Manchete nos Jornais desta Segunda-Feira, 18 de Março de 2013

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Câmera oculta gera indenização; Tribunal Superior do Trabalho confirma condenação a uma empresa de Feira de Santana (BA) que mantinha câmera oculta no banheiro dos funcionários…-Cronograma em risco: Greve paralisa obras no Porto; Uma greve de 3.500 operários que trabalham no projeto de revitalização da Zona Portuária paralisa 33 frentes de obra. Eles reivindicam plano de saúde. A Porto Novo diz que o cronograma não será afetado…- Em dez anos, renda dos que têm ensino superior cresceu só 0,7%; O rendimento médio real dos trabalhadores com ensino superior foi o que menos cresceu na última década, mas ao mesmo tempo deu a principal contribuição para o aumento da renda da população ocupada no período…

O Globo

Manchete: A guerra do petróleo – Sem royalties, Rio bate no teto do endividamento

União cortará repasses se estado descumprir Lei de Responsabilidade Fiscal
Tributos federais e empréstimos ficarão comprometidos; STF analisará validade de contratos antigos
A perda estimada de R$ 4,1 bilhões na receita anual do Rio com a nova lei que redistribui os royalties fará com que o indicador de endividamento do estado retroceda a níveis de 2001 e fique no limite do permitido pela Lei de Responsabilidade Fiscal, revela a FGV. A punição em caso de estouro da meta é o corte dos auxílios da União, com impedimento de tomar empréstimos e retenção das transferências de impostos. Na quarta-feira, o STF deve decidir sobre medida cautelar enviada pelos estados produtores solicitando que nada mude até o julgamento das ações. (Págs. 1 e 17)
Coluna: George Vidor
Setor de petróleo em expansão. (Págs. 1 e 18)

O papa ao alcance da mão

A constante quebra de protocolo do Papa Francisco está seduzindo os fiéis e dando trabalho dobrado à segurança. Na Igreja de Santa Ana – onde celebrou missa – apertou mãos, ganhou beijos e pediu que rezassem por ele. Depois, na Praça de São Pedro, no Vaticano, defendeu o perdão e a misericórdia diante de 150 mil pessoas, despedindo-se com um “bom almoço”. Hoje, ele encontra a presidente Cristina Kirchner, com quem teve uma relação difícil na Argentina. (Pág. 1)

Enem nota mil: Sem ‘enchergar’ erros de redação

Redações que receberam nota máxima no Enem de 2012 trazem erros de português considerados absurdos, tais como “enchergar” “rasoavel” e “trousse”. Inep diz que há tolerância com desvios em textos de excelência. (Págs. 1 e 3)

Imobilidade urbana: Metrô: trem novo e o velho sufoco

Apesar de 15 dos 19 trens novos do metrô já estarem circulando, passageiros ainda sofrem com superlotação e paralisações do sistema. Alguns fazem um percurso maior para conseguir pegar vagões mais vazios. (Págs. 1 e 6)

Cronograma em risco: Greve paralisa obras no Porto

Uma greve de 3.500 operários que trabalham no projeto de revitalização da Zona Portuária paralisa 33 frentes de obra. Eles reivindicam plano de saúde. A Porto Novo diz que o cronograma não será afetado. (Págs. 1 e 7)

Campanha antecipada: Campos volta a alfinetar Dilma

Um dia depois de a presidente Dilma defender a coalizão, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, pregou a “renovação” e criticou “velhas políticas que incomodam a sociedade”. (Págs. 1 e 4)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: Brasil resiste a exigências dos EUA e fim de vistos atrasa

Governo não quer enviar dados de segurança; País deve decidir se entra em programa de pré-aprovação
Apesar da vontade política do presidente Barack Obama, a inclusão do Brasil no programa de isenção de vistos dos EUA esbarra na recusa do País em cumprir exigências do governo norte-americano, informa a repórter Alana Rizzo. De sete imposições, só há acordo quanto à reciprocidade e às revisões periódicas de procedimentos. O Brasil não tem posição formada a respeito da obrigatoriedade da troca de informações sobre perdas e furtos de passaporte e de dados sobre “passageiros que possam constituir ameaça criminal ou terrorista” e repatriações imediatas. Além disso, o programa de passaporte biométrico está em fase inicial. O governo deve decidir nos próximos dias se aceita ou não entrar no programa de pré-aprovação, o Global Entry. (Págs. 1 e Cidades C1)

