Plano de saúde: Classe C cria seus filhos longe do SUS; Com o aumento da renda, pagamento de planos privados para as crianças virou prioridade, mesmo nas famílias em que os pais nunca tiveram esse privilégio. Resultado: participação dos usuários com até 9 anos cresceu 54% em 10 anos… – Servidores da Justiça querem 56%. Dizem que 15,8% é esmola; Os grevistas do Judiciário e do MPU se opõem à proposta do presidente do Supremo de pedir 15,8% de reajuste ao governo. Os 56% que eles reivindicam custariam quase R$ 8 bilhões aos cofres públicos. Conselheiro do Planalto alerta Dilma para o risco de o Brasil virar uma Grécia, uma falida república de funcionários públicos…

O Globo

Manchete: A hora do mensalão – Lewandowski agora absolve político do PT

Ministro diverge do relator e vota por não condenar João Paulo Cunha

Para o revisor do processo, o deputado, mesmo tendo recebido R$ 50 mil de Marcos Valério, não favoreceu a agência do operador do mensalão em licitação da Câmara na época em que ele era presidente da Casa

Um dia após concordar com o relator Joaquim Barbosa e pedir a condenação do ex-diretor do Banco do Brasil Henrique Pizzolato, o ministro Ricardo Lewandowski, revisor do processo do mensalão no Supremo Tribunal Federal, votou pela absolvição do deputado João Paulo Cunha (PT-SP). O ex-presidente da Câmara é acusado de receber R$ 50 mil de Marcos Valério, em 2003, em troca da escolha da agência SMP&B em licitação pública. Contrariando o voto de Barbosa e a acusação do Ministério Público, Lewandowski aceitou a tese da defesa de que o dinheiro não tinha ligação com a escolha da empresa de Valério na Câmara e foi pedido por João Paulo Cunha ao ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares apenas para pagar pesquisas de opinião pública em São Paulo. (Págs. 1, 3 e 4)

Fotolegenda
Comemoração: Advogados de réus do mensalão riem durante pausa da sessão do Supremo, em que o ministro Ricardo Lewandowski votou pela absolvição do deputado João Paulo Cunha.

O que o revisor ignorou

Versões: As várias versões de João Paulo para justificar o saque de R$ 50 mil feito por sua mulher no Banco Rural. O revisor ficou com a versão dada na fase judicial.

Laudo da PF: Entre laudo da Polícia Federal que atestava contratação fictícia e decisão do TCU dizendo que não havia irregularidade, o revisor ficou com o segundo para inocentar o deputado do crime de peculato. (Pág. 1)

Colunistas

Merval Pereira: Voto sem nexo

Lewandowski ignorou detalhes cruciais. (Págs 1 e 4)

Ricardo Noblat: Relator do B atrapalha

Julgamento pode acabar mal. (Págs. 1 e 4)

Após 13 anos, recuperada verba do escândalo Nicolau

Luiz Estevão, condenado por desvio de dinheiro do TRT-SP, devolverá R$ 468 milhões em 97 parcelas. (Págs. 1 e 6)

Corte de ponto não inibe grevista

Apesar da decisão do governo de endurecer e cortar o ponto de 11 mil, parece longe do fim a greve de servidores federais. Ontem, houve confronto com soldados da Polícia Militar em Brasília, e o IBGE, de novo, não divulgou a taxa de desemprego. Já faltam tipos de insulina. (Págs. 1, 25 e 26)

Litz vai deixar Jardim Botânico

Litz Vieira deixará a presidência do Jardim Botânico, informa Ancelmo Gois. Ex-deputado do PT, ele perdeu a queda de braço com invasores da área, apoiados pelo governo federal e pelo lobby imobiliário do deputado Edson Santos, cuja família mora lá. Ancelmo Gois, (Págs. 1 e 18)

Turistas viajam às cegas no metrô

O metrô da cidade olímpica não oferece mapas em todas as estações e, quando existe, ele é precário e confuso. Nas plataformas, os turistas tampouco encontram informações visíveis sobre onde precisam descer para ir até o Pão de Açúcar ou o Corcovado. (Págs. 1 e 12)

