O Globo

Manchete: Bolsonaro vai a 39% dos votos válidos; Haddad tem 25%
Rejeição ao nome do PSL é de 45%, enquanto 40% descartam votar no petista
Na penúltima pesquisa Datafolha antes do primeiro turno da eleição, o candidato Jair Bolsonaro cresceu três pontos percentuais, atingindo 35% da preferência, ou 39% dos votos válidos (excluídos os em branco ou nulos). Fernando Haddad (PT) oscilou positivamente um ponto, dentro da margem de erro, para 22%, ou 25% dos votos válidos. A rejeição a ambos os candidatos continua alta: 45% dos eleitores dizem que não votariam em Bolsonaro de jeito nenhum. Em relação ao petista, o índice é de 40% (antes era de 41%). (PÁGINA 4)

‘Desinteresse foi revertido’, diz diretora do Ibope
Diretora executiva do Ibope, Márcia Cavallari se diz surpresa com a acentuada queda no índice de desinteresse do eleitor, em relação ao início das pesquisas. Ela ressalta a importância das redes sociais e afirma ser pouco provável que a eleição presidencial acabe no primeiro turno, mas não impossível. (PÁGINA 10)

Empresas são alvo de 121 denúncias de coação eleitoral
Levantamento do Ministério Público do Trabalho nacional mostra que, nos últimos quatro dias, foram registradas 121 queixas contra pelo menos 23 empresas por trabalhadores que sofrem pressão, de patrões ou chefes, para direcionamento do voto. O Sul tem o maior número de denúncias. (PÁGINA 9)

Ex-secretário acusa Paes de receber propina
A três dias das eleições, o ex-secretário de Obras Alexandre Pinto acusou o ex-prefeito Eduardo Paes de receber propina. Paes nega. (PÁGINA 11)

Procuradores pedem nova condenação de Lula
Os procuradores da Lava-Jato pediram ao juiz Sergio Moro, ontem, a 72 horas da eleição, nova condenação do ex-presidente Lula. (PÁGINA 8)

Colunistas
MERVAL PEREIRA
PSDB, PT e o risco de destino semelhante (PÁGINA 2)

MÍRIAM LEITÃO
Bancadas médias e menos partidos no Congresso (PÁGINA 20)

LETÍCIA SANDER
Onda surfada por Bolsonaro ganha cada vez mais força (PÁGINA 4)

FLÁVIA OLIVEIRA
O país em plena disputa sobre o que será no futuro (PÁGINA 3)

Royalties devem gerar arrecadação recorde em 2019 (PÁGINA 19)

Preservar florestas é uma emergência, alertam especialistas (PÁGINA 26)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: Em debate final, Bolsonaro e Haddad viram alvo de ataques
Candidato do PSL não compareceu, alegando recomendação médica; petista foi questionado sobre corrupção
No último debate entre os presidenciáveis antes da votação em primeiro turno, promovido pela Rede Globo, o candidato do PSL, Jair Bolsonaro, líder nas pesquisas de intenção de voto, foi alvo de críticas contundentes dos participantes por ter se ausentado do encontro, alegando recomendação médica. O petista Fernando Haddad, segundo colocado nas sondagens eleitorais, foi constantemente confrontado pelas denúncias de corrupção durante as gestões de seu partido no Planalto. Mais uma vez, os candidatos que ocupam posições intermediárias nas pesquisas, como Ciro Gomes (PDT) e Geraldo Alckmin (PSDB), tentaram se colocar como alternativa à polarização entre os líderes. Ciro disse que há risco de um novo impeachment em caso de vitória do candidato do PT ou do PSL. Além das críticas pela ausência, Bolsonaro foi tratado pelos adversários como um risco à democracia. Haddad também foi questionado sobre a crise econômica deixada pelas gestões petistas. (POLÍTICA / PÁG. A4)

Informação falsa no Twitter
Seguidores de Bolsonaro são os que compartilham maior número de fontes de informação falsa ou de baixa qualidade no Twitter, diz pesquisa. Em seguida estão apoiadores de Haddad. (PÁG. A13)

Bolsonaro dá ‘parabéns’ a Palocci
Em entrevista à TV Record, exibida simultaneamente ao debate, Bolsonaro atacou o PT e disse que o ex-ministro Antonio Palocci merece “parabéns” por ter delatado esquema de corrupção à Polícia Federal. (PÁG. A8)

General cuida de plano de candidato para infraestrutura
Ex-chefe do Departamento de Engenharia e Construção do Exército, o general Oswaldo de Jesus Ferreira coordena o plano de Jair Bolsonaro para infraestrutura. A lista de prioridades da eventual gestão prevê que as concessões sejam aceleradas e intensificadas. O projeto de privatização da Eletrobrás seria mantido, mas a Petrobrás e “tudo o que for estratégico” seguiriam sob a tutela do governo. Na Amazônia, estudos de hidrelétricas que foram arquivados, como as usinas no Tapajós, seriam retomados. (ECONOMIA / PÁG. B4)

Clima de eleição não toma as ruas
Cabo eleitoral tenta distribuir material de campanha na Praça Ramos de Azevedo, no centro de São Paulo; driblar a resistência dos eleitores e enfrentar a falta de paciência em relação à política tem sido um desafio para militantes. Para analistas ouvidos pelo Estado, esse comportamento é sintoma da desilusão dos brasileiros em relação às eleições. (PÁG. A14)

