O Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão da UEL aprovou o calendário geral e outras medidas relativas ao Vestibular 2011, conforme sugestão da Coordenadoria de Processos Seletivos (Cops). A prova da primeira fase do vestibular será realizada no dia 14 de novembro. No dia 25 sai a lista dos classificados para a segunda fase, que será realizada em 5 e 6 de dezembro.

No dia 7 de dezembro ainda haverá prova de habilidade específica para os candidatos dos Cursos de Arquitetura e Urbanismo, Design Gráfico, Design de Moda, Educação Artística e Música. A primeira convocação dos aprovados será divulgada em 18 de janeiro. O período de inscrições será de 16 de agosto a 16 de setembro, exclusivamente pela internet, no endereço www.cops.uel.br.

O preço público da inscrição, ainda a ser homologado pelo Conselho Universitário, deverá ser de R$ 90, como no ano passado. Também deverá haver a isenção parcial ou total para candidatos comprovadamente impossibilitados do pagamento, assim como para servidores da UEL e seus dependentes. Os pedidos de isenção poderão ser feitos, pela internet, de 28 de junho a 16 de julho.

Vagas – No total, a UEL vai oferecer 3.100 vagas, 40% das quais pelo sistema de cotas, para alunos provenientes da escola pública (metade para pessoas da raça negra). Esse número é igual ao do vestibular do ano passado. Só ocorreu uma mudança na distribuição das 240 vagas no Curso de Direito, que passará a ser oferecido em mais um turno, ficando com 80 vagas de manhã, 80 à tarde e 80 à noite.

A coordenadora da Cops, professora Elaine Fernandes Mateus, afirma que essas disposições representam a manutenção das regras do vestibular da UEL que foram aplicadas, pela primeira vez, em 2006. “Nosso vestibular vem cumprindo sua função a contento e criando essa identidade das duas fases”, disse. No entanto, acrescenta, está em andamento um processo de análise de propostas de mudanças feitas por uma comissão mista, composta por professores da UEL, de escolas públicas e de escolas privadas, que poderão ser implantadas no próximo ano, se o processo se completar a tempo e houver aprovação do CEPE.

“Para isso é preciso ter essa definição ainda este ano, de forma que as escolas tenham pelo menos um ano para se reorientar, se for o caso”, completa a professora.

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