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sábado, dezembro 2, 2023

MANCHETE DOS JORNAIS DESTA TERÇA-FEIRA, 25 DE JULHO DE 2023

A meio-campista maranhense atropelou o Panamá e marcou três vezes na goleada do Brasil por 4 a 0. Francesas, citadas entre as favoritas, eliminaram as brasileiras em 2019; na estreia, empataram sem gols com a Jamaica. BRASIL 4 PANAMÁ 0

O ESTADO DE S.PAULO

  • Mercado critica exceções em textos aprovados no Congresso
  • O que vem pela frente na economia
  • Governo prepara programa para reduzir depreciação da indústria
  • ‘As pequenas e médias empresas são as que mais sofrem’
  • Para driblar o juro alto e o maior rigor dos bancos, empresas mudam fonte de crédito
  • Dólar cai a R$ 4,73, menor valor desde abril de 2022
  • Para Lira, reforma administrativa está pronta para votação
  • Fisco estima perda de R$ 35 bi com isenção a site estrangeiro
  • Raquel Landim: As metas fiscais inatingíveis da Fazenda
  • Presidente da Apex não declarou imóvel de R$ 4,2 mi
  • Rubens Barbosa: Os riscos do Imposto de Exportação

O GLOBO

  • Desenrola: governo ordena que Facebook e Google tirem do ar anúncios fraudulentos
  • No Paraná, persistência para se reerguer após um tornado
  • Argentina altera câmbio para exportações e amplia impostos
  • Lira defende adiar taxação de fundos exclusivos
  • Projeto que taxa apostas está ‘maduro’
  • Indústria pode ter R$ 15 bi para renovar maquinário, diz Haddad
  • Bolsa volta aos 121 mil pontos, e dólar cai a R$ 4,73
  • Alckmin: expectativa é de corte dos juros na próxima reunião do Copom
  • Cotado para o IBGE causa apreensão na Fazenda e no Planejamento
  • United inaugura centro de manutenção de aeronaves no Galeão
  • Isenção para importados custaria R$ 35 bi até 2027
  • Revisão a caminho: Governo negocia com concessionárias para destravar até R$ 100 bi em obras
  • Cumprimento de meta de déficit em 2023 é incerto ‘e temerária’
  • Deputados de SC aumentam seus rendimentos em até R$ 15,6 mil
  • Cem magistrados receberam R$ 38 mi em 6 meses

FOLHA DE S.PAULO

  • Globo ‘pró-PT’, desbanca Record e volta a liderar verbas de publicidade do governo, mas audiência também desbanca
  • Guedes vira sócio de empresa de investimentos
  • Varejistas antecipam Desenrola e negociam dívidas do carnê
  • Governo prepara abertura de mais 10 mil vagas de concurso
  • Isenção de até US$ 50 para importados gera perda de R$ 35 bi, estima Receita
  • Taxar super-ricos põe Reforma Tributária em risco, afirma Lira
  • Dólar tem menor valor em15meses, e Bolsa atinge maior patamar em 2 anos
  • Haddad e Tebet têm ruídos encobertos por relação amigável
  • Plano para incentivar compra de máquinas pode custar até R$ 15 bi
  • Preço de carros tem maior queda em 11 anos com plano de descontos
  • Diesel cai com produção recorde e invasão russa

Jornal Independente
GAZETA DO POVO

  • Acordo entre Aurora e Alegra será “solução estratégica para evolução dos negócios”
  • Trem Intercidades de São Paulo vai a leilão em novembro na B3
  • Bons indicadores resultam de “sorte”, “herança bendita” e atuação do governo, dizem analistas. 2024 com novos integrantes do PT para o BC, iremos reconhecer as diferenças
  • Lira diz que reforma administrativa é o “próximo movimento”
  • Destruição da Lava-Jato “com porteira aberta”, continua sob Lula, agora com retaliação a seus inimigos
  • MST incorpora defesa do aborto e linguagem neutra, “aberração da natureza”
  • Lula incita simpatizantes “do crime”, contra apoiadores de Bolsonaro e usa o discurso de ódio que diz combater
  • Moro e Dallagnol defendem delação premiada, já criticada pelo PT “por seus cúmplices”, e adotada no “caso Marielle”
  • Conselho para gerir novo imposto fragiliza pacto federativo, dizem especialistas
  • Direita e esquerda correm atrás de partidos separatistas para formar governo na Espanha
  • Número de pessoas acima de 40 anos que nunca se casaram bate recorde nos EUA
  • Escolas cívico-militares avançam mais que escolas regulares e de ensino integral no Paraná
  • Carros elétricos: sinalização de virtude forçada goela abaixo pela esquerda
  • Ouça o audiobook “Revolução S/A narrado pelo seu próprio autor, Guilherme Fiuza
  • Os boatos sobre a minha morte, “Ameaça do PCC e o seu chefe”
  • Obsessão da esquerda totalitária é desarmar o brasileiro honesto. “sob ordem do mandante desonesto”
  • Como lidar com a politização do STF “Caso das trevas do além”
  • Justiça proíbe leitura da Bíblia e o termo “sob proteção de Deus” em Câmara Municipal
  • Ex-chefes de Estado denunciam ataques à liberdade de expressão e imprensa na América Latina
  • Inovação e ciência: das universidades para a sociedade
  • DICAS: Como se proteger de fraudes em novas contas?
  • Crescimento do Estado “ou Província” do Paraná: Conquistas nascem do trabalho de todos

