Sindicatos: Centrais articulam paralisação no dia 11 de obras do PAC, rodovias e portos do país…- Plebiscito a toque de caixa é criticado; Oposição e juristas criticam a postura do Planalto, ressaltando que a reforma política e o próprio plebiscito são prerrogativas do Parlamento….- De carona com os caminhoneiros; Movimentos diversos aproveitam greve de motoristas para bloquear estradas…- Médicos: Estrangeiros vão ganhar até R$10 mil; O salário para os médicos de outros países será o mesmo oferecido aos brasileiros dispostos a trabalhar no interior. Entidades anunciam mobilização contra a chegada de profissionais do exterior…

 

O Globo

Manchete: Resistência a plebiscito de Dilma cresce no Congresso

Financiamento de campanha e sistema de voto estão entre os temas da consulta
Mensagem da presidente segue hoje para análise dos parlamentares; partidos que se manifestaram contra a validade da proposta para 2014 controlam quase metade dos votos.TSE discute viabilidade, prazos e custos
A presidente Dilma Rousseff manda hoje ao Congresso a mensagem em defesa do plebiscito para uma reforma política que valha já em 2014, mas a resistência à proposta cresce entre os partidos. Dos 513 deputados, cerca de 240 pertencem aos três partidos da oposição e aos quatro da base que já se manifestaram contra a convocação da consulta popular este ano. O tema divide até mesmo a bancada do PT. Na reunião de ontem, com 36 dos 39 ministros, Dilma ressaltou que vai sugerir alguns tópicos para a reforma, como financiamento de campanha e sistema de votação, mas ressaltou que a decisão final será do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e do Congresso. Hoje, a presidente do TSE, Cármen Lúcia, se reúne com os presidentes de 27 TREs e discutirá o tempo mínimo para a realização do plebiscito sobre a reforma. (Págs. 1 e 3 a 5)

Rio sem estádios após a festa do Maracanã

Encerrada a Copa das Confederações, o futebol carioca se depara com uma triste realidade: os grandes clubes não sabem quando jogarão nos dois principais estádios do Rio. O Maracanã não tem prazo para ser liberado. No Engenhão, as obras devem terminar em novembro de 2014. (Págs. 1 e Caderno Esportes)

Balança comercial

Déficit é o pior em 18 anos O registro tardio de importações de combustíveis feitas pela Petrobras no ano passado provocou um rombo de US$ 3 bilhões na balança comerciai brasileira no primeiro semestre deste ano. Além disso, as exportações também caíram. (Págs. 1 e 19)

Mais uma manobra pelo superávit

Uma mudança no estatuto do BNDES publicada em edição extra do Diário Oficial abre caminho para aumentar os dividendos pagos pelo banco à União, com o objetivo de reforçar o caixa e cumprir a meta fiscal,. (Págs. 1 e 20)

Efeito negativo : OGX tem queda de 29% e puxa Bolsa

A OGX, empresa de petróleo do grupo de Eike Batista, anunciou que seu único campo em produção, Tubarão Azul, pode deixar de produzir em 2014. Outros três campos vão ser abandonados. As ações caíram 29,11% e derrubaram a Bolsa brasileira. (Págs. 1, 22 e Míriam Leitão)

Caixa-preta: Lucro dos ônibus gera divergência

0 Sindicato das Empresas de Ônibus do Rio informou que o lucro das transportadoras em 2012 foi de R$ 77,1 milhões (cada uma teria lucrado R$ 153 mil por mês). O valor supera em R$ 7,7 milhões o informado pela prefeitura (RS 69,4 milhões). (Págs. 1 e 10)

Egito em crise: Ultimato militar a Mursi e oposição

Diante da deterioração do cenário político no Egito, com milhões de pessoas nas ruas pedindo a renúncia do presidente islamista Mohamed Mursi, o Exército deu um ultimato até amanhã para que governo e oposição se entendam. (Págs. 1 e 27)

Ciência: Estímulo ao tráfico de animais

Nova resolução do Conama permite que qualquer pessoa fique com até dez animais silvestres. (Págs. 1 e 30)

