O Globo

Manchete: Centrão fecha acordo para apoiar Alckmin
Com pacto, tucano alcança ao menos 4 minutos e 46 segundos na TV
DEM, PP, PR, PRB e Solidariedade levaram pauta de reivindicações ao encontro em São Paulo, como condição para formalizar aliança. Anúncio oficial será feito semana que vem
O pré-candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, fechou ontem acordo em torno de sua candidatura com o centrão, que reúne DEM, PP, PR, PRB e Solidariedade. Com o apoio desse bloco e as alianças com PTB e PSD, o tucano chega a ao menos 4 minutos e 46 segundos, do total de 12 minutos e 30 segundos de propaganda eleitoral de rádio e TV dos candidatos ao Planalto. Por enquanto, com alianças indefinidas, nenhum outro candidato supera um minuto e meio de propaganda. Como condição para formalizar o apoio, o centrão levou uma pauta de reivindicações ao encontro, em São Paulo. Apesar da proximidade de PP e Solidariedade com a pré-candidatura de Ciro Gomes (PDT), a distribuição de cargos e verbas pesou na decisão de bandear-se para Alckmin. Paulinho da Força levou ao presidenciável a exigência de compromisso para um novo modelo de financiamento de sindicatos, por conta do fim do imposto sindical. Já o PP, que resistia em razão de formação de palanque no Piauí, vai manter espaços importantes. O anúncio formal da aliança será feito na próxima semana. (PÁGINA 3)

BERNARDO MELLO FRANCO
Novo impulso
Acordo tem potencial para ressuscitar Alckmin, que estava desacreditado. (PÁGINA 2)

Bolsa e cotação do real reagem após a notícia
O Ibovespa e a cotação do real frente ao dólar se recuperaram no fim do dia, diante da notícia do acordo com o centrão. A Bolsa fechou com ganho de 0,16%. (PÁGINA 18)

ANP desiste de prazo mínimo de reajuste
Pouco mais de um mês após anunciar consulta pública sobre a periodicidade dos reajustes de combustíveis, depois do fim da greve dos caminhoneiros, a ANP desistiu de fixar o prazo mínimo. A agência concluiu que transparência e competição são mais eficientes para dar previsibilidade aos preços. (PÁGINA 17)

Intervenção critica governo do Rio
Mais de cinco meses após o início da intervenção federal na segurança do Rio, o general Braga Netto publicou portaria com o planejamento estratégico do trabalho. O texto culpa a “gestão fraudulenta” pela insolvência do estado. (PÁGINA 12)

Geddel e Estevão na segurança máxima
O ex-ministro Geddel Vieira Lima, o ex-senador Luiz Estevão e o ex-deputado Márcio Junqueira foram transferidos para a ala de segurança máxima da Penitenciária da Papuda, para pôr fim às regalias de que desfrutavam na cadeia. (PÁGINA 6)

Isolado, Ortega celebra revolução
Sob pressão internacional, após a morte de 280 pessoas em protestos contra o governo, o presidente da Nicarágua, Daniel Ortega, festejou os 39 anos da Revolução Sandinista. Ele é acusado de expurgar antigos aliados do movimento. (PÁGINA 21)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: Centrão encerra conversas com Ciro e fecha com Alckmin
Apoio ao pré-candidato do PSDB foi definido após o PR acertar que indicará o vice
Na véspera da convenção que vai oficializar a candidatura de Ciro Gomes (PDT) à Presidência, o Centrão mudou de lado e decidiu fazer aliança com Geraldo Alckmin, pré-candidato do PSDB. A reviravolta aconteceu depois que o PR se juntou ao bloco, formado por DEM, PP, Solidariedade e PRB. Chefe do PR, Valdemar Costa Neto exigiu que o vice na chapa seja Josué Gomes da Silva (PR-MG), filho do ex-vice-presidente José Alencar. Dirigentes do Centrão disseram a Alckmin que o acordo poderá ser anunciado na quinta-feira. A mudança do bloco, que estava inclinado a apoiar Ciro, foi resultado de diversos fatores políticos, entre eles pressões do Planalto. O peso maior, porém, é atribuído à decisão de Valdemar. Juntas, as siglas do Centrão têm cerca de 5 minutos por dia no horário eleitoral. A partir de hoje, os partidos fazem suas convenções para definição de candidaturas. O prazo final é 5 de agosto. (POLÍTICA /PÁGS. A4, A6 e A8)

Tesouro reforça capital da Caixa com R$ 2 bilhões
O governo vai injetar cerca de R$ 2 bilhões na Caixa até o fim do ano. O reforço de capital do banco, a ser feito pelo Tesouro Nacional, é necessário para que a instituição financeira cumpra em 2019 normas internacionais que exigem mais recursos próprios para fazer frente ao risco de perdas nas operações de crédito. A Caixa lucrou R$ 12,5 bilhões no ano passado, o melhor resultado de sua história. (ECONOMIA / PÁG. B1)

