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Manchete nos Jornais desta Quarta-feira, 13 de Março de 2019

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O Globo

Manchete: Polícia prende acusados de matar Marielle, mas não aponta mandantes. Dupla detida pode fazer delação premiada; MP suspeita de motivação política para o crime. CHICO OTAVIO E VERA ARAÚJO Uma operação da polícia e do Ministério Público prendeu o policial militar reformado Ronnie Lessa e o ex-PM Élcio Queiroz, acusados de serem os assassinos da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, crime que completa um ano amanhã. Segundo a denúncia, Lessa deu os tiros, e Queiroz dirigiu o carro. Os investigadores afirmam que há provas robustas contra a dupla. Embora não se descarte ter sido um crime de ódio, o delegado Giniton Lages, da Delegacia de Homicídios, disse que a descoberta de possíveis mandantes fica para uma “segunda fase” do trabalho. Na denúncia, o MP afirma que Marielle morreu “em razão da atuação política”. De acordo com o governador Wilson Witzel, os dois detidos, que negam envolvimento, podem fazer delação premiada. (PÁGINAS 9 a 15) EDITORIAL Prisões são passo importante para elucidar caso Marielle (PÁGINA 2) MERVAL PEREIRA É inverossímil tese do ódio à vereadora (PÁGINA 2) BERNARDO MELLO FRANCO Caso está longe de uma solução (PÁGINA 5) Da PM para a vida no crime Reformado da PM após perder perna em explosão, Ronnie Lessa mora em mansão em condomínio onde Bolsonaro tem casa. Apontado como matador de aluguel e ex-segurança de bicheiro, ele tem ficha limpa. Élcio Queiroz foi expulso da PM. (PÁGINA 11) UFRJ: Três nomes disputam eleição para reitor da maior universidade federal do país (PÁGINAS 26 e 27) Conta de luz terá aumento de 11,52% na Light e de 9,72% na Enel (PÁGINA 19) ——————————————————————–

O Estado de S. Paulo

Manchete: Polícia prende 2 por morte de Marielle e busca mandante PM e ex-policial são acusados de executar vereadora e motorista; para MP, crime teve motivação política. O PM reformado Ronnie Lessa e o ex- PM Élcio Vieira Queiroz foram presos ontem no Rio, acusados de assassinar a vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes. A dois dias de o crime completar um ano, a polícia ainda busca o mandante e a motivação para o ataque. “Isso será respondido em uma segunda fase”, disse o delegado Giniton Lages, responsável pela investigação. Para o Ministério Público, Marielle foi assassinada por motivação política. Presos durante a madrugada, Lessa e Queiroz foram denunciados por homicídio qualificado e tentativa de homicídio de Fernanda Chaves, assessora de Marielle que sobreviveu ao atentado. O governador Wilson Witzel levantou a possibilidade de os acusados fazerem delação premiada. Jair Bolsonaro disse ser “possível” haver mandantes. A polícia também cumpriu 34 mandados de busca e apreensão. Em um deles, na casa de um amigo de Lessa, foram apreendidos 117 fuzis, maior volume da história do Rio. (METRÓPOLE / PÁGS. A14 e A15) Denunciado foi segurança de bicheiro Ronnie Lessa tem longo histórico de relação com contraventores – foi segurança do bicheiro Rogério Andrade – e com o crime organizado, embora nunca tenha sido denunciado por crimes relacionados a essas atividades. Em 2009, foi vítima de um atentado a bomba em que perdeu a perna. (PÁG. A15) Guerra política derruba o número 2 do MEC Uma disputa política entre seguidores do filósofo Olavo de Carvalho e militares derrubou ontem o secretário executivo do Ministério da Educação, Luiz Antonio Tozi, principal auxiliar do ministro da pasta, Ricardo Vélez Rodríguez. A demissão foi ordenada pelo presidente Jair Bolsonaro. Desde a semana passada, o MEC teve sete servidores afastados e sofre paralisação de editais. A reestruturação pode chegar a 20 nomes e não há garantia de que Vélez permaneça no cargo. (POLÍTICA / PÁG. A4) Olavo faz críticas no Twitter Com uma série de críticas feitas pelo Twitter, Olavo de Carvalho, ‘guru’ de Bolsonaro, atacou o afastamento de seguidores dele no MEC. (PÁG. A8) Site francês tira texto com informação falsa do ar Alegando que o texto contrariava regras internas, que vedam a difusão de fake news, o site francês Mediapart tirou ontem do ar post do documentarista e blogueiro belga Jawad Rhalib com informações falsas, que distorciam declarações de repórter do Estado sobre o presidente Jair Bolsonaro. (POLÍTICA / PÁG. A8) Notas&Informações O caso Marielle Franco A prisão de dois suspeitos do assassinato da vereadora Marielle Franco é importante desdobramento numa investigação que já se arrasta há um ano. (PÁG. A3)