Patrus: ‘PSB optou pelo rompimento’

O candidato do PT à prefeitura de Belo Horizonte, Patrus Ananias, diz que a aliança com o PSB só acabou na capital mineira, além de Recife e Fortaleza, porque foram os socialistas que mudaram de lado. “A História dirá o que isso representará no plano nacional.” (Págs. 1 e 8)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: Ministro absolve João Paulo de todas as acusações

Lewandowski diverge de relator e diz que petista não cometeu corrupção, lavagem de dinheiro e peculato

O ministro Ricardo Lewandowski, revisor do mensalão, absolveu ontem o ex-presidente da Câmara João Paulo Cunha (PT-SP) das acusações de peculato, lavagem de dinheiro e corrupção passiva. O voto contraria decisão do relator, Joaquim Barbosa. Lewandowski concluiu pela legalidade do contrato fechado em 2003 entre a Câmara, à época presidida por João Paulo, com a agência SMPB, do empresário Marcos Valério. O ministro argumentou que o Ministério Público não apresentou provas que sustentem a acusação de que João Paulo recebeu R$ 50 mil para beneficiar a SMPB. Ele sinalizou em seu voto que tende a absolver do crime de lavagem de dinheiro réus que sacaram recursos do valerioduto. Barbosa avisou que vai rebater trechos do voto de Lewandowski. A decisão levou advogados a comemorar. (Págs. 1 e Nacional A4 e A6)

‘Festa democrática’

Aniversário do advogado José Gerardo Grossi reuniu em Brasília do ministro Marco Aurélio à mulher de José Dirceu, réu do mensalão. (Págs. 1 e A6)

Luiz Estevão vai devolver R$ 468 mi por fraude no TRT

A Advocacia-Geral da União fez acordo com o Grupo OK, do senador cassado Luiz Estevão, para o repasse à vista de R$ 80 milhões aos cofres públicos pelo desvio de recursos das obras do prédio do Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo. O pacto prevê ainda 96 parcelas de cerca de R$ 4 milhões corrigidas pela Selic. O total é de R$ 468 milhões, mas está longe de compensar o prejuízo dos anos 90 que, com correção, seria de quase R$ 1 bilhão. (Págs. 1 e Nacional A15)

Setor têxtil pede barreira à importação

A Associação Brasileira da Indústria Têxtil pediu ao governo que adote uma barreira contra a importação de roupas. Segundo a Abit, está ocorrendo um “surto” de importações de roupas no País, que causa prejuízos à indústria nacional. Se o pedido for atendido, as roupas que chegam ao Brasil, vindas de qualquer origem, estarão sujeitas a cotas ou a uma sobretaxa. (Págs. 1 e Economia B1 e B3)

Leilão do trem-bala terá novas regras

O governo apertou as regras do leilão da primeira etapa do trem-bala brasileiro para evitar que operadores despreparados vençam a disputa. As exigências deixarão empresas chinesas de fora. (Págs. 1 e B4)

Grevistas e polícia entram em choque

Servidores do Judiciário e do Ministério Público da União em greve entraram em choque com policiais militares diante do Planalto após derrubarem grades. (Págs. 1 e Nacional A10)

MPF denuncia 17 do Banco Panamericano (Págs. 1 e Economia B12)

Área em Congonhas está contaminada

Área de 170 mil m2 em Congonhas, que abrigava sucata da Vasp, tem 69 toneladas de resíduos tóxicos. A ampliação do aeroporto só ocorrerá após a Copa. (Págs. 1 e Cidades C1 e C3)

Dora Kramer

Eles não usaram black-tie

Até agora, as evidências apresentadas durante o julgamento do mensalão desenham uma organização criminosa muito pouco sofisticada. (Págs. 1 e Nacional A6)

Celso Ming

É a poupança externa

O baixo nível de poupança no País reduz a capacidade de investimento. É por isso que o Brasil precisa incentivar a entrada de capitais. (Págs. 1 e Economia B2)