Orçamento tem folga de R$ 600 milhões
A equipe econômica encontrou uma “folga” de cerca de R$ 600 milhões para aumentar as despesas neste ano. Repasses de R$ 9,1 bilhões, que seriam destinados a ministérios e órgãos federais, estão congelados. (ECONOMIA / PÁG. B3)

CNJ pede explicações a Favreto e Moro (POLÍTICA / PÁG. A9)

EUA querem nova eleição na Nicarágua (INTERNACIONAL / PÁG. A13)

Elena Landau
Quem sofre com os desacertos na Eletrobrás são os consumidores. E os contribuintes. (ECONOMIA / PÁG. B5)

Notas & Informações
O jogo do ‘centrão’
Tudo o que importa para esses partidos nanicos é dividir o butim estatal entre caciques e agregados. Juntos, eles ganham capacidade de constranger sua presa. (PÁG. A3)

A condenação dos ‘black blocs’
Aos que veem atos de violência como manifestação política resta o rigor da lei. (PÁG. A3)

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Folha de S. Paulo

Manchete: Centrão decide dar apoio a Alckmin na eleição presidencial
Aliança, que ainda precisa ser formalizada, fornecerá ao pré-candidato tucano o maior tempo de TV na campanha
Líderes de partidos do chamado centrão afirmaram ontem ter chegado a um acordo com o pré-candidato à Presidência Geraldo Alckmin (PSDB) para apoiá-lo na disputa eleitoral deste ano. As siglas que formam o bloco (DEM, P5 Solidariedade, PR, Avante, PRB e PHS) precisam validar internamente a decisão para que a aliança seja anunciada oficialmente. O acordo dará ao candidato tucano capilaridade política e o maior tempo na TV. Com o apoio do centrão, Alckmin, que tinha sozinho 1 minuto e 18 segundos na propaganda eleitoral na TV (em cada bloco de 12 minutos e 30 segundos), somará 4 minutos e meio, quase 40% de toda a fatia da disputa. Adversário histórico do PSDB, o PT, que ainda não fechou nenhuma aliança, tem 1 minuto e 34 segundos. O tucano preferiu manter a cautela. Disse, via assessoria, que nada havia sido definido até aquele momento. Uma das principais resistências ao acordo vinha do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Ele foi convencido a desistir do apoio a Ciro Gomes pelos rompantes e pela incompatibilidade ideológica do pedetista, especialmente após conversa entre economistas dos dois grupos. Em sua terceira campanha presidencial, Ciro oficializará nesta sexta (20), em Brasília, sua candidatura ao Palácio do Planalto. (Poder A4)

Juizes vão ter de explicar polêmica sobre soltar Lula
Os magistrados Rogério Favreto e João Gebran Neto, do TRF-4, e Sergio Moro terão de explicar ao Conselho Nacional de Justiça a guerra de decisões travada no dia 8 deste mês em torno do habeas corpus ao ex-presidente Lula. (Poder A11)

Arrecadação de impostos cai com caminhoneiros
A paralisação dos caminhoneiros em maio deve ser responsável por interromper a série positiva na arrecadação de impostos no ano. Dados do Ibre/FGV para junho estimam queda de 0,4% nos federais e 4,2% nos estaduais. (Mercado A15)

Painel
Acordo pode dar a bloco um poder de tutela inédito
Se confirmado, o acordo com Geraldo Alckmin (PSDB) abre brecha para o centrão exercer um poder de tutela inédito na história recente sobre um mandatário do país. (Poder A4)

Governo critica método da ANS para reajuste de planos de saúde
O reajuste dos planos de saúde de 8 milhões de pessoas é calculado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar com metodologia falha, diz o Ministério da Fazenda. O aumento anual de 10% proposto pela agência reguladora atinge clientes de planos individuais ou familiares com contratos a partir de 1999 — 17% do mercado. Entre os erros, a pasta aponta o fato de não se levar em conta no reajuste o custo real dos serviços. A ANS diz que discutirá o método publicamente. (Cotidiano B1)

Cidades com baixa vacinação culpam sistema federal
Municípios com baixo nível de cobertura vacinai infantil — grupo composto por 1 em cada 4 do país— afirmam que o índice é culpa do sistema de dados. O governo federal reconhece possíveis erros. (Cotidiano B3)

Tendências/Debates
Laura Schertel Mendes e Danilo Doneda
Eventual veto ameaçará o equilíbrio alcançado

Cláudio Weber Abramo
Omissão sobre números cadastrais preocupa (Opinião A3)

Editoriais
Bolsonaro e a CNI

Sobre simpatia de industriais ao presidenciável.

Intervenção frustrada
Acerca de parcos resultados da ação federal no Rio. (Opinião A2)

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