MST prepara ação logo após 2º turno – Em gravação, secretário diz que Planalto pedia dossiês – “PT é partido da morte”, acusa bispo de Guarulhos – Apoio do BNDES a frigoríficos ajudou a desmatar Amazônia – Candidata no DF tenta escapar do rótulo de “laranja” do marido – Maioria dos projetos que tramita sobre aborto e união de gays é do PT – Assessor era cobrado por dossiê , diz Tuma Jr. – Réus ampliam pressão para atrasar ação do mensalão…

O Globo

Votos dos indecisos podem definir eleições

A uma semana da eleição, as campanhas dos presidenciáveis vão buscar o voto de um grupo decisivo: os 6% de eleitores indecisos e os 10% que admitem mudar de voto, de acordo com o último Datafolha. Somados, eles superam a diferença de votos entre Dilma Rousseff e José Serra. Ouvidos pelo GLOBO em seis capitais brasileiras, os eleitores indecisos se queixam da falta de propostas e da troca de atraques dos candidatos. Entre as mulheres, os indecisos são 9%; e entre homens, 4%.

A dúvida também é grande no grupo dos que têm apenas o ensino fundamental, 8%. Entre os que ganham até dois salários mínimos, outros 8% ainda não sabem em quem votar. “Já fui Dilma, já fui Serra, já fui Dilma de novo, votei em Serra e agora não sei mais em quem votar”, diz a doceira pernambucana Ana Paula Justino. Muitos dos eleitores de Marina ainda não conseguiram escolher um candidato.

Especialistas alertam que o indeciso muitas vezes deixa para resoler bem na hora do voto, quase diante da urna, e pode ser influenciado por fatores tão diferentes como o último debate ou o apelo de um militante a caminho da urna.

Secretário de Justiça: “Dilma pedia dossiês”

Reportagem da ‘Veja’ diz que, em escuta feita com autorização judicial, o hoje secretário Nacional de Justiça, Pedro Abramovay, se queixou: “Não agüento mais receber pedidos de Dilma e do Gilberto Carvalho pra fazer dossiês”. Carvalho virou réu em processo de corrupção contra o PT em Santo André.

Na educação, o abismo entre dois mundos

Na Coreia do Sul, 97% dos estudantes concluem o ensino médio. O investimento em educação ajudou a transformar o país de economia agrária num dos maiores PIBs da Ásia. No Brasil, 15% dos jovens de 15 a 17 anos estão fora da escola. Dos que começam o ensino médio, 35,5% desistem.

Abramovay nega confecção de dossiês

O secretário Nacional de Justiça, Pedro Abramovay, negou em nota divulgada neste sábado, denúncia da revista Veja, na qual seu nome é citado numa gravação, queixando-se dos pedidos de confecção de dossiês por parte do PT.

No texto, o secretário afirma que a gravação é clandestina e que a revista recusou seu pedido para obter o conteúdo da conversa ou a transcrição do diálogo.

“Nego peremptoriamente ter recebido, de qualquer autoridade da República, em qualquer circunstância, pedido para confeccionar, elaborar ou auxiliar na confecção de supostos dossiês partidários”, afirmou o secretário, acrescentando:

“Infelizmente a revista se recusou a fornecer o conteúdo da suposta conversa ou mesmo a íntegra de sua transcrição”.

Ministro da Justiça nega pressão no trabalho da PF

O Ministério da Justiça negou na tarde deste sábado ingerência sobre investigações da Polícia Federal. Em nota, o ministro Luiz Paulo Barreto sustenta que não influencia inquéritos e garante que nunca recebeu ordem para fazê-lo.

O comunicado é uma resposta a reportagem da revista Veja, que reproduz conversas gravadas na sala do ex-secretário Nacional de Justiça, Romeu Tuma Júnior, e no gabinete do próprio ministro.

Nas escutas, Barreto reclama da suposta independência do diretor-geral da PF, Luiz Fernando Corrêa, que tocaria apurações contra pessoas próximas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva sem consultá-lo.

Dilma nega pedidos de dossiês a secretário de Justiça

A candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, negou no sábado denúncias de que teria pedido dossiês ao secretário Nacional de Justiça, Pedro Abramovay.