Antero Greco

Mão de obra na Copa

Fifa quer inscrever 90 mil pessoas como voluntários para trabalhar na Copa. Como se trata de negócio lucrativo, por que não pagar? (Págs. 1 e Esportes E2)

Notas & Informações

A lógica da ‘total balbúrdia’

Aparente loucura do mensalão é amostra do ambiente, condutas e fins do governo petista. (Págs. 1 e A3)
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Correio Braziliense

Manchete: Onda de violência apavora Brasília

Em 48 horas, pelo menos quatro pessoas foram vítimas de sequestro relâmpago e assaltos

A insegurança é assustadora. Só neste mês, já foram registrados 47 casos em que a pessoa é feita refém e tem o carro roubado. Entre as vítimas dos últimos dois dias estão um empresário rendido por dois menores, em Taguatinga, e a filha do ministro da Pesca, Marcelo Crivella, sequestrada na 408 Sul. Ela contou que o homem se emocionou ao ouvir música gospel. “Ele foi ouvindo e chorando”, disse. Na 303 do Sudoeste, bandidos atacaram mãe e filho e tentaram levar o carro. Vizinhos viram e alertaram a polícia, mas eles fugiram antes com R$ 2 mil das vítimas. No Lago Norte, a vítima foi uma jornalista. Ela dirigia quando um carro a trancou, obrigando-a a frear. Dois homens armados a renderam e depois levaram seu veículo. (Págs. 1, 27 e Visão do Correio, 16)

Servidores da Justiça querem 56%. Dizem que 15,8% é esmola

Os grevistas do Judiciário e do MPU se opõem à proposta do presidente do Supremo de pedir 15,8% de reajuste ao governo. Os 56% que eles reivindicam custariam quase R$ 8 bilhões aos cofres públicos. Conselheiro do Planalto alerta Dilma para o risco de o Brasil virar uma Grécia, uma falida república de funcionários públicos.

Fotolegendas:

Virou rotina

Manifestantes do Judiciário derrubam grades que protegem o Planalto e entram em confronto com policiais militares

Sangue azul?

Policiais federais negam ser da elite do funcionalismo e cercam o Ministério do Planejamento, mas reivindicações não são atendidas. (Págs. 1 e 10 a 12)

Mensalão: Revisor não vê crimes e pede a absolvição de João Paulo

O ministro Ricardo Lewandowski toma rumo oposto ao do relator do processo do mensalão, Joaquim Barbosa, e vota para que o deputado João Paulo Cunha (PT-SP) seja absolvido das acusações de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e peculato. (Págs. 1, 2 a 4 e Nas Entrelinhas)

Luiz Estevão vai devolver verba

Quinze anos após escândalo, empresa de ex-senador faz acordo e terá de pagar R$ 468 milhões à União por desvio de dinheiro público da obra do TRT de São Paulo. (Págs. 1 e 5)

UnB: Alunos têm baixa presença nas eleições

A greve de 89 dias e as disputas internas na universidade afastaram os estudantes da escolha do reitor. Apenas 16,5% deles votaram no pleito. Professores podem decidir hoje em assembleia por nova paralisação. (Págs. 1, 23 e 24)

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Valor Econômico

Manchete: Para empresários, redução dos juros sustenta retomada

Executivos das maiores empresas do país estão confiantes na retomada da economia em 2013. O longo ciclo de redução da taxa básica de juros é considerado pela maior parte deles como a medida mais importante e emblemática tomada pelo governo federal. Seu impacto sustentará a recuperação, seja como indutor da demanda ou como fator de redução do custo de capital, afirmaram empresários que participaram ontem da cerimônia de premiação do anuário “Valor 1000”.

