Relator do processo de Lula entrega voto
Relator de recurso contra a condenação do ex-presidente Lula no caso do tríplex, o desembargador Gebran Neto entregou seu voto em menos tempo que a média, e abriu caminho para que o julgamento ocorra no primeiro semestre de 2018. A sentença definirá se Lula poderá se candidatar. …(O CARA AINDA VAI SE SAFAR DESSA, ESCUTA SÓ)
Geddel é denunciado
Geddel Vieira Lima, ex-ministro, foi denunciado por lavagem e organização criminosa no caso dos R$ 51 milhões…(E O CHEFE?)
Dodge pede prisão de Barata ao STF
A procuradora-geral, Raquel Dodge, pediu ao Supremo para restaurar a prisão preventiva de Jacob Barata, o “rei dos ônibus”, que foi solto sábado pelo ministro Gilmar Mendes. Para Dodge, Gilmar não tinha a competência para decidir sobre o habeas corpus…(Bodes expiatórios de Dodge)
Selic deve cair para 7%, menor piso histórico
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O Globo

Manchete: Ofensiva por reforma inclui promessas eleitorais
Nas contas do governo, 5 partidos vão fechar questão pelo projeto
Planalto acena a parlamentares com benefícios em coligações e na distribuição de tempo de TV e de verbas do fundo eleitoral, além de repasses para as bases; Rodrigo Maia diz que já não está pessimista

Com o prazo cada vez mais apertado para votar a reforma da Previdência, o governo mudou sua estratégia e lançou mão até mesmo de promessas de apoio eleitoral para convencer os deputados a votarem a favor das alterações na aposentadoria. Em conversas com parlamentares, o Planalto lembrou que quem aprovar a proposta poderá ser beneficiado em coligações, na distribuição de tempo de TV e na divisão dos recursos do fundo eleitoral. Nos cálculos do governo, a estratégia já começou a surtir efeito, e cinco partidos devem fechar questão a favor da reforma. Com isso, quem não acompanhar a orientação da legenda pode ser punido. PP e PTB já indicaram a possibilidade de apoio. O governo acha que PRB, PSDB e PMDB seguirão o mesmo caminho. Para o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, hipótese de votação este ano “é realista”. (Pág. 17)

Apoio não tira voto, lembra panfleto
No esforço pela reforma, o governo distribuirá a deputados panfleto mostrando que, no governo FH, a maioria dos parlamentares que votaram a favor de mudança na Previdência foi reeleita. (Pág. 18)

Para S&P, solução não pode ser adiada
Na avaliação da agência de risco Standard & Poor’s, o Brasil enfrentará o crescimento mais rápido do mundo em gastos com Previdência e saúde. Por isso, a agência defende que não é viável deixar a reforma para o próximo governo. (Pág. 19)

Relator do processo de Lula entrega voto
Relator de recurso contra a condenação do ex-presidente Lula no caso do tríplex, o desembargador Gebran Neto entregou seu voto em menos tempo que a média, e abriu caminho para que o julgamento ocorra no primeiro semestre de 2018. A sentença definirá se Lula poderá se candidatar. (Pág. 3)

Geddel é denunciado
Geddel Vieira Lima, ex-ministro, foi denunciado por lavagem e organização criminosa no caso dos R$ 51 milhões. (Pág. 7)

Dodge pede prisão de Barata ao STF
A procuradora-geral, Raquel Dodge, pediu ao Supremo para restaurar a prisão preventiva de Jacob Barata, o “rei dos ônibus”, que foi solto sábado pelo ministro Gilmar Mendes. Para Dodge, Gilmar não tinha a competência para decidir sobre o habeas corpus. (Pág. 6)

Anel de brilhantes em troca de licitação
Fernando Cavendish, dono da Delta, disse à Justiça que o anel de brilhantes que deu a Adriana Ancelmo, mulher de Sérgio Cabral, abriu portas para a empreiteira entrar na licitação para a reforma do estádio do Maracanã. (Pág. 6)