Presidente da Caixa diz que é atacado por fazer cortes Pedro Guimarães, presidente da Caixa, diz que é alvo de ataques de parlamentares porque planeja cortar R$ 3,5 bilhões na reestruturação do banco. Ele trocou os vice-presidentes, 38 dos 40 diretores e grande parte dos 84 superintendentes regionais. Guimarães quer endurecer as negociações de contratos e reduzir os gastos com segurança e patrimônio, com a venda de prédios da Caixa, incluindo agências próprias. “Não faz sentido ter sete prédios na Paulista”, diz. (ECONOMIA / PÁGS. B1 e B3)

Lava Jato desiste de fundação de R$ 2,5 bi Após polêmica, a força-tarefa da Lava Jato desistiu de criar uma fundação para gerir os R$ 2,5 bilhões pagos pela Petrobrás à Justiça dos Estados Unidos por ofensa às leis daquele país. A PGR entrou ontem com ação no Supremo em que pede a anulação do acordo para a criação do fundo. (POLÍTICA / PÁG. A10) Cobrar taxa de conveniência é ilegal, diz STJ A 3.ª Turma do STJ decidiu que a cobrança de taxa de conveniência para ingresso online é ilegal. A Ingresso Rápido, alvo da ação, terá de devolver taxas dos últimos cincos anos. Decisão pode valer para mais empresas. Cabe recurso. (ECONOMIA / PÁG. B16)

Um solavanco na inflação A aceleração recente – de 0,32% em janeiro para 0,43% em fevereiro – deve ser, tudo indica, um evento passageiro. (PÁG. A3) ——————————————————————–

Folha de S. Paulo

Manchete: Polícia prende dois suspeitos do assassinato de Marielle PM e ex-PM são denunciados 2 dias antes de mortes de vereadora e motorista completarem 1 ano. A Polícia Civil do Rio prendeu ontem dois suspeitos de participarem do assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes, dois dias antes de o crime completar um ano. Ronnie Lessa é policial militar reformado, e Élcio de Queiroz, ex-PM. De acordo com a denúncia feita pelo Ministério Público, Lessa foi o responsável pelos tiros que mataram Marielle, então com 38 anos, e Queiroz dirigiu o carro de onde partiram os disparos e que interceptou o veículo em que a vereadora estava. Os dois negam as acusações. Ronnie Lessa foi preso em sua residência, em condomínio na Barra da Tijuca (zona oeste) onde Jair Bolsonaro tem casa. Foto em rede social mostra Queiroz ao lado do presidente. “Tenho foto com milhares de policiais civis e militares, do Brasil todo”, declarou Bolsonaro. “Espero que a apuração tenha chegado de fato a quem foram os executores”, afirmou o presidente. As investigações tentarão identificar os mandantes e os motivos do crime. O governador Wilson Witzel (PSC) disse que os suspeitos poderão receber oferta de delação premiada. Também foi preso Alexandre Motta, amigo de Lessa, em cuja casa foram encontradas peças para 117 fuzis e 500 munições em caixas de papelão. Segundo o delegado Giniton Lages, a investigação aponta obsessão de Lessa por personalidades de esquerda. (Cotidiano B1 a B3) Em meio a crise, Ricardo Vélez exonera número 2 da Educação Emmeio a uma crise na pasta da Educação, o ministro Ricardo Vélez Rodríguez anunciou a demissão do secretário-executivo, Luiz Antônio Tozi, ligado à área técnica. A saída foi pedida pelo escritor Olavo de Carvalho, considerado guru do presidente Jair Bolsonaro (PSL). (Cotidiano B4) Lava Jato suspende criação de fundo; PGR pede sua anulação Aforça-tarefa da Lava Jato em Curitiba pediu a suspensão da criação de um fundo bilionário que iria bancar projetos de cidadania e anticorrupção com recursos recuperados da Petrobras. A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pediu ao STF que anule o acordo. (Poder A8)

Reforma autoriza estatal a demitir aposentados A proposta de reforma da Previdência autoriza a demissão de empregados de estatais aposentados e libera o enxugamento de empresas públicas de municípios, estados e União. A mudança facilitaria as privatizações. (Mercado A17)

Opinião Mônica Benício Por mais que doa, execução é um divisor de águas Nosso país encarcera o povo negro, mata mulheres e LGBTs, violenta crianças e adolescentes. Não reconhece o racismo entranhado na sua história. Assumir isso é um desafio. (Opinião A3) Análise Fernanda Mena Caso expõe as entranhas do poder ao evidenciar estrutura das milícias (B2) Editoriais Lava Jato em xeque Acerca de riscos para a operação anticorrupção. Nova tragédia Sobre mortes causadas por chuvas na Grande SP. (Opinião A2) ——————————————————————–

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