“A queda dos juros seguramente vai estimular o consumo e a taxa de câmbio estabilizada permite maior previsibilidade no negócio”, diz Paulo Cesar Teixeira, diretor-geral da Telefônica/Vivo. “Ela favorece a Ouro Verde, que é intensiva em capital, dando maior competitividade para nossas operações”, diz Karlis Kraklis, que comanda a empresa de locação de veículos, equipamentos e serviços. (Págs. 1 e A10 a A12)

Fotolegenda: A empresa vencedora

Rubens Ometto, fundador da Cosan, escolhida a Empresa de Valor deste ano: “Nossa decisão é investir ainda mais no país, o que é impulsionado pela queda da taxa de juros. (Págs. 1 e A10 a A12)

STJ quer deixar de ser ‘terceira instância’

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) teve de julgar o caso do dono de um rottweiler que matou o papagaio do vizinho. O dono do cachorro tinha foro privilegiado porque era procurador da República. O exemplo foi dado pelo ministro Felix Fischer, de 65 anos, que assume a presidência do STJ em uma semana, para um mandato de dois anos, como demonstração da necessidade de adoção de medidas que barrem o envio de processos “menores” para a Corte, criada há 24 anos. Hoje, o STJ tem 262 mil processos aguardando julgamento, sete vezes mais do que em seu primeiro ano de existência. Na média, entram 27 mil ações por mês no tribunal.

Segundo o ministro, hoje o STJ caminha para ser apenas uma “terceira instância”, à qual muitos recorrem para postergar o cumprimento de obrigações já reconhecidas nos tribunais de segunda instância. “Para quem tem razão, é um suplício”, diz o ministro, que tem como meta levar ao Congresso propostas de lei que ajudem a mudar essa realidade. A ideia é adotar a súmula vinculante e a repercussão geral infraconstitucional, mecanismos semelhantes aos utilizados pelo Supremo Tribunal Federal. (Págs. 1 e El)

BC testa limite de baixa da Selic

Um ano após a reunião de 31 de agosto de 2011 do Comitê de Política Monetária do Banco Central, que iniciou um ciclo de redução que testa níveis históricos de juros, o mercado parece ter se rendido ao fato de que o BC enxergou antes a deterioração das condições econômicas globais que viria. A credibilidade da autoridade monetária ganhou pontos, embora os benefícios da estratégia não sejam ainda completamente percebidos.

“A queda dos juros em curso não é uma decisão normal de política monetária, mas de política econômica mais ampla. Eles estão tentando colocar um novo regime econômico. Se der certo, será ótimo, mas só saberemos daqui a cinco anos”, diz Paulo Vieira da Cunha, ex-diretor do BC e estrategista da Tandem Global Partners. (Págs. 1, C1 e C3)

Fotolegenda: Segunda edição

Cinco biógrafos do presidente Barak Obama, retratado em evento de campanha em Rochester, contam como seria o novo capítulo de seus livros após o primeiro mandato. (Págs. 1 e Eu & Fim de Semana)

Teles buscam maior controle da internet

A explosão do tráfego de dados nas redes de comunicação — principalmente fotos e vídeos — sobrecarregou a infraestrutura e abriu uma disputa comercial entre operadores de telecomunicações e grandes grupos da internet sobre quem deve pagar a conta dos investimentos necessários para a expansão. Segundo a União Internacional de Telecomunicações, será preciso alocar US$ 800 bilhões em redes nos próximos cinco anos para que a internet não pare.

As operadoras dizem que os investimentos devem ser repartidos com as empresas de internet, como Google, Yahoo e Facebook. O argumento é que boa parte do tráfego é gerado por serviços como o YouTube, do Google, e o Skype, da Microsoft, e que seria justo que essas companhias colaborassem na expansão. Carol Conway, diretora de assuntos regulatórios do grupo Folha, discorda e diz que as teles detêm mais de 66% das receitas dos serviços de banda larga, com margens operacionais em tomo de 30%, o suficiente para investir mais. (Págs. 1 e B2)

Republicanos devem apoiar retorno dos EUA ao padrão-ouro (Págs. 1 e A13)

Empresas mexicanas investem bilhões de dólares em aquisições nos Estados Unidos (Págs. 1 e A16)

Plano de recuperação da Delta

O plano de recuperação judicial da Delta Construção prevê o pagamento aos credores até 2021 e carência para a maior parte da dívida até julho de 2014, fim do prazo da declaração de inidoneidade da empresa. (Págs. 1 e B1)

