Manchete dos Jornais neste sábado, 30 de abril de 2016
Postado por: Equipe Portal Cambé Em 30th abril 2016

Marqueteiro do PT vira réu na Lava Jato
O juiz federal Sérgio Moro abriu ação penal contra o marqueteiro do PT João Santana, a mulher dele, Mônica Moura, o empreiteiro Marcelo Odebrecht e o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto, entre outros. Eles são acusados de envolvimento no esquema de corrupção na Petrobrás…


O Globo

Manchete:Temer monta equipe com foco no ajuste fiscal
Dilma, por sua vez, prepara ‘pacote de bondades’ que eleva gasto público
Ex-presidente do BC, Meirelles é dado como certo para a Fazenda no caso de o vice assumir o governo e escolhe economistas como Afonso Beviláqua e Mansueto Almeida, que têm perfil de contenção de gastos públicos
Num cenário de rombos sucessivos nas contas públicas, o vice-presidente Michel Temer monta a equipe econômica de seu eventual governo com perfil de defesa do rigor fiscal. Entre os cotados por Temer e pelo ex-presidente do BC Henrique Meirelles, dado como certo na Fazenda, estão Mansueto Almeida, para a Secretaria do Tesouro, e Afonso Beviláqua, para o BC. Enquanto isso, a presidente Dilma prepara um “pacote de bondades” a ser lançado amanhã, no 1º de maio, que inclui aumento de gastos e liberação de R$ 180 milhões extras para publicidade. (Págs. 3 e 4)

Supremo abre nova investigação sobre Renan e Jucá (Pág. 9)

Cardozo defende Dilma e critica relator de comissão
O advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, defendeu a presidente Dilma na comissão do impeachment e questionou a isenção do relator, o tucano Antonio Anastasia. (Pág. 6)

Merval Pereira
A falta de qualidade é suprapartidária. (Pág. 4)
Míriam Leitão
BC resistiu à principal ameaça do PT. (Pág. 22)
Jorge Bastos Moreno
Lema de Temer será “concessões e exportações”. (Pág. 3)

Ana Maria Machado
É preciso deixar a raiva de lado e ver prioridades. (Pág. 18)

Obra pública poderá ter seguro total
Casos como o da Ciclovia Tim Maia, que desabou três meses após ser inaugurada, estão na mira de comissão da Câmara dos Deputados que pretende mudar a Lei de Licitações para exigir de empresas seguro de 100% do valor da obra. Assim como nos EUA, as seguradoras fariam a fiscalização. A garantia máxima hoje é de 10%. (Pág. 12)

Dólar cai mais, para R$ 3,44
O dólar comercial caiu 1,68% ontem, para R$ 3,44, o menor patamar em nove meses. O BC atuou com US$ 1,63 bilhão, mas não conseguiu evitar a queda. No dólar turismo, a cotação chegou a R$ 3,56 em algumas casas de câmbio. (Pág. 21)

Rombo chega a R$ 10,6 bilhões
As contas públicas tiveram, em março, déficit de R$ 10,6 bilhões. Houve piora acentuada nas finanças de estados e municípios, que em janeiro e fevereiro tiveram superávit e, no mês passado, rombo de R$ 893 milhões. (Pág. 22)


O Estado de S. Paulo

Manchete: Temer tenta cancelar recesso para antecipar impeachment
Aliados do vice manobram para suspender férias parlamentares do meio do ano e acelerar julgamento de Dilma
Mesmo antes da votação pelo Senado do afastamento da presidente Dilma Rousseff, interlocutores do vice Michel Temer já articulam com parlamentares a suspensão do recesso parlamentar do meio do ano. O objetivo é acelerar o julgamento final da petista e tentar votar medidas econômicas que deverão ser encaminhadas por Temer ao Congresso até o início da campanha municipal, em 16 de agosto. A iniciativa poderia encurtar em pelo menos 15 dias o prazo para o julgamento de Dilma, previsto para setembro. Em caso de afastamento da presidente, que pode ocorrer em 11 de maio, o vice assume o comando interino do País por até 180 dias, período em que ela será julgada. Para peemedebistas, o recesso parlamentar ajuda Dilma a ganhar prazo, porque a Comissão Especial do Impeachment teria de suspender os trabalhos. A ideia do grupo de Temer é acelerar esse processo para antecipar a confirmação do vice na função de presidente. (Política/Pág. A4)

Kátia Abreu: ‘Quem nunca atrasou conta?’
Ministra da Agricultura participou da defesa de Dilma em comissão especial
Os ministros Nelson Barbosa (Fazenda) e Kátia Abreu (Agricultura) e o advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, fizeram a defesa de Dilma Rousseff na Comissão Especial do Impeachment do Senado e sustentaram que a presidente não cometeu crime de responsabilidade. Cardozo causou tumulto ao falar em “golpe” e cogita questionar o processo na Justiça. Kátia Abreu argumentou que atrasos em pagamentos do Tesouro não podem ser encarados como empréstimo: “Quem é que nunca atrasou um pagamento de conta na vida?”. Presidente da comissão, Raimundo Lira disse que a denúncia contra Dilma não vai incluir fatos da Lava Jato. (Pág. A7)

Marqueteiro do PT vira réu na Lava Jato
O juiz federal Sérgio Moro abriu ação penal contra o marqueteiro do PT João Santana, a mulher dele, Mônica Moura, o empreiteiro Marcelo Odebrecht e o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto, entre outros. Eles são acusados de envolvimento no esquema de corrupção na Petrobrás. (Pág. A14)