No Congresso, evangélicos miram comissão

A presença do pastor Marco Feliciano (PSC-SP) na presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara faz parte de estratégia da Frente Parlamentar Evangélica, que reúne 68 deputados, de mirar comissões que tratam de assuntos referentes a gays, aborto e políticas sobre drogas. A frente ocupa 18 das 72 cadeiras da Comissão de Seguridade Social e Família. (Págs. 1 e Nacional A4)

No Angelus, papa fala em perdão e vai aos fiéis

O papa Francisco comoveu uma multidão de cerca de 150 mil pessoas que, pela primeira vez, rezou com ele o Angelus de domingo. “Deus não se cansa de perdoar, nós é que nos cansamos de pedir perdão”, disse. Antes, após rezar uma missa, ele saiu e cumprimentou um grupo de fiéis que o aguardava. A iniciativa, porém, não foi improvisada: o público que o aguardava já havia sido previamente informado pela segurança de que o papa passaria por ali. (Págs. 1 e Vida A11 e A12)
Agenda fraca marca visita
A agenda da presidente em Roma pode se limitar a uma foto com o papa e a compromissos inexpressivos. (Págs. 1 e A12)
Fotolegenda: Trabalho para a segurança
Em uma das entradas do Vaticano, o papa Francisco se dirigiu ontem aos fiéis, cumprimentando-os com informalidade.

Indústria deve investir menos

Pesquisa da Fiesp mostra que indústria de transformação pretende investir este ano 9,5% menos que em 2012. Dado surpreendeu. (Págs. 1 e Economia B1)

Novos assentamentos são ameaça à paz em Jerusalém (Págs. 1 e Internacional A8)

A disputa das gigantes do setor lácteo

Após comprar metade da Itambé, a Vigor aposta em seu crescimento. “Queremos ser a maior empresa de lácteos do País e uma das maiores em alimentos”, diz o presidente, Gilberto Xandó. (Págs. 1 e Negócios)

Milhagens: Bancos passam a trocar diretamente pontos do cartão por passagens aéreas (Págs. 1 e N3)

José Roberto de Toledo

O cronômetro e o umbuzeiro
É quase impossível encontrar candidato que sobreviva à reta final de campanha sem tempo na TV. E a nota de corte sobe a cada eleição. (Págs. 1 e Nacional A6)

José de Souza Martins

O conto do vigário
Muito caipira teria comprado o Viaduto do Chá. O peculiar do conto do vigário é que o vigarista faz da vítima um cúmplice, o esperto que é tonto. (Págs. 1 e Cidades C6)

Notas & Informações

Ameaças à livre opinião
A liberdade de imprensa continua sendo minada por governos em diversos países latino-americanos. (Págs. 1 e A3)

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Correio Braziliense

Manchete: Papa desperta a fé de jovens católicos

A eleição do papa Francisco para o comando da Igreja Católica teve efeito imediato na Jornada Mundial da Juventude, evento que reunirá milhões de fiéis em julho no Rio de Janeiro. Os organizadores registram um aumento significativo no número de inscrições, e estimativas extraoficiais indicam um acréscimo de 500 mil interessados em participar do encontro. A Jornada da Juventude será o tema da audiência entre a presidente Dilma Rousseff e o pontífice, prevista para amanhã. Ontem, em nova demonstração do estilo inovador, Francisco driblou a segurança e cumprimentou fiéis após celebrar missa. (Págs. 1, 12, 13 e Nas entrelinhas, 4)

Prostituição internacional: Máfia do sexo mata 20 brasileiras por ano

No país, as goianas são as mais visadas pelos aliciadores europeus. Calcula-se que até 3 mil mulheres do estado estejam vendendo o corpo em países como Espanha, Portugal, Suíça e Bélgica. Atraídas por falsas promessas, muitas encontram a escravidão e a violência. (Págs. 1 e 17)

IR: Para sossegar de vez o leão

O declarante inexperiente se espanta com as minúcias. Em muitos casos, a declaração simplificada compensa. (Págs. 1 e 9)

Brasil tenta estancar lavagem de dinheiro (Págs. 1 e 2)

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Valor Econômico

Manchete: Só Brasil perde na Argentina entre maiores exportadores

A queda nas exportações para a Argentina e no superávit comercial com o país foi maior para o Brasil que para todas as outras nações que têm forte comércio com os argentinos. As importações argentinas de produtos brasileiros diminuíram 18% em relação a 2012 e o saldo comercial, 65%, segundo estudo da Confederação Nacional da Indústria (CNI), com dados da consultoria argentina Abeceb.com.
Entre os cinco maiores sócios comerciais da Argentina, todos os outros tiveram melhoria em seu saldo – de 52% para a Alemanha, 29% para os EUA e 14% para a China. A Argentina, enquanto reduzia compras do Brasil, aumentou em 160% as da Holanda, 9% as dos EUA, 7% as do Japão e 2% as da Alemanha. Só as exportações provenientes do Canadá tiveram um tombo proporcionalmente semelhante ao do Brasil. (Págs. 1 e A2)

