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A adoção de hábitos saudáveis desde a infância, como uma boa alimentação, exposição ao sol nos horários recomendados e a prática rotineira de atividade física pode prevenir o aparecimento da osteoporose na vida adulta. A Secretaria Estadual da Saúde alerta que, embora a doença traga consequências principalmente depois dos 50 anos, mudanças de comportamento podem inibi-las ou retardá-las.

De acordo com o Ministério da Saúde, a doença atinge 10 milhões de brasileiros. Quinta-feira (20) foi o dia mundial de combate à osteoporose, um distúrbio do metabolismo ósseo que se caracteriza pelo enfraquecimento dos ossos. “A doença não tem sintomas, e infelizmente muitas vezes só é diagnosticada quando ocorre fratura”, explica a médica Adriane Miro, especialista em geriatria.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), no mundo, 13% a 18% das mulheres e 3% a 6% dos homens acima de 50 anos sofrem com a osteoporose. “Todos podem ter osteoporose, no entanto, as mulheres na pós-menopausa e os idosos têm mais chance de apresentar a doença”, ressalta Adriane.

ALIMENTAÇÃO – A ingestão de alimentos ricos em cálcio é fundamental para a prevenção da doença. Ele pode ser encontrado principalmente no leite e derivados, mas também em outros alimentos, como brócolis e alguns peixes. Também é importante a exposição cautelosa ao sol, para que seja produzida a vitamina D – elemento importante para a absorção do cálcio pelo organismo. “Estas medidas devem ser adotadas desde cedo, para que os ossos possam ter a melhor qualidade possível, pois as pessoas começam a perder massa óssea por volta dos 30 anos”, enfatiza a médica, ressaltando ainda a importância da prática habitual da atividade física.

CUSTO – As fraturas mais comumente relacionadas à osteoporose são as de fêmur, vértebras e antebraço. No Paraná, no ano passado, foram registradas 5.946 quedas de idosos, nem todas resultaram em fraturas.

Dados do Ministério da Saúde mostram que, no ano passado, o SUS gastou aproximadamente R$ 102 milhões com internações de idosos, devido a quedas. No Paraná este valor foi de cerca de R$ 8 milhões. De acordo com a médica, o valor financeiro e o custo pessoal decorrentes das quedas poderiam ser reduzidos com a prevenção da osteoporose, pois isto reduziria a ocorrência de fraturas.

O governo federal firmou acordo com estados e municípios para a redução progressiva de internações por fratura de fêmur, desde 2008, com o Pacto pela Vida. A meta é reduzir em 2%, ao ano, a taxa de internação hospitalar por fratura de fêmur em pessoas idosas. Apenas no ano passado foram internados 74 mil brasileiros na rede pública por fratura de fêmur. Quase metade destes internamentos foi de idosos.

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