Vacina anti-hpv via SUS

Serão oferecidas gratuitamente as três doses do produto que
previne o câncer de útero. (Págs. 1 )

Governo tentará barrar ‘bondades’ de Renan (Págs. 1 e 7)

Rodovias bloqueadas no RJ e mais 7 estados (Págs. 1 e B)

Datafolha: 74% querem prisão de mensaleiros (págs. 1 e 6)

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O Estado de S. Paulo

Manchete:‘Não farei demagogia no corte de gastos’, diz Dilma

Presidente reúne ministros, afirma que não reduzirá despesas sociais e que seu governo é ‘padrão Felipão’
Na primeira reunião ministerial do ano, a presidente Dilma Rousseff disse que não fará demagogia para cortar gastos. Sem citar o governador Geraldo Alckmin (PSDB), ela afirmou que não reduzirá a equipe de 39 ministros. “Não farei demagogia de cortar gastas que não ocupo, mas vou cortar gastos e também vou tentar olhar onde e em que setor é possível fazer isso”, disse. “Cortar Bolsa Família jamais.” Na semana passada, Alckmin anunciou medidas para reduzir despesas. “O povo, nas ruas, não pediu redução de direito social e o meu governo não fará isso”, disse Dilma. “O meu governo é padrão Felipão”, afirmou, numa referência à vitória da seleção. A presidente também reafirmou a permanência da equipe econômica. Dilma vai sugerir hoje ao Congresso que o plebiscito sobre reforma política aborde o custeio das campanhas e o tipo devoto. O TSE avalia procedimentos e prazos. (Págs. 1 e Política A4 e A5)
Análise: Dora Kramer Impávido colosso A presidente registra queda de popularidade e quer mostrar que “o Brasil não está parado”. Reunião de 39 ministros é tradução do gigantismo, ineficiência e desperdício. (Págs. 1 e A6)

Haddad e Padilha devem ter ajuda

0 Planalto tenta conter o desgaste de lideranças do PT. Fernando Haddad deve receber RS 1,7 bilhão para SP. 0 ministro Alexandre Padilha (Saúde) espera verbas para programas. (Págs. 1 e A5)

Exército do Egito dá ultimato a presidente

As Forças Armadas do Egito manifestaram ontem seu apoio á população e deram um ultimato de 48 horas para o governo do presidente Mohamed Morsi e a oposição “atenderem às demandas do povo”. Mas os militares prometeram não se envolver na política do país. Desde o domingo, os confrontos durante os protestos deixaram 16 mortos e 781 feridos. O comunicado, lido em um pronunciamento na TV estatal, elevou os temores de um golpe de Esta do e do retorno das Forças Armadas à cena politica. (Págs. 1 e Internacional A8)

Empresa de Eike desiste de poço; ações despencam

A OGX, do grupo de Eike Batista, informou ontem que sua principal aposta de receita, o campo Tubarão Azul, na Bacia de Campos, pode parar de produzir em 2014. Após o anúncio, as ações fecharam com queda de 29,11%. A notícia alimentou boatos de que a empresa está perto de renegociar dívidas. A OGX tem até setembro para entregar à ANP um novo plano de desenvolvimento de seus campos. (Págs. 1 e Economia B1 e B4)

CVM vai analisar ajuda

A CVM analisará um aporte que Eike Batista faria na OGX. A injeção de recursos deveria ser aprovada por conselheiros, que deixaram os cargos. (Págs. 1 e B6)

Balança tem pior semestre em 18 anos

De janeiro a junho, o País comprou US$ 5 bilhões mais em mercadorias do que vendeu ao exterior. Em 1995,0 déficit na balança comercial havia sido de US$ 4,2 bilhões. (Págs 1 e Economia B9)

Protesto: Felizes e de alma lavada

O trio de voluntários que protestou no gramado do Maracanã durante a festa de encerramento da Copa das Confederações – com faixas contra a privatização do estádio e a favor da causa gay – sentia ontem a sensação de dever cumprido: “As vozes da rua se fizeram presentes”, disse a atriz Claudia Wer. (Págs. 1 e Esportes D2)

