apesar da formação católica social de esquerda, ele diz agora pensar num “Estado menos intervencionista”. “Quanto mais a sociedade não depender do Estado, melhor.” Questionado se deu uma guinada para a direita, respondeu: “Eu meu tornei mais liberal”. (Política A4 e A5)

Batalha contra privilégios
Número de servidores públicos salta de 5,8 milhões para 9 milhões em 13 anos e pressiona as contas públicas
O número de funcionários públicos no Brasil deu um salto em pouco mais de uma década. Pesquisa da Diretoria de Análise de Políticas Públicas da Fundação Getúlio Vargas mostra que o total de servidores passou de 5,8 milhões, em 2001, para quase 9 milhões, em 2014, nos três níveis de governo (federal, estadual e municipal) e nos três Poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário). Em 13 anos, as despesas com pessoal passaram de R$ 171,6 bilhões para R$ 390,2 bilhões, em valores corrigidos pela inflação. A diferença daria para pagar o Bolsa Família a 13 milhões de beneficiários durante sete anos. (Política A12 e A13)

Procuradoria investiga morte de Marighella
O Ministério Público Federal abriu investigação sobre a morte do guerrilheiro Carlos Marighella, fundador da Ação Libertadora Nacional, e sobre a equipe do delegado Sérgio Paranhos Fleury, que comandou a operação em 1969. (Política A10)

Itaú compra varejo do Citibank no Brasil (Economia B5)

Dora Kramer
Do alto de seu livre-arbítrio, eleitor avisa ao Estado que não aceita voto impositivo (Política A6)

Eliane Cantanhêde
A votação do teto de gastos tende a ser um divisor de águas. É o ‘AT’ e o ‘DT’. (Política A8)

Notas&Informações
O modelo funciona – Qualquer coisa que não seja financiamento de campanha por pessoa física seria passo atrás(A3)

Investimento, fator incerto (A3)


Folha de S. Paulo

Manchete : Caixa ajudou Odebrecht no Itaquerão com R$ 350mi
Empreiteira fez transação sigilosa com banco relativa à arena do Corinthians
Investigada na Lava Jato, a Odebrecht fez transação sigilosa com a Caixa Econômica Federal, em 2014, para cobrir um rombo milionário na construção do Itaquerão, o palco da abertura da Copa no Brasil, informam Camila Mattoso e Julio Wiziack. Para ajudar a Odebrecht a recuperar o dinheiro gasto, o banco estatal comprou debêntures (títulos de crédito que funcionam como um empréstimo, sobre o qual incidem juros) emitidas pela empreiteira em um valor de pelo menos R$ 350 milhões. A Odebrecht foi contratada pelo Corinthians em 2011 para erguer o Itaquerão. O dinheiro sairia de financiamento de R$ 400 milhões do BNDES e de créditos de R$ 420 milhões cedidos pela Prefeitura de SP — estes emperraram em ação judicial. Mesmo sem essa verba, a empresa concluiu o estádio. Depois, acertou o negócio com a Caixa, estruturado porque não havia garantias suficientes para acerto com outro banco. Procurados, Caixa e Odebrecht não se manifestaram. (Esporte B11)

Lava Jato causa luta judicial entre grupo carioca e dos EUA (Mercado A8)

Itaú compra varejo do Citibank no país por R$ 710 milhões
O Itaú anunciou ontem a aquisição da operação de varejo do Citibank no país. Com a compra, o banco brasileiro passa a gerir R$ 35 bilhões entre depósitos e ativos de clientes do americano, que manterá as contas corporativas. Cade e BC precisam ratificar O negócio. (Poder A18)

Doria enfrentará série de entraves nas privatizações
As privatizações e concessões planejadas pelo prefeito eleito de São Paulo, João Doria (PSDB), irão esbarrar em obstáculos como o cenário econômico, a captação de interessados e a resistência de moradores e órgãos de patrimônio histórico. Para obter fundos, o tucano quer vender o Anhembi e o autódromo de Interlagos e conceder o estádio do Pacaembu e ciclovias, entre outros. Doria diz que as taxas de retomo assegurarão O êxito do plano. (Cotidiano B1)

Otávio Frias Filho
O Brasil precisa ter um amplo partido de centro-esquerda
Ê cedo para dizer se o PT será substituído por um PSOL, que parece repetir seus passos iniciais rumo à moderação, ou se voltará recuperado após gramar longo ostracismo. Ê óbvio que o pais não pode nem deve prescindir de um amplo partido democrático de centro-esquerda. (Ilustríssima pág. 2)

Roberto Setúbal
Controle de gastos melhora condições devida das pessoas
O controle dos gastos proposto pelo governo é uma reforma-chave para o reequilíbrio das contas. A aprovação propiciará a retomada de um crescimento sustentável, com melhoria extraordinária das condições de vida. (Opinião A3)

Editoriais
Leia “Menos impunidade”, sobre condenação antes do trânsito em julgado, e “Corrida carioca”, a respeito do segundo turno da eleição no Rio. (Opinião A2)


Edição: Equipe Fenatracoop, Domingo, 09 de Outubro de 2016

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