Ancelmo Gois
Decisão sobre o empréstimo ao Rio deve sair hoje. (Pág. 10)

O papel do consumidor
O combate à pirataria passa pela conscientização de quem compra itens falsos, dizem autoridades e empresários reunidos em evento do GLOBO. (Págs. 23 a 26)

Drama emocional nas salas de aula
Pesquisa com professores de vários estados mostra que 71% se afastaram do trabalho nos últimos anos por doenças como estresse e depressão. (Pág. 29)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: Temer quer que base obrigue deputados a aprovar Previdência
Planalto adota nova estratégia e, em troca, oferece aos partidos apoio financeiro e alianças nas campanhas eleitorais
O governo mudou a estratégia para tentar aprovar a reforma da Previdência ainda este ano. Em vez do corpo a corpo com parlamentares, o Planalto agora trabalha para que pelo menos seis partidos da base obriguem seus deputados a votar a favor da mudança das aposentadorias. No total, PMDB, PSDB, DEM, PRB, PP e PTB reúnem 219 votos. A maioria das siglas, no entanto, avalia que isso só será possível se o PMDB e o PSDB tomarem a dianteira. Para aprovar a reforma no plenário da Câmara são necessários ao menos 308 votos em cada um dos dois turnos. “Hoje não temos nem 300”, admite Beto Mansur (PRB-SP), vice-líder do governo na Casa. Para convencer os partidos e líderes, o governo prometeu, em reunião no final de semana, apoio do governo nas campanhas eleitorais de 2018 tanto em alianças como em recursos. Os encontros melhoraram o humor dos deputados. Outro argumento utilizado foi o de que a rejeição popular à reforma caiu de 61% para 46%. (ECONOMIA / PÁGS. B1, B3 e B4)

Por votos, governo dará mais R$ 3 bi a prefeitos
O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, condicionou a liberação de verba extra de R$ 3 bilhões para prefeitos em 2018 à aprovação da reforma da Previdência. “Se não for aprovada, esse dinheiro não existe”, afirmou. O governo já liberou R$ 2 bilhões para que os prefeitos pressionassem parlamentares pela votação do texto no Congresso. (PÁG. B3)

TRF-4 deve julgar Lula no 1º semestre
O desembargador João Pedro Gebran Neto concluiu seu voto no recurso do ex-presidente Lula ao Tribunal Regional Federal da 4.ª Região após a condenação no caso do triplex do Guarujá. O trâmite da apelação de Lula indica que o julgamento na segunda instância deverá ocorrer antes do início da campanha presidencial, no primeiro semestre de 2018. Se a sentença do juiz Sérgio Moro for confirmada pelo TRF-4, o petista poderá ficar inelegível. (POLÍTICA / PÁG. A4)

Meirelles ataca PSDB de olho em 2018
As críticas feitas pelo ministro Henrique Meirelles (Fazenda) ao PSDB e ao governador Geraldo Alckmin tiveram aval do presidente Temer. A ideia do Planalto para as eleições presidenciais é reunir os principais partidos da coalizão governista numa chapa de centro-direita. Meirelles (PSD) quer se fortalecer como postulante a essa vaga e deixar ao PSDB o ônus por eventual fracasso na votação da reforma da Previdência. (POLÍTICA / PÁG. A6)

PGR denuncia Geddel e Lúcio Vieira Lima
O ex-ministro e o deputado federal (ambos do PMDB-BA) foram denunciados por lavagem de dinheiro e associação criminosa no caso dos R$ 51 milhões. (POLÍTICA / PÁG. A8)

Selic deve cair para 7%, menor piso histórico (Economia / Pág. B6)

Prisão após 2ª instância opõe Gilmar e PGR (Política / Pág. A8)

Eliane Cantanhêde
Um candidato do PSDB, qualquer que seja, ainda é um fator relevante na eleição. (POLÍTICA / PÁG. A6)

Notas & Informações
A utilidade das pesquisas
A dez meses da eleição, pesquisas só têm serventia para Lula, que pretende constranger magistrados, e para Bolsonaro, para dar verniz de seriedade à fanfarronice. (PÁG. A3)

