A Podologia Cambé esta instalada no Centro Comercial Canadá Localizado na Rua Holanda, 263 esquina com a Av Canada, Sala 311 no centro de Cambé, telefone: (43) 3254-7433 e WhatsApp: (43) 9.9918-7889
A Podologia Cambé esta instalada no Centro Comercial Canadá Localizado na Rua Holanda, 263 esquina com a Av Canada, Sala 311 no centro de Cambé, telefone: (43) 3254-7433 e WhatsApp: (43) 9.9918-7889

Londrina registrou queda no total de acidentes e de vítimas não fatais no trânsito durante o primeiro semestre do ano. Em comparação com o mesmo período de 2017, as ocorrências caíram 7%, de 1834 para 1703, enquanto o número de envolvidos diminuiu 9%, de 2.181 para .1993. As informações são do Placar do Trânsito, divulgado nesta segunda-feira (9) pela Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU).

O levantamento mostra redução na quantidade de atropelamentos, colisões, quedas de moto, capotamentos e choques contra anteparos. Por outro lado, revela aumento no índice de mortos. Puxado pelos meses de março, abril e maio, quando os episódios fatais ficaram acima da média, o indicador aponta 51 óbitos em 2018 contra 43 em 2017.

Entre as mortes ocorridas na cidade, 22 foram de motociclistas, 15 envolveram pedestres e 14 incluíram ciclistas ou ocupantes de automóveis. Do total de vítimas, 45 eram do sexo masculino e 24 pertenciam à faixa etária entre 18 e 30 anos. Entre o público acima dos 60 anos foram 9 óbitos, 8 deles por atropelamento. Com os números, a taxa de letalidade do trânsito em Londrina ficou em 18,26 para cada grupo de 100 mil habitantes. Em 2017, o índice foi de 16,20.

Vias – A PR-445 e a BR-369 permanecem entre as vias mais violentas. Doze das 13 mortes registradas, ocorreram nas rodovias estaduais e federais que cortam o município. Já as ruas e avenidas administradas pela CMTU contabilizaram 38 óbitos, com a Saul Elkind, a Angelina Ricci Vezozzo, a Raposo Tavares e a Rua da Ginástica Olímpica somando, cada uma, 2 mortes.

Segundo o diretor de Trânsito da companhia, Pedro Ramos, os esforços do poder público continuarão a priorizar o patrulhamento preventivo. “Para diminuir os índices de violência, vamos intensificar as fiscalizações em parceria com a Polícia Militar (PM). Observamos que boa parte dos episódios fatais são precedidos de infrações, como o uso de veículos por condutores não habilitados, por exemplo. Assim, entendemos que se uma das nossas blitze retira de circulação tal motorista, ela estará, consequentemente, coibindo situações potencialmente nocivas”, disse.

O diretor explicou que a meta para o segundo semestre é avançar em dois eixos fundamentais no gerenciamento do trânsito: fiscalização e sinalização viária. Outro objetivo é manter zerado o índice de mortes entre crianças e adolescentes e, ao mesmo tempo, diminuir entre a terceira idade. “Este público em geral não utiliza carro, mas ainda assim acaba sendo vítima. Nesse sentido, queremos desenvolver projetos que tragam mais segurança a essas pessoas”, frisou.

Multas – Ainda segundo o Placar do Trânsito, o número de autuações emitidas na cidade de janeiro a junho chegou a 84.744, sendo 45.573 só por excesso de velocidade. O montante envolve as multas lavradas por agentes da companhia ou da PM, por ação dos radares fixos e móveis e as geradas devido a não identificação de condutor. Ultrapassar o limite permitido para a via em até 20% foi a infração mais cometida, com 32.278 registros, seguido do avanço do sinal vermelho, 9.072 casos.

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.