Sony Mobile corta 15% do pessoal

A Sony Mobile — divisão de celulares e smarpthones da Sony — vai demitir 1 mil empregados até março de 2014, o equivalente a 15% de sua força de trabalho. A operação no Brasil não deve ser afetada. (Págs. 1 e B3)

Expansão do Boticário

O Grupo Boticário vai investir R$ 650 milhões na construção de uma fábrica e um centro de distribuição na Bahia, além da ampliação de seu parque fabril no Paraná. As obras devem levar 14 meses. (Págs. 1 e B4)

Petrópolis constrói fábrica em PE

A fabricante de bebidas Petrópolis, dona da cerveja Itaipava, anuncia hoje a construção de sua sexta fábrica no país, em Itapissuma (PE), a 45 quilômetros do Recife. O investimento na nova unidade será de R$ 500 milhões. (Págs. 1 e B5)

BP vai vender o campo de Polvo

A britânica BP vai vender sua participação de 60% no campo de Polvo, na Bacia de Campos, onde são produzidos 16,3 mil barris/dia de equivalentes de óleo e gás. Será o primeiro negócio envolvendo um campo de petróleo já em produção no país. (Págs. 1 e B11)

Clima passa de vilão a herói

Se confirmadas as previsões de chuvas em setembro e outubro no Sul do país, o clima deverá mesmo ajudar a produção brasileira de soja a bater um novo recorde histórico na safra 2012/13, como apontam as primeiras estimativas. (Págs. 1 e B16)

Debêntures de infraestrutura

A concessionária de rodovias Autoban, da CCR, prepara captação de pelo menos RS 950 milhões em debêntures. Uma das séries, de no mínimo de R$ 100 milhões, será a primeira com isenção de IR para projetos de infraestrutura. (Págs. 1 e C2)

Caso PanAmericano chega à Justiça

Ministério Público Federal apresentou à Justiça denúncia contra 14 ex-diretores e 3 ex-funcionários do banco PanAmericano, com base na Lei dos Crimes contra o Sistema Financeiro. Em 2010, o BC detectou rombo de R$ 4,3 bilhões na instituição. (Págs. 1 e C11)

Ideias

Claudia Safatle

Se o IPCA não é um drama para este ano, o mesmo não se pode dizer de 2013, cujas expectativas apontam para 5,5%. (Págs. 1 e A2)

Simon Johnson

Ao contrário da maioria dos países, conservadorismo fiscal nos EUA significa corte de impostos, ignorando defícits e dívida. (Págs. 1 e A15)

Holcim elege os emergentes para crescer, diz Fontana (Págs. 1 e A10)

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Estado de Minas

Manchete: Sob pressão

Estudo mostra que três entre 10 mineiros sofrem de doenças crônicas, com destaque para a hipertensão, que acomete 15,8% da população do estado

De acordo com a Pesquisa por Amostra de Domicílios (PAD) da Fundação João Pinheiro, depois da pressão arterial elevada, os problemas de coluna são os que atormentam mais gente no estado (9,9%), seguidos pela bronquite (5%), males cardíacos (4,6%), depressão (4,4%) e diabetes (4,3%). O levantamento aponta que 17% dos mineiros sofrem com uma doença crônica, enquanto 12,6% têm duas ou mais. (Págs. 1, Gerais, Capa e 22)

Desviou verbas? Tornozeleira nele

Acusado de fraudar licitações, o prefeito de Coração de Jesus, no Norte de Minas, Antonio Cordeiro de Faria (PSDC), candidato à reeleição, foi afastado do cargo e será vigiado com o uso do equipamento eletrônico. Um secretário e um ex-secretário da prefeitura serão monitorados da mesma forma. Os três estão proibidos de se comunicar e de entrar em qualquer prédio público. (Págs. 1, 8 e Editorial, 6)