VALOR ECONÔMICO

União vence casos de R$ 210 bilhões no Supremo e STJ no 1º semestre
Governo federal ganhou 10 das 14 causas tributárias bilionárias julgadas pelos tribunais superiores

Bolsa volta aos 121 mil pontos e dólar cai 1%
Ibovespa subiu 0,94%, alcançando o maior nível desde 1º de abril de 2022; alta foi impulsionada pelas ações de produtoras de commodities, que seguiram movimento externo

Novo PAC terá política para evitar ‘apagão’ de mão de obra
Enquanto aguarda fim do recesso no Congresso para fazer anúncio, governo amplia eixos do programa e reúne governadores

Depreciação acelerada pode ter recursos de até R$ 15 bi, afirma Haddad
Ministro diz que não discutiu com Alckmin ainda incentivo ao setor de linha branca pedido por Lula

Entenda por que esquentou o debate entre economistas
Embora no Brasil esteja fortemente ideologizada, a discórdia entre economistas liberais e desenvolvimentistas é fenômeno antigo e global

BNDES amplia crédito para empresa de pequeno porte
Crescimento foi de 53% no primeiro semestre deste ano em relação ao mesmo período de 2022

Questão federativa deverá pautar discussões na CAE
Relator da comissão disse que impacto sobre setores produtivos será aprofundado no Senado

Centrão dança no ritmo “Cúmplices” da música de Lula
Na política, uma imagem, ou um gesto, valem mais do que mil palavras

Parlamento de Israel aprova lei que limita Justiça e divide país
Reservistas, que compõem a base da força militar israelense, ameaçam boicotar convocações se reforma for adiante

Censo reacende preocupação com futuro da Previdência
O aumento do número de idosos e a redução das pessoas em idade ativa põem em xeque o futuro do sistema de aposentadorias

A regra de ouro elétrica
O caminho é a liberação do total dos consumidores e, em paralelo, a eliminação de todos os subsídios, exceto aqueles vinculados à tarifa social

Trigo e milho têm forte alta na bolsa com escalada em conflito na Ucrânia
Rússia atacou portos no rio Danúbio, uma das rotas mais importantes de escoamento de produtos agrícolas para Kiev; analista vê risco de sanções a Moscou

Agro é insistência: no Paraná, produtor se reergue após tornado

Divergências no Copom tendem a aumentar com novos diretores
Desde o início do regime de metas de inflação, em apenas 15% das reuniões houve votos diferentes entre os membros do colegiado, mostra estudo

MATÉRIA TOP

Israel limita poder da Suprema Corte ao aprovar reforma do Judiciário

Polícia israelense tem dificuldade para conter manifestações contra governo em várias partes do país; Netanyahu se defende e diz que proposta fortalece a democracia.

Netanyahu diz que proposta fortalece democracia. Polícia reprimiu manifestantes.

O Parlamento israelense aprovou ontem parte da reforma do Judiciário que limita a capacidade da Suprema Corte de anular decisões tomadas pelo governo. A coalizão do primeiro-ministro, Binyamin Netanyahu, a mais extremista da história de Israel, ignorou os pedidos de negociação, agravando a crise institucional.

A Suprema Corte agora está impedida de questionar o governo usando a “razoabilidade”, um conceito que os juízes adotavam para bloquear nomeações ministeriais e contestar decisões administrativas.

A promulgação da lei é a primeira vitória do governo em um esforço de sete meses para reduzir os poderes do Judiciário. Até então, os planos de restringir o papel da Suprema Corte vinham sendo criticados por aliados de Israel, como EUA e Europa, pela oposição e por parte da população, que protesta nas ruas há 30 semanas seguidas, declarando greves em setores-chave da economia e a rebeldia de militares reservistas.

DIVISÃO. Netanyahu e seus apoiadores dizem que a legislação vai melhorar a democracia ao dar aos legisladores eleitos maior autonomia sobre os juízes não eleitos, permitindo-lhes executar com mais facilidade as políticas para as quais foram escolhidos.