“Eu nego terminantemente esse tipo de conversa em véspera de eleição. Gostaria que houvesse comprovação de que eu fiz isso”, disse Dilma a jornalistas após evento de campanha em Carapicuíba, na Grande São Paulo, que teve a participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

“Repudio esse tipo de acusação absolutamente sem provas… Não me coloquem no meio de práticas que eu não tenho”, afirmou a candidata.

PF nega escuta e investigará autor de suposta gravação

A Polícia Federal informou neste sábado que não fez escutas ambientais no gabinete do ex-secretário Nacional de Justiça, Romeu Tuma Júnior. E mandou um recado: se as gravações forem clandestinas, sem autorização da Justiça, os responsáveis vão responder por isso.

A PF pode abrir inquérito para apurar o caso, mas ainda não confirma oficialmente. O próprio Tuma é visto como interessado e potencial autor dos registros.

Em entrevista à “Folha de S. Paulo”, Tuma disse suspeitar de que a PF plantou gravadores em sua sala no Ministério da Justiça e que desconhece se houve aval da Justiça. Ele explicou que os diálogos não integram o inquérito que apurou sua participação em esquema para facilitar a concessão de passaportes a chineses ilegais.

Entre eleitores de Marina, descrença e muitas dúvidas

Na última semana do segundo turno, as campanhas vão focar nos centros com maior concentração de eleitores indecisos. O deputado José Eduardo Cardozo (PT-SP), um dos coordenadores da campanha de Dilma Rousseff, disse que a principal estratégia para atrair o eleitorado indeciso será manter a tática dos últimos dias, detalhando os pontos em que a candidatura petista se difere da tucana:

– São dois projetos totalmente antagônicos. Temos que mostrar isso com clareza na reta final, para que o eleitor saiba bem as diferenças e opte. Vamos mostrar que um partido que fez oposição nos últimos oito anos não pode se apresentar como proposta de continuidade – disse.

Tucanos farão ofensiva no Rio e em Minas

A campanha do candidato à Presidência José Serra (PSDB) inicia a última semana convencida de que Minas Gerais e Rio são os estados que vão decidir a eleição.

Não é exatamente uma boa notícia para o tucano. Nos dois colégios eleitorais, foi a adversária Dilma Rousseff (PT) quem levou a melhor no primeiro turno.

A equipe de Serra está confiante no trabalho feito nesses dois redutos no segundo turno e, para esta semana, planeja uma ofensiva final. Deste domingo até sexta-feira, estão previstas duas visitas de Serra aos eleitorados mineiro e fluminense.

No Rio, o objetivo do candidato é reduzir a vantagem de Dilma, porque avalia que dificilmente vencerá no estado. No primeiro turno, Serra terminou em terceiro lugar no Rio, com 22,5% dos votos, contra 43,7% da petista e 31,5% de Marina Silva (PV).

Campanha de Dilma enquadra aliados

Nesta reta final de campanha, o presidente Lula decidiu enquadrar os aliados que estariam fazendo corpo mole. Há desconforto no comando da campanha da petista Dilma Rousseff com a falta de empenho de alguns partidos governistas, especialmente o PMDB do candidato a vice, deputado Michel Temer (SP).

Em reunião reservada, chegou-se à conclusão de que os peemedebistas estão sem fazer campanha em pelo menos cinco estados considerados estratégicos: São Paulo, Minas Gerais, Bahia e até Rio Grande do Sul, onde o partido declarou apoio formal ao candidato tucano, José Serra.

Com o crescimento de Dilma nas pesquisas , a ordem foi de endurecer nas cobranças. No caso de Minas, Bahia e Pará, o PT identificou as mágoas do primeiro turno que distanciaram de Dilma candidatos majoritários, como o senador Hélio Costa (PMDB-MG) e os deputados Geddel Vieira Lima (PMDB-BA) e Jader Barbalho (PMDB-PA).

Goiás tem a eleição mais apertada

A uma semana do segundo turno, as pesquisas de intenção de voto mostram que a eleição estaria decidida no Distrito Federal e em sete dos oito estados em que haverá disputa.