Notas & Informações : O País acordou, Dilma não

A queda na apreciação do povo desorienta ainda mais a já desorientada presidente (Págs. 1 e A3)

Tutty Vasques : A voz dos estádios

Há que se respeitar a alegria que contagiou até os vândalos de plantão, ainda que muitos creditassem ao gás lacrimogêneo a emoção. (Págs. 1 e Caderno2 C4)

Após mal-estar, Brasil fica sem nota da Fifa

O presidente da Fifa, Joseph Blatter, não deu uma nota para a Copa das Confederações, mas disse ter certeza de que o Brasil será aprovado no Mundial de 2014. A decisão de não dar uma pontuação foi tomada após o mal-estar causado pela nota 7 que o País recebeu na sexta-feira pela preparação da Copa. (Págs. 1 e D1)

José Paulo Kupfer: Doping fiscal

Escancararam-se a baixa eficiência e a falta de transparência das políticas fiscais, males crônicos das finanças federais, estaduais e municipais. (Págs. 1 e Economia B8)

Caminhoneiros param estradas em 9 Estados

Caminhoneiros e manifestantes fizeram ontem 35 protestos em 23 rodovias de 9 Estados do País. Eles pedem redução no preço dos pedágios e dos combustíveis, mudanças na legislação e mais segurança. À tarde, a Justiça determinou o desbloqueio das estradas federais. Em São Paulo, a Tropa de Choque agiu para liberar a Castelo Branco. Inicialmente, os protestos estavam programados para terminar só amanhã. Cerca de 50 moradores de Itapecerica da Serra bloquearam, na manhã de ontem, o Trecho Sul do Rodoanel. O grupo reivindicava melhorias para a cidade. (Pág. 1 e metrópole / Págs. A11 a A15)

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Correio Braziliense

Manchete: Dilma tem pressa para o plebiscito. E o Brasil?

Governo envia hoje ao Congresso os temas para a consulta popular sobre a reforma política. TSE já estuda a melhor data
Principal bandeira do Palácio do Planalto para conter a onda de manifestações, a proposta de plebiscito será apresentada nesta terça-feira. Ontem, durante reunião ministerial, Dilma Rousseff disse que gostaria de ver mudanças já nas próximas eleições. Isso, no entanto, só seria possível se as alterações fossem aprovadas até um ano antes do pleito, marcado para 5 de outubro de 2014. A presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministra Cármen Lúcia, convocou os presidentes dos 27 TREs para debater os prazos. Sem consenso entre os parlamentares e na sociedade, a proposta deve encontrar forte resistência.(Págs. 1, 2 a 6, Tereza Cruvinel, 4, Brasília-DF, 5, e Nas Entrelinhas, 6)

Nas ruas contra a corrupção

Cerca de 500 pessoas marcharam ontem pelo centro de Brasília. Os manifestantes seguiram pacificamente pelas principais avenidas da cidade, mas houve um pequeno tumulto ao lado do prédio da Câmara Legislativa.(Págs. 1 e 25)

Ingressos “serão os mais baratos”

A promessa da Fifa, Jérôme Valcke, aos torcedores que esperavam para hoje a definição de quanto vão gastar para ver os jogos do Mundial de 2014. (Págs. 1, Superesportes, 2 a 9).

Governo prepara cortes de R$ 20 bi (Págs. 1 e 9)

Rombo recorde na balança comercial (Págs. 1 e 9)

Bloqueados o acesso ao Porto de Santos (Págs. 1 e 9)

Egípcios dão ultimato ao presidente

Enquanto a oposição exige a renúncia de Mohamed Morsy, as Forças Armadas deram dois dias para que o mandatário atenda as reivindicações. A população voltou ontem às ruas. (Págs. 1 e 14)

Médicos: Estrangeiros vão ganhar até R$10 mil

O salário para os médicos de outros países será o mesmo oferecido aos brasileiros dispostos a trabalhar no interior. Entidades anunciam mobilização contra a chegada de profissionais do exterior. (Págs. 1 e 7)