Revisor alivia para deputado mensaleiro

Revisor do julgamento do mensalão, o ministro Ricardo Lewandowski votou ontem pela absolvição do deputado federal João Paulo Cunha (PT-SP), acusado de ter recebido propina para favorecer empresa de publicidade. Ele também absolveu o empresário Marcos Valério e seus sócios de um dos crimes de corrupção ativa dos quais foram acusados. (Págs. 1, 3 e 4)

Plano de saúde: Classe C cria seus filhos longe do SUS

Com o aumento da renda, pagamento de planos privados para as crianças virou prioridade, mesmo nas famílias em que os pais nunca tiveram esse privilégio. Resultado: participação dos usuários com até 9 anos cresceu 54% em 10 anos. Em BH, são maioria entre contratos diretos com a seguradora. (Págs. 1 e 13)

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Jornal do Commercio

Manchete: Propostas e farpas no NE10

Primeiro debate na internet, reunindo os nomes mais bem colocados nas pesquisas do Recife, foi sucesso de técnica e também de conteúdo, com candidatos apresentando ideias para a capital. Polarização entre Humberto e Geraldo foi mais intensa. (Págs. 1 e 3 a 5)

Humberto lidera e Geraldo é segundo

Terceira rodada da pesquisa JC/Instituto Maurício de Nassau mostra socialista à frente de Mendonça pela primeira vez na campanha. (Págs. 1, 6 e 7)

Últimos dias do IPI reduzido dos automóveis

Concessionárias devem ter um movimento até 39% maior neste fim de semana ainda com preços mais em conta. (Págs. 1 e Economia 1)
Ameaça de corte do ponto faz PF radicalizar (Págs. 1 e Capa Dois)

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Zero Hora

Manchete: Fila de espera projeta venda recorde de carro

A uma semana do fim do IPI reduzido, clientes que fecham negócio aguardam até um mês para receber veículo. Expectativa é de revendas lotadas no sábado e domingo. (Págs. 1 e 16)

Mensalão: O voto que reafirma a divergência no Supremo

Ministro revisor pede absolvição de João Paulo Cunha, réu que o relator quer condenar. (Págs. 1 e 6)

O que vai mudar na TV paga (Págs. 1, 4 e 5)

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Brasil Econômico

Manchete: Exportações não aumentaram, apesar da desvalorização do real

Ao contrário das previsões, o dólar subiu 16,6% de janeiro a julho, mas as vendas de produtos manufaturados diminuíram 0,7% em relação ao mesmo período de 2011. A crise internacional teve efeito mais forte do que a mudança no câmbio. (Págs. 1 e 6)

BNP Brasil vê chances para crescer na crise

Presidente do banco, Louis Bazire afirma ao BRASIL ECONÔMICO que está otimista em relação ao euro e à sua especialidade — serviços e financiamentos a grandes empresas no país. Mas o executivo diz que é tarde para entrar no varejo local. “Ficou caro.” (Págs. 1 e 30)

“Querem envenenar a relação entre Lula e Eduardo Campos”

Em entrevista exclusiva ao BRASIL ECONÔMICO, o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho, do PSB, defende que a imagem do ex-presidente seja usada livremente por todos os partidos da base aliada. (Págs. 1 e 4)

Preço do ferro cai e já afeta mineradora

Com queda na demanda da China, valor da tonelada está abaixo de US$ 100; analistas preveem efeito negativo no desempenho das mineradoras. (Págs. 1 e 18)

Brasileiros buscam ativos no exterior

América Latina e EUA são os mercados preferidos por investidores que fogem da queda dos juros e da falta de perspectiva para commodities. (Págs. 1 e 31)

Investimento estrangeiro bateu recorde em julho

Segundo Banco Central, aplicação direta das empresas atingiu US$ 8,4 bi e continua em alta. (Págs. 1 e 8)

Novo edital muda regras da licitação do trem-bala

Governo passará a arcar com projeto de engenharia e leilão foi marcado para maio de 2013. (Págs. 1 e 7)

O novo filão

César Borges, da Caramuru, diz ao BRASIL ECONÔMICO que duplicará negócios pessoais com investimento em soja. (Págs. 1 e 14)

Clipping Radiobrás

Edição: Equipe Fenatracoop

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