Previdência e demografia
Aumento da expectativa de vida do brasileiro reforça urgência da reforma da Previdência. (PÁG. A3)

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Folha de S. Paulo

Manchete: Meirelles acirra crise entre PSDB e governo
Aliados de Temer avaliam que crítica a tucanos prejudicará nova Previdência
As críticas do ministro Henrique Meirelles (Fazenda) ao PSDB acirraram a crise entre tucanos e o governo Temer (PMDB) às vésperas de nova tentativa para aprovar a reforma da Previdência. Em entrevista à Folha, Meirelles afirmou que o candidato governista à Presidência em 2018 não será o governador paulista, Geraldo Alckmin. Também disse que os tucanos tendem hoje a não apoiar a gestão do presidente Michel Temer. As declarações vieram em meio à discussão sobre a saída do partido da base. A avaliação de tucanos e aliados do Planalto é que faltou habilidade ao ministro. “Ele é candidato e quer começar a campanha eleitoral. Começou mal. Não é por aí que convencerá os brasileiros de que o PSDB não tem ajudado o governo”, disse o líder tucano na Câmara, Ricardo Tripoli (SP). Meirelles não se lançou candidato, mas admite a possibilidade. Segundo o Datafolha, ele tem de 1% a 2% das intenções de voto. Na base governista, a fala do ministro foi criticada. “Não podemos fazer nenhuma marola para prejudicar a reforma”, disse o deputado Beto Mansur (PRB-SP). O governo precisa de 308 votos para aprovar na Câmara a nova Previdência. (Poder A4)

Empresas fazem críticas a regras para intermitente
A regulamentação do trabalho intermitente, modalidade contratual introduzida pela reforma trabalhista, tem gerado críticas do setor de comércio e serviços.
A maior polêmica está na contribuição do trabalhador que ganha menos que um mínimo. Se quiser que o mês conte para a aposentadoria, terá de contribuir com o INSS do próprio bolso. (Mercado A17)

Soltura de Marcelo causa preocupação dentro da Odebrecht
Após ficar dois anos e meio atrás das grades, Marcelo Odebrecht deixa a prisão no próximo dia 19. Ele ficará em detenção domiciliar. Com a mudança de regime, o ambiente na empreiteira é de preocupação, de acordo com executivos e delatores ouvidos pela Folha. Para eles, Marcelo pode prejudicar o acordo de delação fechado pela empresa. (Poder A10)

Reprovação de Doria sobe e já se iguala à de Haddad
A reprovação ao prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), cresceu e atingiu o mesmo nível registrado por Fernando Haddad (PT), seu antecessor, no final do primeiro ano de mandato. De acordo com pesquisa Datafolha, 39% dos paulistanos consideram a gestão Doria ruim ou péssima. O tucano tem 29% de ótimo ou bom e 31% de regular. No começo do ano, sua aprovação era de 44%, e a reprovação estava em 13%. Má zeladoria (praças mal-cuidadas, buracos nas ruas, semáforos apagados), viagens e a “crise da farinata” foram tópicos que desgastaram O prefeito. (Cotidiano B1)

Propina para CBF garantia seleção titular em torneio, afirma J. Hawilla (Esporte B8)

Joel Pinheiro da Fonseca
O Brasil precisa de uma esquerda que seja moderna
Disse Gleisi Hoffmann,presidente do PT: A sigla “manifesta seu apoio e solidariedade ao governo do PSUV, seus aliados e ao presidente Maduro E não foi nos anos áureos de Chavez, e sim em julho de 2017; ou seja, com a repressão a pleno vapor. O Brasil precisa de uma esquerda moderna, que condene regimes brutais como a ditadura de Maduro. É hora da turma dos direitos humanos mostrar a que veio. (Poder A10)

Editoriais
Leia “Improvável candidato”, sobre ambição presidencial do ministro Meirelles. (Opinião A2)

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