O único estado em que os últimos levantamentos apontam empate técnico é Goiás , onde dois ex-governadores – Marconi Perillo (PSDB) e Iris Rezende (PMDB) – tentam voltar ao comando do estado.

Situação oposta ocorre no DF e no Pará , onde o petista Agnelo Queiroz e o tucano Simão Jatene, respectivamente, lideram com folga.

Folha de S. Paulo

Com quase 500 mil funcionários, estatais lideram inchaço da máquina na era Lula

A ampliação do funcionalismo da administração direta, das autarquias e das fundações se tornou uma das medidas mais controversas do governo Lula, mas foi nas estatais, cujos dados permaneceram quase incógnitos, que a administração petista promoveu sua política mais vigorosa de contratações.

Levadas pela campanha de Dilma Rousseff ao centro do debate eleitoral, as 118 empresas controladas pelo Tesouro Nacional não são apenas as principais responsáveis pela alta dos investimentos federais em infraestrutura; também superam, com folga, o aumento conjunto do quadro de empregados de ministérios, Presidência da República, universidades e agências reguladoras.

Réus ampliam pressão para atrasar ação do mensalão

À medida que a ação penal do mensalão entra na reta final no Supremo Tribunal Federal, aumentam as pressões de réus para retardar o desfecho do caso e tentar substituir o relator do processo, ministro Joaquim Barbosa.

Em três anos, os acusados entupiram o gabinete de Barbosa com 1.045 requerimentos, entre recursos e pedidos, muitos deles com o objetivo de tumultuar o processo.

Resultado de uma investigação complexa, com 38 réus, a ação tramita rapidamente para os padrões do STF, o que é admitido pelos advogados atuantes no caso.

Assessor era cobrado por dossiê , diz Tuma Jr.

O ex-secretário nacional de Justiça Romeu Tuma Jr. afirmou à Folha que o advogado Pedro Abramovay, seu ex-colega no ministério e atual secretário nacional de Justiça, reclamou diversas vezes do que considerava ser a pior parte do seu trabalho -fazer dossiês. “Ele vivia dizendo que era um saco ter de fazer esses dossiês.”

A revista “Veja” afirmou ontem que Abramovay disse a Tuma Jr. que as ordens para confecção de dossiês partiam da ex-ministra da Casa Civil e atual candidata à Presidência, Dilma Rousseff, e do chefe de gabinete do presidente Lula, Gilberto Carvalho.

De acordo com a reportagem, Abramovay disse a Tuma Jr.: “Não aguento mais receber pedidos da Dilma e do Gilberto Carvalho para fazer dossiês. (…) Eu quase fui preso como um dos aloprados”.

“Surra que a gente quer dar é na urna”, afirma Lula

Em ato de apoio à campanha de Dilma Rousseff (PT) à Presidência da República, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu calma à militância. “A surra que a gente quer dar neles [PSDB] é na urna, no dia 31”, justificou.

Lula discursou ontem após carreata em Carapicuíba, na Grande São Paulo.
Durante o evento, o presidente voltou a fazer referência a agressão sofrida por José Serra (PSDB), adversário de Dilma nestas eleições, durante caminhada no Rio de Janeiro, e disse que o PT foi vítima de uma “armação”.

Paulo Preto deixou empreiteira mudar obra

Um dia após assumir a diretoria da Dersa responsável pelo Rodoanel, Paulo Vieira de Souza assinou uma alteração contratual na obra que deu liberdade para empreiteiras fazerem mudanças no projeto e, na prática, até usarem materiais mais baratos.

A medida, em acordo da estatal com as construtoras, foi definida em 2007 em troca da garantia de “acelerar” a construção do trecho sul para entregá-lo até abril deste ano, quando José Serra (PSDB) saiu do governo para se candidatar à Presidência.

Com a mudança no contrato do Rodoanel, ficou “inviável” calcular se os pagamentos da obra correspondiam ao que havia sido planejado e executado, conforme a avaliação do Ministério Público Federal dois anos depois.

Marina diz que não quer liderar “manada”

“Não acredito em voto de manada.” Foi assim que a ex-candidata à Presidência Marina Silva explicou, à Folha, a posição que ela chamou de independente no segundo turno das eleições, apontada por alguns como neutra.