Sonda investe R$ 1,4 bi em Praia Grande

Enquanto aguarda a licença ambiental do complexo logístico Andaraguá, em Praia Grande (SP), a Icipar Empreendimentos e Participações, do grupo Sonda, avança nas negociações com empresas interessadas em se instalar no condomínio, que pretende ser a principal plataforma logística complementar ao porto de Santos. Com 5 milhões de metros quadrados e aeroporto internacional, o Andaraguá quer atrair cargas de alto valor agregado que possam ser transportadas por avião. O investimento no complexo é de R$ 1,4 bilhão, sendo 40% de recursos do grupo Sonda, cujo faturamento é da ordem de R$ 2,5 bilhões. (Págs. 1 e B10)

Bem avaliada, GVT poderá voltar à bolsa

A companhia de telefonia GVT pode voltar à BM&FBovespa após ter fracassado a tentativa da controladora Vivendi de vender o negócio. Com isso, é possível que uma oferta pública na bolsa seja a saída da Vivendi para manter o ativo, que tem potencial de crescimento, e ainda levantar capital, com a venda de fatia minoritária. A GVT foi listada no Novo Mercado entre 2007 e 2009, quando teve o capital fechado. Liderados pelo Credit Suisse, Morgan Stanley, Bank of America Merrill Lynch e Goldman Sachs fizeram estudo sobre o IPO e concluíram que, num bom cenário, a Vivendi consegue avaliação entre € 6,5 bilhões e €7 bilhões para a GVT. A reestreia na BM&FBovespa, dependendo do cenário, pode ocorrer ainda no segundo semestre. (Págs. 1 e B3)

BB e Caixa unem centro de dados

O quartel general conjunto das operações de tecnologia da informação (TI) do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal começa a atuar nos próximos dias. Com 25 mil m² e 100 km de fibras óticas, o centro tem oito geradores, capazes de produzir energia para abastecer uma cidade de 60 mil habitantes. A expectativa é que ele dê suporte para a expansão dos negócios nos próximos 15 anos.
O investimento envolve pagamentos recíprocos entre os dois bancos e a GBT, empresa criada pelo consórcio que venceu o edital para construir o centro, por meio de parceria público-privada. O consórcio é formado por BVA Empreendimentos, GCE e Termoeste. A GBT financiou as obras, que custaram R$ 320 milhões. O BB pagará 80% desse montante e a Caixa, 20%. O BB estima economizar 12,5% dos custos de infraestrutura com o compartilhamento. (Págs. 1 e B4)

Anglo agita Conceição do Mato Dentro

Seis anos depois da mineradora britânica Anglo America iniciar seu projeto mais ambicioso, a pequena Conceição de Mato Dentro não é mais a mesma. Hotéis e pousadas vivem cheios. As ruas antigas da época colonial passaram a ter congestionamento. A renda subiu, emprego não falta e a arrecadação da prefeitura disparou.
O Minas-Rio, investimento de US$ 8,8 bilhões para extrair minério de ferro das montanhas na zona rural, também desencadeou uma série de problemas ainda não resolvidos que descontentam autoridades e parte da população. (Págs. 1 e A14)

Em dez anos, renda dos que têm ensino superior cresceu só 0,7%

O rendimento médio real dos trabalhadores com ensino superior foi o que menos cresceu na última década nas seis principais regiões metropolitanas do país, mas ao mesmo tempo deu a principal contribuição para o aumento da renda da população ocupada no período. Segundo cálculos do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV), com base em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a alta de apenas 0,7% da remuneração dos ocupados com esse nível de escolaridade entre 2003 e 2012 foi responsável por mais de 60% do avanço total dos salários nos últimos nove anos, descontada a inflação. (Págs. 1 e A6)

Correntista também paga ajuda a Chipre

A União Europeia (UE) aprovou no sábado um plano de resgate de € 10 bilhões para o Chipre evitar a falência forçando os correntistas a pagar parte da fatura do socorro, em uma medida sem precedentes que terá impacto sobre os bancos na Europa. Para a recapitalização dos bancos cipriotas, o governo de Nicos Anastasiades teve que aceitar a cobrança de um imposto de 9,9% sobre os depósitos acima de € 100 mil e de 6,75% sobre os depósitos abaixo desse valor. Todas as contas foram bloqueadas, para a cobrança total de € 5,8 bilhões de impostos, até a reabertura do bancos na terça-feira. O governo ativou o primeiro “corralito” (bloqueio de depósitos), mesmo parcial, na Europa. O resgate do Chipre inclui um ajuste draconiano de 4,5% do PIB. (Págs. 1 e C14)