Pressão popular chega aos distritais

Pedido de reabertura de processos contra os deputados Aylton Gomes, Rôney Nemer e Benedito Domingos obriga Mesa Diretora a interromper o recesso de julho paia avaliar o documento. (Págs. 1, 19 e 20)

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Valor Econômico

Manchete: OGX fracassa na Bacia de Campos e ação cai a R$ 0,56

A OGX como se conhecia na semana passada não existe mais. A empresa de petróleo e gás do grupo Eike Batista admitiu ontem a inviabilidade comercial de quatro campos na Bacia de Campos, incluindo o de Tubarão Azul, seu único produtor de óleo e que vai parar de produzir em 2014. Essas áreas serão provavelmente devolvidas à Agência Nacional de Petróleo. A notícia fulminou as cotações da OGX na bolsa, que caíram quase 30%, e arrastou também outras empresas do grupo.
Com o fracasso das áreas de exploração na Bacia de Campos, restam ao grupo os ativos de gás na Bacia do Parnaíba (onde a empresa é sócia da Petra e da MPX), e ainda 60% do campo Tubarão Martelo, participação que foi dada em garantia à malaia Petronas. A OGX também tem participação nos campos Atlanta e Oliva, operados pela Queiroz Galvão na Bacia de Santos e que vão começar produzir no fim do ano. O problema da OGX terá grande repercussão no estaleiro OSX, fornecedor de plataformas marítimas.(Págs. 1, B6 e C2)

Por decreto, BNDES ajuda no superávit

O BNDES foi autorizado a transferir para o Tesouro Nacional, sob a forma de dividendos, R$ 1,2 bilhão das reservas destinadas a aumentar seu capital. Esses recursos serão utilizados para acertar as contas do governo e garantir o superávit primário. A transformação de reservas cm dividendos foi autorizada por decreto da presidente Dilma Rousseff, publicado na última sexta-feira à noite. O decreto permitiu ainda que o BNDES seja compensado por instrumento — provavelmente emissão de títulos públicos — que possa ser utilizado como capital da instituição para fins de apuração das normas bancárias. ( Págs.1 e A3)

Dilma nega reforma ministerial

A presidente Dilma Rousseff envia hoje ao Congresso uma mensagem do Executivo com o que chamou de “sugestões” para o plebiscito sobre a reforma política. A presidente adiantou que serão sugeridos poucos temas, como o financiamento das campanhas e o sistema eleitoral, se proporcional, distrital ou misto. Dilma não se comprometeu com prazo para a realização do plebiscito.
A presidente negou reforma ministerial e mitigou o ajuste fiscal: “Meu governo jamais negociará redução de gasto social”. Numa referência à vitória da seleção brasileira, disse que sua gestão é “padrão Felipão”. (Págs. 1 e A6)

Pior cenário não reduz atração dos leilões de infraestrutura

Apesar das mudanças no cenário econômico e da percepção mais nítida sobre os riscos políticos no negócio de concessões de infraestrutura, grandes empresas mantém seus planos de disputar os leilões do governo federal previstos para este semestre.
O presidente da Odebrecht TransPort, Paulo Cesena, resume as impressões de muitas companhias do segmento sobre as manifestações populares. “Eu já passei por momentos como o 11 de setembro; a quebra do Lehman Brothers. Aqueles foram macro eventos. O que está acontecendo agora é compatível com a exposição de negócios de longo prazo. Não vi ninguém esfriar interesse”. (Págs. 1 e B12)

Operadora de redes virtuais fracassa

Três anos atrás, o modelo das operadoras móveis de redes virtuais parecia uma boa proposta para o país aumentar a competitividade na telefonia. São empresas de quaisquer áreas que alugam infraestrutura das grandes operadoras para oferecer aos usuários. Na época, a regulamentação desse modelo criou polêmicas, mas, agora, a tentativa se revelou um fracasso, como reconhece parte do mercado e até fonte do governo. (Págs. 1 e B3)

Ideias

Delfim Netto Pegos de “surpresa”, Executivo e legislativo dão respostas hiperativas e ilusionistas que todos sabem que não caberão no PIB. (Págs. 1 e A2)
Raymundo Costa Presidente Dilma Rousseff está convencida de que só o plebiscito é capaz de levar o Congresso a fazer a reforma política. (Págs. 1 e A6)

Produção Industrial fraca?