“Não acredito em o político falar: estou indo por aqui, sigam-me. Esses eleitores, por mais que tenham razões específicas, fragmentadas, para terem apoiado a candidatura do Partido Verde à Presidência, têm uma coisa que os une: o voto de opinião, que quer ver avanços na política”, completou.

PT é “partido da morte” e da “mentira”, afirma bispo de Guarulhos

Em documento distribuído à imprensa, o bispo diocesano de Guarulhos, dom Luiz Gonzaga Bergonzini, cuja campanha contra o aborto está no epicentro da disputa presidencial, chama o PT de “partido da morte” e da “mentira”.

Na coletiva que concedeu ontem, o religioso afirmou: “Não votem em Dilma [Rousseff]”, ressalvando que sua recomendação não sugere automaticamente que o eleitor opte pelo adversário da petista, o tucano José Serra.

Promessa de dois professores tem falhas

José Serra (PSDB) diz que, se eleito presidente, colocará dois professores em todas as turmas de 1º ano (antiga pré-escola) das escolas públicas.
A ideia é que, enquanto o primeiro professor dá a aula, o segundo percorra a sala ajudando individualmente os alunos com mais dificuldade. Serra argumenta que assim se assegura a plena alfabetização das crianças.

Voto das mulheres ainda é calcanhar de aquiles de Dilma

Assim como aconteceu com Lula nas cinco eleições presidenciais que disputou, as mulheres são o calcanhar de aquiles de Dilma Rousseff. De acordo com cálculo do demógrafo José Eustáquio Diniz Alves, da Escola Nacional de Ciências Estatísticas, do IBGE, a candidata do PT teria sido eleita no primeiro turno não fosse o “gap” de gênero -a diferença de votos entre homens e mulheres.

Com base em 45 pesquisas eleitorais realizadas neste ano por Datafolha, Ibope, Vox Populi e Sensus, Alves acompanhou a diferença de intenção de voto entre o eleitorado masculino e o feminino ao longo da disputa.

Campanha da petista limita ação de guru virtual

Sem alarde, a coordenação da candidatura de Dilma Rousseff (PT) à Presidência promoveu uma intervenção na área digital da campanha, especificamente na que faz a ponte com as redes sociais.

O setor era controlado até então pelo guru virtual Marcelo Branco, mas agora quem responde de fato pelas ações é a empresa Pepper Comunicação Interativa, que fez a campanha do presidente Lula em 2006, além de integrantes do próprio PT.

Maioria dos projetos que tramita sobre aborto e união de gays é do PT

DE BRASÍLIA – A maior parte dos projetos que tramitam no Congresso sobre a descriminalização do aborto e a união homoafetiva é de autoria de deputados do PT.

Os textos, porém, dormem à espera de votação sem perspectiva de entrarem na pauta da Câmara e do Senado. O que mais avançou foi o dos ex-deputados Eduardo Jorge (PT-SP) e Sandra Starling (PT-MG). Mas a proposta, de 1991, está parada na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) desde 2008.

Igreja introduziu vírus oportunista na campanha

Carlos Alberto Libânio Christo, o Frei Betto, 66, afirma que o modo como são abordados religião e aborto nesta campanha está “plantando no Brasil as sementes de um possível fundamentalismo religioso”. O frade dominicano responsabiliza a própria Igreja Católica por introduzir um “vírus oportunista” na disputa eleitoral.

E define como “oportunistas desesperados” os bispos da Regional Sul 1 da CNBB (São Paulo) que assinaram no fim de agosto uma nota, depois tornada panfleto, recomendando aos fieis não votar em candidatos do PT.
Em entrevista à Folha, o religioso analisa que os temas ganharam espaço na agenda porque “lidam com o emocional do brasileiro”.

“Mãezona”, Weslian Roriz investe em promessas e aposta no emocional

Tudo começou em 1959, em Luziânia, cidade do entorno do Distrito Federal. Ela tinha 17 anos e estava vestida como japonesa numa festa temática. Ele, aos 23, se apaixonou pela gueixa. Casaram-se no ano seguinte, três meses após a inauguração de Brasília.