Candidato do PSL amplia vantagem
Datafolha mostra que Jair Bolsonaro (PSL) avançou para 35% das intenções de voto. Fernando Haddad (PT) foi de 21% para 22%. (PÁG. A12)

Colunistas
Eliane Cantanhêde
Perfil de eleitores mostra o antagonismo. Bolsonaro reina entre mais ricos e escolarizados. Haddad, entre mais pobres e sem instrução. (PÁG. A8)

Fernando Gabeira
É essencial que a política externa seja compreendida como algo nacional e não definido por uma visão partidária. (ESPAÇO ABERTO / PÁG. A2)

Em SP, Haddad desistiu de mudar Previdência (PÁG. A11)

Staff de Lula ‘cola’ no presidenciável do PT (COLUNA DO ESTADÃO / PÁG. A4)

Família de bicheiro apoia filho de Bolsonaro (PÁG. A8)

Reajuste de servidores vai custar R$ 15 bi
O governo terá gasto extra de R$ 15 bilhões em 2019 para bancar reajustes salariais de servidores já aprovados pelo Congresso. O adiamento do reajuste de carreiras do Executivo para 2020, como quer a União, pode proporcionar uma economia de R$ 4,7 bilhões. (ECONOMIA / PÁG. B1)

Atraso em oferta de remédio afeta 312 mil (METRÓPOLE / PÁG. A18)

Notas & Informações
O ajuste fiscal e a falácia petista
Não condiz com a realidade a afirmação de que o ajuste fiscal deveria ser abandonado em prol da continuidade de programas sociais. (PÁG. A3)

Da marola ao maremoto do PT
Se algo sobrou depois do PT, foi porque faltou tempo para devastação mais completa. (PÁG. A3)

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Folha de S. Paulo

Manchete: Em alta, Bolsonaro tem 39% dos válidos, contra 25% de Haddad
líderes continuam empatados no 2º turno, diz Datafolha; 45% rejeitam deputado, e 40%, petista
A três dias do 1º turno da eleição, Jair Bolsonaro (PSL) ampliou sua vantagem sobre os adversários, diz pesquisa Datafolha. Ele tem 39% dos votos válidos, que excluem brancos, nulos e indecisos. O deputado está a 11 pontos percentuais de vencer a corrida presidencial sem a necessidade de um segundo turno. Fernando Haddad (PT) continua em segundo, com 25% dos votos válidos. Considerando os votos totais, o capitão reformado é o único com trajetória de alta. Ele subiu sete pontos percentuais (28% para 35%) em menos de uma semana. A margem de erro é de dois pontos. Nas simulações de 2º turno, Bolsonaro empata tecnicamente com Haddad e com Geraldo Alckmin (PSDB), e perde de Ciro Gomes (PDT), que contabiliza hoje 13% dos votos válidos no 1º turno. A rejeição ao deputado continua em 45%, e 40% não votariam de jeito nenhum em Haddad. (Eleições 2008 A4)

Aprovação à democracia, de 69%, é a maior da história (A10)

Cenário está favorável a variações na reta final, mais do que em 2014
ANÁLISE – Mauro Paulino e Alessandro Janoni
Projeção do Datafolha sobre transferência de votos mostra que Jair Bolsonaro (PSL) chegaria à véspera do primeiro turno com 42% dos votos válidos e precisaria de sete ou oito pontos para fechar já a disputa. (Eleições 2018 A8)

Marcelo Coelho
Censura só pode ser resolvida pelo STF
Como em toda censura prévia, pressupõe-se o que o censurado irá dizer. O partido Novo imagina que a Folha irá sugerir que Lula disputa a eleição e também pressupõe efeito futuro, sobre o leitor, do que seria publicado. (Eleições 2018 A20)

Eleições 2018
Para Delfim, Bolsonaro e PT são autoritários (A30)

Ter poupado deputado foi falha, avaliam petistas (A19)

Assembleia de SP aprova 70% de leis do governo (A23)

Agenda do país envelhece, dizem economistas (A33)

França reduz a diferença para Doria e Skaf em SP
Márcio França (PSB) manteve a trajetória ascendente iniciada há um mês e reduziu a distância para João Doria (PSDB) e Paulo Skaf (MDB) na corrida em SP. Pesquisa Datafolha mostra o atual governador com 16%. Doria soma 26%, e Skaf, 22%. Dos votos válidos, o tucano tem 32%, o emedebista, 27%, e França, 19%. (Eleições 2018 A12)

Russos tentaram influir nas eleições brasileiras
Empresa de cibersegurança que trabalha com o governo americano detectou a atividade de hackers e diz que ela ainda está em curso. Em geral, eles usaram redes sociais para insuflar debates. (Mundo A25)

Alemanha tira Brasil do radar de investimentos
Executivos de grandes companhias alemãs que atuam no Brasil dizem que a piora no ambiente de negócios está levando as matrizes a mirar mais a Ásia do que o país. (Mercado A27)

Editorial
Melhor em 2 turnos
Sobre o necessário escrutínio dos presidenciáveis. (Opinião A2)
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