Forças dos Estados Unidos e de mais quatro países iniciaram ataques contra as tropas do líder líbio Muammar Khadafi, segundo informou o presidente Barack Obama, em um comunicado a jornalistas norte-americanos que acompanham a visita dele ao Brasil. A força de coalizão é formada por Inglaterra, França, Itália e Canadá, além dos EUA.

De acordo com Obama, o uso da força não era a primeira opção dos norte-americanos. Porém, ele lembrou que a comunidade internacional deu um prazo para Khadafi cessar fogo contra os insurgentes. Segundo Obama, o ultimato foi ignorado pelo líder líbio. O presidente afirmou que ação militar é para defender o povo líbio dos ataques das forças de Khadafio e, também, os interesses dos Estados Unidos e dos países da coalizão.

“Estamos respondendo aos pedidos do povo e reagindo contra uma ameaça ao mundo e aos Estados Unidos”, afirmou Obama em comunicado gravado em Brasília e transmitido pelas redes de televisão dos Estados Unidos. “Tenho consciência dos riscos de uma ação militar. Quero que o povo americano saiba que o uso da força não foi nossa primeira opção”.

Obama informou que soldados americanos não serão usados para combates em terra. As ações militares estão concetradas em ataques aéreos e de navios de guerra, com o objetivo de gatrantir a zona de exclusão aérea aprovada pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas na última quinta-feira (17) e proteger a população civil de ataques das forças leais ao governante líbio.

Mais cedo, o Ministério da Defesa da França informou que caças franceses atacaram veículos militares líbio.

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