Márcia Fortes, a marchand das ‘blue chips’

Uma das cem pessoas mais influentes no mundo das artes, segundo a revista americana “Art+Auction”, a marchand carioca Márcia Fortes é dona do passe das duas artistas contemporâneas brasileiras recordistas em leilões internacionais, Beatriz Milhazes e Adriana Varejão. À frente da Galeria Fortes Vilaça, fundada em 2001, Márcia representa ainda 35 outras “blue chips”, artistas com prestígio e potencial no circuito comercial e institucional. “A Fortes Vilaça, como uma galeria clássica, é mais ousada e, como um espaço de vanguarda, continua clássica”, diz o crítico Lorenzo Mammì.
A ex-jornalista de 45 anos é filha do ex-deputado federal do PSDB, Márcio Fortes, e neta de João Fortes, fundador da companhia que, nos anos 1970, esteve entre as maiores construtoras do país. (Págs. 1 e D4)

Golpes financeiros crescem com oferta de fundos com retornos extravagantes (Págs. 1 e D1)

Negócios com açúcar da Bunge no Brasil ainda não decolaram (Págs. 1 e B6)

Brasil é desafio para Sandoz, gigante dos genéricos, diz George (Págs. 1 e B1)

Vetos à desoneração

O governo deve vetar boa parte dos 33 setores incluídos pelo Congresso na lista dos beneficiados pela desoneração da folha de pagamento. A possibilidade de adesão facultativa também deverá ser vetada. (Págs. 1 e A4)

Fora da meta de inflação

Quatro das 11 regiões metropolitanas pesquisadas pelo IBGE — Belém, Fortaleza, Recife e Salvador — já estão com a variação do IPCA no acumulado de 12 meses superior a 6,5%, teto da meta de inflação. (Págs. 1 e A4)

Bolsa e IED em rumos opostos

Entre 2000 e 2008, período em que a economia brasileira acelerou, o Ibovespa e o investimento estrangeiro direto (IED) caminharam juntos. A partir da crise, os dois indicadores, que refletem a confiança na economia local, traçam rotas opostas. (Págs. 1 e C1)

Brasil lidera dívida corporativa

O Brasil tem o maior estoque de dívida corporativa no mercado internacional entre os países emergentes. A fatia brasileira era de US$ 211,2 bilhões no fim de 2012, ou 13,4% do total de papéis emitidos por empresas de países emergentes. (Págs. 1 e C14)

Dívida global cresce US$ 30 tri

O endividamento de governos, empresas não financeiras e famílias em todo o mundo aumentou US$ 30 trilhões desde 2007, o equivalente a 40% do PIB global. Para o BIS, a cifra é um alerta sobre a persistência da debilidade da economia. (Págs. 1 e C14)

Alternativa sênior é relegada

Estudo da PwC e da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas mostra que, apesar do envelhecimento da população, só 37% das empresas consideram a mão de obra mais velha uma alternativa para a escassez de talentos. (Págs. 1 e D3)

Câmera oculta gera indenização

Tribunal Superior do Trabalho confirma condenação a uma empresa de Feira de Santana (BA) que mantinha câmera oculta no banheiro dos funcionários. Os dois empregados que propuseram a ação vão receber R$ 100 mil cada um. (Págs. 1 e E1)

Ideias

Flavio Comim
Enquanto o país não investir pesadamente em saúde e educação, não deve haver evolução relativa no ranking do IDH. (Págs. 1 e A12)
Luiz Carlos Mendonça de Barros
Diante da eleição, governo deve tentar reduzir o mau humor do setor privado com os traços de autoritarismo estatal. (Págs. 1 e A13)

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Estado de Minas

Manchete: Falta de leitos é ‘doença crônica’

Pacientes não conseguem internação nem com plano de saúde
Além do mau atendimento, como espera de até cinco horas e os pronto-socorros superlotados, como o Estado de Minas revelou ontem, usuários dos planos de saúde enfrentam drama maior quando precisam de internação. A estimativa do setor é de que o déficit seja de 2 mil leitos só na Grande BH. O número de vagas particulares aumentou 10% desde 2005, chegando a 4,2 mil, mas o de usuários subiu 50%. As consequências são sentidas na carne. O administrador Anderson Henriques, de 42 anos, por exemplo, deu entrada num hospital privado com infecção intestinal grave. Mesmo pagando R$ 400 mensais por um convênio particular, não conseguiu quarto, foi deixado por 12 horas numa sala, desistiu e acabou tendo de fazer tratamento em casa. (Págs. 1 e 10)