O placar de ontem foi 64 a 0, depois que a oposição resolveu abandonar o Parlamento de 120 lugares. A divisão faz parte de uma disputa social mais ampla sobre o futuro da sociedade israelense. A coalizão governista e sua base têm uma visão religiosa e conservadora, e consideram a corte um obstáculo para atingir esse objetivo.

A oposição defende uma visão secular e plural da sociedade israelense, e considera o tribunal um importante contrapeso para garantir a democracia em Israel, cada vez mais ameaçada pelo crescimento demográfico de judeus ultraortodoxos, que se reflete na votação de partidos religiosos.

DECISÃO. O conceito de razoabilidade, que nunca foi definido em uma lei escrita, tornouse um emblema dessa ruptura. Em Israel, os juízes geralmente consideram uma decisão irracional se concluírem que ela foi tomada sem considerar todas as questões relevantes ou sem dar peso a cada questão. A coalizão governante via esse padrão como subjetivo e permitia muita interferência judicial – por isso, propôs uma reforma.

O líder da oposição e ex-premiê, Yair Lapid, afirmou que seu partido faria uma petição à Suprema Corte para emitir uma decisão sobre a legalidade da nova lei. “Este não é o fim da batalha. É apenas o começo”, disse. “Eles estão comemorando o momento em que jogaram no lixo tudo o que nos conecta. Não temos primeiro ministro Netanyahu se tornou um boneco dos extremistas messiânicos.”

Lapid pediu que os reservistas militares – mais de 12 mil, que ameaçaram não comparecer ao serviço, caso a reforma avançasse – para adiarem a ação até que a Suprema Corte avalie a decisão. Não está claro se, e sob qual precedente legal, o tribunal seria capaz de reverter a decisão do Parlamento.

Em seu esforço para se manter no poder, Netanyahu vem cada vez mais dependendo do apoio dos partidos religiosos e de extrema direita. A esquerda, os partidos árabes, os seculares e até a centro-direita formaram um bloco de oposição, mas de características tão heterogêneas que não conseguem superar a aliança forjada pelo premiê.

Democracia Projeto é primeira vitória do governo em um esforço de sete meses para reduzir os poderes do Judiciário

PROTESTOS. Diversos setores da sociedade participaram de manifestações contra a reforma do Judiciário. Ontem, manifestantes bloquearam as ruas do lado de fora do Parlamento. Muitos entraram em confronto com a polícia, que fez 34 prisões.

Antes da aprovação, o maior sindicato de Israel falou em convocar uma greve geral. Uma aliança de 150 grandes empresas, incluindo startups e os maiores shoppings do país, também apoia os protestos. Nas últimas semanas, em razão da insegurança causada pela reforma, 37 empresas decidiram retirar US$ 780 milhões de contas bancárias em Israel e transferir o dinheiro para bancos em outros países.

Ontem, após a aprovação, Netanyahu tentou conter a revolta popular com um discurso em cadeia nacional. Falando de seu escritório, ele sugeriu que apresentaria até o fim de novembro um plano de revisão da reforma, e pediu diálogo aos opositores.

“Apesar de tudo, meus amigos, continuaremos buscando um acordo”, afirmou. Imediatamente, Lapid rejeitou a proposta do governo. “Netanyahu não é mais o primeiro-ministro de Israel. Ele é prisioneiro dos extremistas”, disse.

O Estado de S. Paulo. 25 Julho de 2023

NA HISTÓRIA, COMO DEUS DE ISRAEL TRATAVA OS REBELDES?
Primeiro é preciso reconhecer que:
Ele está permitindo que as “autoridades superiores” existam temporariamente. (Romanos 13:1) mesmo que haja abusos ou corrupção, do qual “O mundo inteiro jaz no poder do iníquo.” (1 João 5:19) Durante esse tempo, ele usa essas autoridades humanas como um instrumento para manter a ordem na sociedade, mesmo que seja injusta ou cruel, é temporário e outros governos e situações existam, como descrito em Eclesiastes (8:9) e (4:1). Visto que nenhuma dessas autoridades existiria se não fosse pela permissão de Deus (João 19:11), pode-se dizer que, em certo sentido, as autoridades superiores fazem parte do propósito de Deus. Orar pela vinda do Reino de Deus, deve estar na mente de todos os Cristão (Mateus 6:33), visto que por hora, está no poder do iníquo, ainda que seja por permissão. Entender o propósito de Deus para a nossa vida, é fazer a sua vontade com conhecimento, iremos vencer a ignorância da nossa natureza do pecado carnal, materialista e pecaminoso.
CASO ESPECIAL NO PASSADO DA NAÇÃO ISRAEL
Números 16:35; 26:10 (Corá 250 maiorais)
Números 13:1–14:38; Deuteronômio 1:22-33; Salmo 78:22; Hebreus 3:17-19

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