Jungmann deve assumir Defesa; PMDB e PP disputam Saúde
O deputado Raul Jungmann (PPS-PE) é o nome praticamente definido para o Ministério da Defesa no eventual governo Michel Temer. Em meio à disputa entre os partidos por espaço, o principal embate ocorre entre o PMDB e o PP, que pleiteiam a pasta da Saúde e os cargos de direção na Caixa Econômica Federal. (Política/ Págs. A5 e A6)

Meirelles: ‘É preciso restaurar confiança’
Para Henrique Meirelles,provável ministro da Fazenda de Michel Temer, é preciso restaurar a confiança na economia e adotar medidas que impulsionem investimentos e empregos. (Economia/Pág. B1)

Pela 1ª vez, contas do governo têm déficit no início do ano
Pela primeira vez desde 2002, quando o Banco Central começou a série, o País não conseguiu acumular, no primeiro trimestre, economia para pagar juros da dívida. O rombo das contas em março foi de R$ 10,6 bilhões, contribuindo para o resultado negativo do trimestre em R$ 5,8 bilhões. (Economia/Pág. B1)

Desemprego já atinge 11 milhões
O número de desempregados no País chegou a 11,089 milhões – novo recorde no primeiro trimestre.Com isso, a taxa de desocupação chegou a 10,9% no período. (Economia/Pág. B10)

Chavismo quer reduzir poderes do Legislativo (Internacional / Pág. A16)

Coluna do Estadão
Com vários aliados na disputa pela Prefeitura de São Paulo, Michel Temer deve optar por não ter participação ostensiva na eleição. (Pág. A4)

Notas & Informações
Molecagem
Dilma resolveu transformar sua irresponsabilidade em arma para lutar contra o Brasil. (Pág. A3)

Passo contra a impunidade
A Mendes Júnior foi declarada inidônea e proibida de ter contratos com o governo federal por 2 anos. (Pág. A3)


Folha de S. Paulo

Manchete : Sob pressão, Temer reduz meta de cortar ministérios
Sob pressão de aliados, o vice-presidente, Michel Temer (PMDB), admitiu a interlocutores que, caso substitua Dilma Rousseff (PT) na Presidência, não conseguirá cortar ministérios como planejava.
Às vésperas da votação do impeachment na Câmara, há duas semanas, estimava reduzir os ministros de 32 para 22, no máximo. A conta já está em 26 e ainda não fecha.
A dificuldade crescente decorre de acordos para garantir o avanço do processo.
Antes na base de apoio de Dilma, PP, PR, PSD e PRB votaram majoritariamente pelo afastamento da petista.
O vice precisa ainda abrir espaços para PSDB, DEM e PPS, que acertaram com o PMDB apoio a Temer no Congresso. O senador José Serra (SP) deve assumir o Ministério das Relações Exteriores.
As secretarias de Portos e Aviação Civil, que antes seriam fundidas em nova pasta de infraestrutura, são negociadas com o PRB e o PR.

Temer recuou também nos planos de unir Educação à Cultura e Esporte ao Turismo.
Já a equipe econômica está quase definida. Em encontro, o vice disse a Henrique Meirelles, cotado para a Fazenda, que ele será o “fiador” e a figura central da economia em sua futura gestão.
Em seguida, Meirelles disse a jornalistas que “restaurar a confiança na solvência futura do Estado brasileiro” será o principal desafio do novo governo.
(Poder A4 e A5)

Juiz Moro aceita denúncias e torna réu ex-marqueteiro do PT João Santana (Poder A15)

Lava Jato passa a investigar 9 aliados de Cunha no caso do grupo Schahin (Poder A15)

Petrobras e BB cortam verba de atos do Dia do Trabalho
O Banco do Brasil e a Petrobras não vão patrocinar os atos do Dia do Trabalho da Força Sindical e da CUT em São Paulo. Em outros anos, destinaram entre R$ 50 mil e R$ 250 mil. Procuradas, as instituições não informaram a causa. A Folha apurou que o banco fez o corte por considerar os eventos “mais politizados”.
(Poder A14)

Dilma tira R$100 mi da Eletrobras para publicidade
Dilma enviou ao Congresso medida provisória que lhe permite gastar mais R$ 100 milhões em publicidade da Presidência no ano —anteriormente estavam previstos R$ 252 milhões. A verba foi cortada de investimento na Eletrobras. O Planalto diz que usará o valor em campanha contra a zika.
(Poder A8)

Real se valoriza e resulta em saldo financeiro inédito
Causada sobretudo pelo avanço do impeachment da presidente Dilma (PT), a forte valorização do real levou União, Estados e municípios a resultado positivo nas operações financeiras de março, algo inédito. O dólar comercial fechou em R$ 3,44 nesta sexta (29), a menor cotação em nove meses.
(Mercado A21)

Possível fusão com pasta da Educação provoca clima de medo na Cultura (C 1)

André Singer : Definição de novo arrocho acirrará guerra de classes (Opinião A2)

Marcos Sawaya Jank : Política externa vive sucessão de falhas homéricas . (Mercado A25)

Editoriais (Opinião A2)
Leia “Chega de Cunha”, sobre situação do presidente da Câmara.


Edição: Equipe Fenatracoop, Sábado, 30 de Abril de 2016

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