O papa do povo

O papa Francisco voltou a atrair milhares de pessoas à Praça de São Pedro. Antes de celebrar missa na Capela de Santana e dar a bênção do Angelus no Palácio Apostólico, ele foi até a multidão, cumprimentou fiéis e fez carinho em crianças, sempre sorridente. O perdão foi o tema de sua fala: “Deus é um pai misericordioso, que sempre tem paciência conosco, nos compreende, atende, não se cansa de nos perdoar”.
Fé e esperança
A opção do papa Francisco pelos pobres, o tom humilde de suas falas e a esperança de renovação foram reverenciados por religiosos e fiéis nas missas celebradas ontem em BH, como no Mosteiro de Nossa Senhora das Graças, Região Centro-Sul, cuja capela foi tomada pelo canto das irmãs beneditinas. (Págs. 1 e 13 a 15)

Ilegal: Boates abrem portas mesmo sem alvará

Pelo menos sete casas noturnas de BH estão funcionando sem autorização da prefeitura. A Secretaria de Serviços Urbanos não explica por que os estabelecimentos não estão fechados, mas o Ministério Público disse que pode abrir investigação para apurar se há omissão na fiscalização. (Págs. 1 e 17)

Royalties: Divisão igualitária é defendida pela OAB

Extração do petróleo em alto-mar não pode ser comparada à do minério, que tem impacto direto na vida da população, diz presidente da entidade em Minas, Luís Cláudio Chaves. (Págs. 1 e 5)

Empresas de MG apreensivas com o futuro da Venezuela (Págs. 1 e 11)

Lei Seca: Megablitz flagra mais 13 motoristas alcoolizados (Págs. 1 e 2)

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Jornal do Commercio

Manchete: Leão vira e mantém tabu (Págs. 1 e Esportes)

Eduardo em estilo “morde e assopra” (Págs. 1 e Política 1)

Jogo de vôlei na areia quente (Págs. 1 e Política 2)

Na sua primeira oração do Angelus, papa fala do perdão (Pág. 1)

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Zero Hora

Manchete: Crédito e incentivo turbinam política industrial do Piratini

Programa lançado há um ano fracassou na tarefa de compensar queda do PIB causada pela seca, mas recebe elogios por estimular diversos setores da economia e por liberar R$ 1,7 bilhão para projetos públicos e privados. (Págs. 1, 10 e 12)

Obama do Vaticano: Benefícios e riscos da popularidade do papa

Para especialistas, Francisco pode estancar a perda de fiéis, mas decepcionará se não cumprir promessas. (Págs. 1 e 4 a 8)

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Brasil Econômico

Manchete: Economia brasileira ganha fôlego e já está crescendo a 4% ao ano

De acordo com os dados de atividade econômica referentes a janeiro, o país entrou em ritmo forte de crescimento que não se via desde 2010. Mas os especialistas dizem que, para garantir a evolução do PIB, é preciso elevar o nível de investimento. (Págs. 1 e 12)

“Nova regra de solvência nos seguros vai provocar fusões”

A previsão é do superintendente da Susep, Luciano Portal Santanna. Em entrevista ao BRASIL ECONÔMICO, ele afirma que é melhor ter a consolidação do setor do que seguradoras com problemas no mercado. (Págs. 1 e 4)

André Esteves para o conselho da bolsa

O presidente do BTG Pactual é um dos candidatos ao conselho de administração da BM&FBovespa. Pedro Parente, da Bunge, é cotado para presidência. (Págs. 1 e 40)

Ativos estrangeiros atraem gestores

Procura direcionada a fundos multimercados tem como causa os baixos juros internos e falta de alternativas mais sofisticadas de investimento. (Págs. 1 e 38)

Telefonia celular ainda espera para investir R$ 1 bilhão

Impasse é provocado pela demora na unificação de leis relacionadas à infraestrutura do setor. (Págs. 1 e 14)

MRV se organiza e tenta dar a volta por cima em 2013

Custos extras impediram empresa de atingir a receita prevista para 2012, que ficou em R$ 4 bi. (Págs. 1 e 19)

Centro-esquerda tenta evitar novas eleições na Itália

Pier Luigi Bersani busca alternativas para a crise e disse que pedirá apoio ao Parlamento. (Págs. 1 e 45)

Clipping Radiobrás

Edição: Equipe Fenatracoop



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