Assim começa a história de Weslian do Perpétuo Socorro Peles e Joaquim Roriz, o “casal 20” da atual corrida eleitoral. Dona Weslian, como é chamada, agora aos 68 anos, caiu de paraquedas na disputa pelo governo do DF, após o marido ter sido considerado “ficha-suja” pela Justiça Eleitoral.

Candidata no DF tenta escapar do rótulo de “laranja” do marido

Lançada candidata nove dias antes do primeiro turno, a campanha de Weslian Roriz (PSC) vive em contradições. Weslian é, ao mesmo tempo, a principal surpresa dessa eleição e a continuidade do “jeito Roriz de governar”, como defende.

Para evitar o rótulo de “candidata laranja” do marido, ela diminuiu as aparições de Joaquim Roriz na campanha. No início, ele chegava a segurar a candidata pela nuca e assoprar no ouvido o que dizer. O marido tem também o costume de interromper as raras declarações de Weslian à imprensa.

Depois das críticas, Weslian passou a dizer que tem ideias próprias. Mas pediu na Justiça Eleitoral que sejam mantidos o nome e a foto do marido nas urnas, para garantir a “segurança técnica” do sistema.

Estado de S. Paulo

Apoio do BNDES a frigoríficos ajudou a desmatar Amazônia

O Tribunal de Contas da União (TCU) atribuiu a uma “falha” da Casa Civil o choque entre duas políticas públicas do governo Lula, informa a repórter Marta Salomon. Na contramão da política de combate ao desmatamento na Amazônia, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social investiu, de 2008 para cá, R$ 10 bilhões em grandes frigoríficos, contribuindo para o avanço da pecuária na região, atividade reconhecida pelo governo como a maiores responsável pelo desmatamento. Segundo o TCU, houve “falhas na coordenação, a cargo da Casa Civil”, na época comandada por Dilma Rousseff.

“PT é partido da morte”, acusa bispo de Guarulhos

O bispo de Guarulhos, D. Luiz Gonzaga Bergonzini, afirmou ontem que o PT é “o partido da mentira e da morte”. Para ele, “o PT aceita o aborto até o nono mês de gravidez”. D. Luiz lidera setores da Igreja Católica que combatem a candidatura de Dilma Rousseff (PT) à Presidência. É dele a iniciativa de mandar fazer 2 milhões de cópias do folheto que recomenda o voto a candidatos e partidos contrários ao aborto. O bispo está requerendo ao TSE a devolução dos folhetos, que foram apreendidos pela PF.

Em gravação, secretário diz que Planalto pedia dossiês

Conversas gravadas no gabinete da Secretaria Nacional de Justiça sugerem que partiram do Planalto ordens para que a secretaria produzisse dossiês “contra quem atravessasse o caminho do governo”. Os diálogos, revelados ontem pela revista Veja, ocorreram entre o secretário Nacional de Justiça, Pedro Abramovay, e seu antecessor, Romeu Tuma Jr.: “Não agüento mais receber pedidos de Dilma e do Gilberto Carvalho para fazer dossiês”, desabafou Abramovay, que, procurado pela revista, negou tais afirmações. Tuma Jr. comfirmou a queixa.

R$ 126 bi de gastos esperam novo presidente

Antes de assumir, o novo presidente enfrentará pressões por mais gastos. Entre eles, a fixação do salário mínimo e das aposentadorias, a partir de janeiro. No Congresso, outras propostas já somam R$ 125,9 bilhões.

Emergentes terão mais poder no FMI

Ministros do G-20 aprovaram ontem medidas para tentar evitar uma guerra cambial e acertaram a reforma do Fundo Monetário Internacional, que amplia o poder dos países emergentes. O Brasil passará da 14ª para a 10ª posição na lista dos países com poder de voto no FMI, passando à frente de Canadá, Holanda, Bélgica e Arábia Saudita. Dos dez primeiros postos, seis ficarão com os países desenvolvidos e quatro com o Brasil, Rússia, Índia e China.

MST prepara ação logo após 2º turno

O MST pretende iniciar nova ofensiva no campo assim que terminar a eleição. O movimento, que apoia Dilma Rousseff (PT), cobrará promessa de assentamentos. Congresso em Foco

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