Após a surpresa positiva com a indústria em abril, quando a produção cresceu 1,8%, a média de 14 consultorias e instituições financeiras ouvidas pelo Valor Data aponta para queda de 1,1% em maio em relação ao mês anterior. (Págs. 1 e A2)

Retorno do trem-bala

O Ministério da Fazenda fixou em 7% a taxa interna de retorno do Trem de Alta Velocidade, que vai ligar Rio, São Paulo e Campi nas. A decisão ficou abaixo do esperado pelo mercado. (Págs. 1 e A4)

R$ 70 bi para o campo

Com os custos de produção em alta e cotações de algumas commodities em queda, o Banco do Brasil anunciou que vai disponibilizar R$ 70 bilhões em crédito para a safra de grãos 2013/14. (Págs. 1 e B16)

Recursos para empresas

Enquanto bilhões deixam os ativos brasileiros em busca de investimentos de menor risco, os fundos de private equity, que compram participações em empresas, se tomaram uma das poucas fontes de capital de longo prazo para as companhias. (Págs. 1 e Cl)

Correios pretendem estender o Banco Postal à sua rede de agências franqueadas (Págs. 1 e B4)

Empresas aéreas vão à Justiça contra a tarifa de conexão. (Págs. 1 e B1)

Fotolegenda: Ultimato no Egito

Manifestantes rezam durante demonstração contra o presidente Mohammed Morsi, na Praça Tahrir, no Cairo. Os militares deram prazo de 48 horas para que o presidente islâmico e seus oponentes cheguem a um acordo. Centenas de milhares de pessoas pedem renúncia de Morsi. (Págs. 1 e A11)

Gastos com transportes no ano frustram expectativas

A previsão de que 2013 seria “o ano” para os investimentos públicos no setor de transportes não se realizou. A pedido do Valor, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) fez um balanço do desempenho dos investimentos realizados pela União no primeiro semestre. O resultado é frustrante: o governo conseguiu executar somente 22,9% de tudo o que reservou para gastar com obras em rodovias no ano. O orçamento autorizado para 2013 chega a R$ 13,092 bilhões, mas o valor efetivamente gasto de janeiro a junho pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) só chegou a R$2,995 bilhões no período. (Págs. 1 e A4)
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Estado de Minas

Manchete: De carona com os caminhoneiros

Movimentos diversos aproveitam greve de motoristas para bloquear estradas
A paralisação nacional de caminhoneiros porredução de preços de combustíveis e pedágios, programada para durar 72 horas, formou longas filas de veículos em trechos das BRs 040 (Nova Lima e Congonhas), 381 (Betim, Igarapé, Carmópolis, Antônio Dias, João Monlevade, São Gonçalo do Rio Abaixo) e 116 (Governador Valadares). Minas foi o estado mais afetado. O acordo de manter parte das pistas abertas funcionou em vários pontos. Mas na BR-381, em Betim, e na 040, em Congonhas, manifestantes travaram totalmente as rodovias, com pneus em chamas e entulhos, exigindo radares e passarelas. Houve alguns outros fechamentos de estrada desse tipo em Minas, principalmente na Grande BH. A Justiça Federal expediu liminar proibindo o bloqueio de BRs pelo Movimento União Brasil Caminhoneiro (MUBC), sob pena de multa de R$ 10 mil por hora de interrupção do tráfego. (Págs. 1, 17 e 18)

Sem acordo

Grupo de pessoas que desde sábado ocupa a Câmara Municipal de BH não aceitou convite para encontro com o prefeito no qual negociariam as reivindicações. A prefeitura informa que só marca nova reunião se a sede do Legislativo for esvaziada. Já os manifestantes dizem que só saem depois da conversa com Marcio Lacerda. (Págs. 1 e 19)

