O Paraná terá mais seis Unidades de Pronto Atendimento 24 horas. Elas se somam as outras 22 habilitadas e compõem a rede de atendimento à urgência e emergência no estado, que conta os sistemas integrados do Siate, Samu e Unidades de Suporte Avançado de Vida que controla as UTI´s móveis no estado.

“O primeiro atendimento é de extrema importância para salvar vidas. Com a melhora constante na rede de urgência e emergência do estado, ampliaremos a capacidade de salvar vidas e paralelamente melhorando a rede hospitalar, para que ela esteja pronta para receber estes pacientes”, disse o secretário da Saúde, Carlos Moreira Júnior. A confirmação das novas unidades, de acordo com ele, ocorreu coma publicação de uma nova portaria do Ministério da Saúde.

Elas estão em Rolândia, Londrina, Piraquara, Coronel Vivida, Colombo e Ivaiporã. Na construção serão investidos R$ 8 milhões. “Estas unidades estão voltadas ao atendimento de emergência e urgência. Quando os pacientes chegam às unidades, os médicos estabilizam o quadro, definem o diagnóstico e analisam a necessidade de encaminhá-lo a uma unidade hospitalar”, afirma Moreira Junior.

A estratégia de atendimento está diretamente relacionada ao trabalho do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU/192), que organiza o fluxo do atendimento e encaminha o paciente ao serviço de saúde adequado à situação. De acordo com a Secretaria de Atenção à Saúde do Ministério da

Saúde, a proposta é reduzir as filas de espera nos hospitais e oferecer um atendimento altamente qualificado.

Hoje, no Paraná, há 22 projetos com portaria de habilitação: Apucarana, Arapongas, Araucária, Cambé, Campo Largo, Cascavel, Castro, Centenário do Sul, Curitiba, Foz do Iguaçu, Guarapuava, Ibiporã, Lapa, Londrina, Maringá, Pinhais, Ponta Grossa, Quatro Barras, Rio Branco do Sul, Rio Negro, São José dos Pinhais e Sarandi.

“Os municípios interessados em aderir às UPAs devem ter o serviço de Samu habilitado ou estar em processo de aprovação do projeto. Entre os requisitos está o compromisso de atingir, no mínimo, 50% de cobertura do Programa Saúde da Família na abrangência de cada UPA no prazo máximo de dois anos”, diz o Superintendente de Gestão de Sistema de Saúde, Irvando Carulla.

Cobertura – a construção das unidades se divide por tipo I, II e III. Enquanto a primeira classe de unidades deverá ser implantada em localidades com população entre 50 e 100 mil habitantes; as UPAs II servem para municípios população entre 100 e 200 mil e as UPAs III com população entre 200 e 300 mil habitantes.

A portaria prevê ainda que o recurso para construção das unidades virá do Ministério da Saúde, mas a execução da obra será responsabilidade de cada município. Já o custeio mensal, será dividido entre o poder público municipal e federal variando o repasse em cada tipo de Unidade. As UPAs do tipo I receberão R$ 100 mil/mês, as tipo II, R$ 175 mil/mês e as tipo III, R$ 250 mil/mês. A construção das unidades segue o plano estadual para atendimentos de urgência e emergências

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