Plebiscito a toque de caixa é criticado

Depois de reunião com o ministério, Dilma Rousseff envia hoje ao Congresso temas para o plebiscito. Ela quer rapidez e as regras valendo já em 2014. Consultado pela presidente sobre prazos, o TSE hoje reúne os 27 TREs para discutir o assunto. Oposição e juristas criticam a postura do Planalto, ressaltando que a reforma política e o próprio plebiscito são prerrogativas do Parlamento. (Págs. 1 e 3 a 5)

Mais inovação

O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) deve inaugurar, até 2015, 24 institutos de inovação no país, três deles em Minas. O investimento, de R$ 3 bilhões, será em parte financiado pelo BNDES. Os centros serão divididos por áreas temáticas, de acordo com a vocação econômica de cada região. (Págs. 1 e 10)

Justiça corta horas extras no TRE-MG

O Conselho Nacional de Justiça determinou a suspensão do pagamento de horas extras a comissionados do Tribunal Regional Eleitoral. Como revelou o Estado de Minas, servidores da cúpula receberam R$2,3 milhões por trabalho extra em apenas 15 dias na virada deste ano. (Págs. 1 e 6)

Exportação: Café do Sul de Minas ganha certificação internacional (Págs. 1 e 11)

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Jornal do Commercio

Manchete: Motorista mantém greve

Categoria e empresários não chegaram a acordo e decisão sobre reajuste será tomada pela Justiça. Ontem, dia foi muito difícil para usuários. Ordem de colocar em circulação 80% da frota em horários de pico não foi respeitada. (Págs. 1 e Cidades 1 e 2)

Caminhoneiros paralisam rodovias (Pág. 1)

Usuários saem em defesa da Telexfree (Págs. 1 e Economia 1)

Felipão investe na maturidade do time (Pág. 1)

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Zero Hora

Manchete: Ele voltou

Confirmado como técnico do Grêmio, Renato Portaluppi será apresentado pelo clube na Arena hoje, às 14h30 min. (Págs. 1 e Esportes)

Dilma envia hoje pedido de plebiscito

Reunida com ministros, presidente anunciou que mensagem sobre consulta popular será encaminhada ao Congresso. *TSE se prepara para votação extraordinária sobre reforma *Empresas de ônibus propõem desonerações para baixar tarifas *Protestos reforçam pedido de passe livre no transporte coletivo (Págs.1 e 4 a 9)
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Brasil Econômico

Manchete : Petroleiras levam choque de realidade

As revisões dos planos de negócios da OGX e HRT anunciadas ontem, além de comprovar o excesso de otimismo na época do lançamento de seus títulos, deixam as duas empresas em situação mais delicada. A primeira, que pertence a Eike Batista, terá que levantar recursos para pagar, imediatamente, R$ 1 bilhão a OSX, do mesmo grupo, para compra de uma plataforma. A segunda, fundada por Marcio Mello, busca compradores para os seus ativos já que seus projetos não confirmaram as expectativas. (Págs. 1, P10 e 11)

Minoritários da OGX buscam transparência sobre a trajetória da ação que chegou a ser negociada a R$ 23,39 e hoje vale R$ 0,57 (Págs. 1 e P12)

Das ruas: Plebiscito chega hoje ao Congresso

A presidente Dilma Rousseff envia hoje mensagem para consulta popular sobre a reforma política com pelo menos dois pontos: financiamento público de campanha e sistema eleitoral. (Págs. 1 e P3)

Seleção : Publicitários falam sobre a força da imagem da vitória do Brasil na Copa das Confederações. (Págs. 1, P16 e 17)

Sindicatos: Centrais articulam paralisação no dia 11 de obras do PAC, rodovias e portos do país. (Págs. 1 e P5)

Tesouro; BNDES, CEF e Eletrobras terão R$ 2 2,5 bi para dividendos e estímulo ao consumo. (Págs. 1 e P8)

Balança: Sem acordo automativo e compra de petróleo, superávit chega a US$ 2,39 bi. (Págs. 1 e P9)

Clipping Radiobrás

Edição: Equipe Fenatracoop

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